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junho 20, 2006
Amar ou Ser Amado? Amor ou Apego?
Publicado por marmad5 às junho 20, 2006 08:48 PM
Comentários
Para grande horror meu, um dia apercebi-me de que para mim era mais importante ser amada do que amar. Percebi então porque me tinha sujeitado a más relações e a situações tão ruins. Com o objectivo de ser amada, tentava manter essas relações e na verdade não me preocupava muito em amar os meus parceiros, mas sim em controla-los e manipula-los de formas tão subtis que nem eu me apercebia do que estava a acontecer. Se por um lado este foi um momento em que tive que encarar os meus horrores de frente, o que me deixou muitíssimo abalada, por outro foi um momento de libertação. Perceber este padrão fez-me ver que muito mais importante do que ser amada é ter calor humano e amar os outros e a nós próprios. Assim posso atrair parceiros e amigos calorosos e que também têm amor para dar. Afinal a regra da atracção (atraímos seres semelhantes a nós próprios) nunca deixa de funcionar!
Publicado por: Anonymous às junho 20, 2006 08:49 PM
O desprendimento não significa afastamento da pessoa de quem gostamos, mas da angústia do envolvimento.
Publicado por: Anonymous às junho 29, 2006 12:04 PM
- Desligamento Emocional -
Desligamento não significa deixar de amar, significa que não posso fazer pelo outro aquilo que ele precisa fazer.
Desligamento não é cortar a comunicação, é a admissão de que não posso controlar outra pessoa.
Desligamento não é a facilitação, mas deixar que haja aprendizado através das conseqüências naturais.
Desligamento é admitir impotências, o que significa que a solução não está em minhas mãos.
Desligamento não é tentar mudar ou culpar o outro, é fazer o melhor para mim mesmo.
Desligamento não é cuidar do outro, mas se importar com o outro.
Desligamento não é consertar, mas dar apoio.
Desligamento não é julgar, mas permitir que o outro seja um ser humano.
Desligamento não é ficar no meio controlando os resultados, mas deixar os outros influir em seus próprios destinos.
Desligamento não é ser protetor, é permitir que o outro encare a realidade.
Desligamento não é negar, mas aceitar.
Desligamento não é rejeitar ou discutir, porém descobrir minhas próprias limitações e corrigi-las.
Desligamento não é ajeitar tudo de acordo com os meus desejos, mas viver cada dia que vier e cuidar de mim mesmo(a) nesse dia.
Desligamento não é me arrepender do passado, mas crescer para o futuro.
Desligamento é temer menos e AMAR mais.
Publicado por: Anonymous às agosto 14, 2006 10:36 PM
ESTADO DE AMOR: COMO DESPERTÁ-LO?
Passei dezenas de anos sem saber o que é o verdadeiro amor. Certo dia, durante um retiro de três anos com um mestre do Tibet, perguntei a um deles: "O que é amor?". Ele me respondeu: "Amar consiste em querer a felicidade de todos os seres".
Fiquei surpreso e deslumbrado com esta resposta. Muitas pessoas tem momentos privilegiados em que se sentem invadidos por uma felicidade tal, que transborde os seus limites pessoais, e faz com que desejem que esta felicidade seja de todo mundo.
Isto acontece nos primórdios de um namoro por exemplo, em que estamos como transportados pela felicidade e comunicamos isto para os outros, os amigos, os conhecidos. Neste período, podemos dizer que estamos em estado de amor. Este, desperta quando jogamos pontes sobre as fronteiras e os limites ilusórios do nosso próprio ego, e passamos a "querer bem" ao outro. Isto pode começar com o namorado e se estender a todos seres vivos.
A questão é que este deslumbramento desaparece depois de um certo tempo criando saudades "daquele tempo" e ressentimentos pelo fato que não se consegue fazê-lo voltar.
Publicado por: Anonymous às agosto 27, 2006 01:48 PM
Faço um jogo todos os meses e pude assistir a como dois dos jogadores se engataram. Nos próximos jogos vieram completamente grudados. Ficavam aos beijos, ao colo um doutro. Às vezes esperávamos q jogassem e eles numa marmelada despropositada para o lugar.
Fiquei a pensar se estava muito velha, se era por me dar com pessoas mais conservadoras ... mas aquilo não me caiu bem. Parecia coisa de adolescente a acontecer com pessoas de 30 e tal anos. Tive a sensação de que aquilo não ia correr bem, de que aquele namoro não ia durar muito tempo em paz. Mas lá fiquei sempre com aquela sensação “lá estou eu a ver coisas...”
Entretanto outro moço arranjou namorada. Foi totalmente normal. Ela uma querida simpática. Portaram-se super bem um ao lado do outro. Pareciam um par feliz.
Os Grudes pelos vistos já acabaram uma data de vezes e parece q desta foi definitiva (???). Os outros continuam.
Isto fez-me pensar que todo este estar junto peganhento só tem um nome: apego. Apego pelo desejo, pela parte sensual, por sexo, sempre com contacto físico, no mínimo a mão dada. Apego pela companhia. Fez-me pensar que cada um não estava bem como estava, por isso tinha q se agarrar ao outro, como se juntos fizessem apenas uma parte. Nem por um minuto se largavam. Como se houvesse uma necessidade ... Já não era o estar juntos porque queriam estar juntos, porque gostavam um do outro. Era a necessidade do outro.
E óbvio que isso vai dar mal. Como eu sei que essas histórias acabam mal! Afinal isso está logo à vista apara todos menos para quem está no meio da situação.
A única coisa errada foi confiar pouco na minha opinião!
Publicado por: Anonymous às fevereiro 7, 2007 11:08 AM
É ao mesmo tempo ingênuo e presunçoso dizer a um homem o que ele deve fazer para ficar com você. Ele é quem é. Você está pronta para aceitar isso?
Do livro MEDITAÇÕES DIÁRIAS PARA MULHEES QUE AMAM DEMAIS – Robin Norwood
Publicado por: Anonymous às fevereiro 24, 2007 05:01 PM
gostaria de saber pq amo demais minha namorada e ela n me retribui com o mesmo amor q eu sinto por ela...
estou sofrendo tanto e axo q eu n mereço esse sofrimento tao grande.
Publicado por: pedro paulo barros lima às outubro 11, 2007 12:58 PM
Não consigo amar meu namorado com a mesma intensidade que ele me ama. Seria amor, apego ou compaixão?
Publicado por: Renata às outubro 18, 2007 05:49 PM
Tenho muitas saudades dele ou tenho muitas saudades de estar numa relação? Como posso sentir tanta falta de alguém que não me amava, que não me ligava nenhuma? Será que eu o amava? Ou só precisava dele para ter alguém a quem cuidar? Estilo animal de estimação - eu cuido de ti e tu fazes-me companhia e deixas-me fazer-te umas festas. Que pensamento horroroso!!
Publicado por: Anonymous às outubro 26, 2007 09:22 AM
amo meu namorado, 10 anos juntos... só que depois de um tempo tudo mudou... seu jeito comigo... a paixao parece que acabou... agora ele quer que eu aceite tudo e nunca posso dizer nao... porque nao existe essa palavra pra ele.. acho falta de respeito comigo... mas nao consigo deixa-lo... amo muito ele, e quando terminamos eu sofro muito... e peço pra voltar... porque nao consigo me imaginar sem ele.. e quando to com ele, tudo que ele faz me faz pensar que ele nao eh o cara certo pra mim e que mereço ser feliz... to confusas e pelo sim pelo nao... acabo ficando com ele por medo de sofrer.
Publicado por: ana às novembro 6, 2007 03:23 PM
Sempre dou o máximo de amor e carinho e nunca sou amado do mesmo tanto. Nunca da certo e sempre escuto a mesma coisa de sempre "Você merece uma pessoa melhor do q eu"...
n sei
Publicado por: João às janeiro 11, 2008 03:22 AM
Namorei uma pessoa há dois anos e meio nosso relacionameno acabou pq axei que ele não merecia o meu amor.OBS:me arrependo por ter sido infântil e ter perdido alguém que me fazia feliz.No entanto nao sinto vontade de voltar para ele, somente gostaria que me entendesse.O ano passado conheci meu atual namorado ele tem a mesma idade que eu por isso axei que se me envolvesse com ele os gostos e idéias seriam os mesmos...mais acontece que qdo eu lembro do relacionamento anterior tenho medo de deixar que a felicidade fuja de mim mais uma vez, intão acabo fazendo td o que ele deseja ele tem uma personalidade forte e eu também...enfim oki acontece é que a ultima palavra sempre é a dele é por isso que gostaria de saber o quê poderia fazer pra não se sentir assim e redescobrir realmente o meu verdadeiro valor emocional e espiritual???
Agradeço desde já...
Publicado por: Alessandra às fevereiro 23, 2008 01:05 PM
Amor e Apego
Amor e Apego são factores mentais diferentes. São duas partes distintas da nossa mente.
O Amor é um estado mental virtuoso. Tem a função de causar felicidade. O amor dá-nos felicidade porque em vez de querer ter, quer dar.
O Apego é um estado mental não virtuoso, ou seja, causa sofrimento. Destroi a nossa paz mental e descontrola a mente. É uma delusão (ilusão) porque distorce as características do objecto de apego. Quando há apego há agitação mental e descontrole. O apego leva-nos à dependência, tira-nos por completo a nossa liberdade. Com apego queremos sempre possuir o objecto do nosso apego. Queremos tê-lo.
Como se gera o apego? Primeiro achamos a pessoa atraente. Depois focamos a nossa atenção nas suas qualidades. Exageramos essas qualidades e distorcemo-las. Começamos a achar o objecto maravilhoso e queremos possui-lo. Esta atitude nasce por estarmos auto-centrados, por acharmos que somos importantes, devido ao nosso auto-apreço. “Como sou importante quero possuir”. Mas o objecto ao qual nos colamos é uma fantasia da nossa mente. Nem sequer existe.
O apego a objectos do passado - traz-nos depressão, tristeza, insatisfação... O problema não é recordar a pessoa do passado, é querermos tê-la novamente. Quanto maior for o apego, maior será esse ajuste e essa insatisfação e depressão. Pode até haver dependência a pessoas do passado, a pessoa fica agarrada ao passado e não consegue ser feliz.
O apego a objectos do presente - causa-nos angústia prensar que podemos ser separados deles. E fazemos tudo para não sermos separados. Isto causa-nos tanto medo que nem desfrutamos verdadeiramente da sua companhia.
O apego a objectos do futuro – apego por querer encontrar determinada pessoa. Passar horas e horas a pensar nisso. Isso representa uma insatisfação com o momento presente, com o Agora. Se chegarmos a alcançar este objecto, necessariamente ele vai conduzir-nos à insatisfação, desilusão e à criação de outros apegos.
O apego é muito aliciante, engana-nos. Parece que nos dá prazer. Mas conduz-nos a imensos estados que nos causam sofrimento: ciúmes, raiva (quando o objecto de apego não quer satisfazer os nossos desejos ou nós queremo-lo de determinada maneira e ele é de outra), mentira, cinismo, ... E devido ao apego também causamos sofrimento aos outros, porque só estamos interessados nas nossas necessidades, só queremos satisfazer os nossos desejos. E se nos interessarmos por outra pessoa ... a dor que causamos a quem está apegado por nós!
Porque é que hoje em dia as pessoas se separam tanto? Porque damos asas ao nosso apego. Deixamo-lo manifestar-se mais.
O apego está sempre presente nas nossas relações com as outras pessoas, a não ser que já tenhamos trabalhado no caminho espiritual.
O amor é uma atitude centrada no outro. Altruísmo. Considera o outro importante. Há 3 tipos de amor:
Amor Afectuoso – afecto. Sentirmo-nos bem com o outro porque gostamos dele. Calor. Gostar de...
Amor Apreciativo – aquela pessoa é importante. A sua felicidade é importante. Dar valor à pessoa. Dar liberdade à pessoa
Grande Amor – o desejo de fazer a pessoa feliz. É muito parecido com a compaixão. Se vemos a pessoa sofrer temos o desejo de libertá-la do seu sofrimento. Temos o desejo de lhe dar felicidade.
Qualquer destes amores dá-nos bem estar. Com eles o nosso coração abre-se. Estes tipos de amor nunca destroem a nossa paz mental. É mais poderoso que uma bomba nuclear: com amor nunca temos inimigos. Quando temos amor por outra pessoa temos paciência com ela. Surge vontade de dar e todas as mentes virtuosas da disciplina moral.
O amor sente felicidade quando o outro está feliz, quer seja connosco ou não. O apego quer o outro feliz, para nos fazer feliz a nós. A melhor forma de distinguir o amor e o apego é que com apego estamos auto-centrados, enquanto que com amor estamos centrados no outro. Com apego queremos que o outro nos algo, queremos receber algo em troca. Com amor estamos centrados no outro sem querer nada em troca.
Por causa do apego sentimos que o amor nos trona susceptíveis aos outros. Mas isso é o apego e não o amor. Há pessoas que desistem de ter relacionamentos por terem medo de sofrer. Mas assim, por causa do seu apego, acabam por desistir do amor. Quando vemos um cão ou um gato sentimos afecto naturalmente porque eles não nos põem em risco. Uma pessoa já põe ... pode causar-nos sofrimento.
Devemos reconhecer que somos dependentes dos outros: tudo o que eu tenho vem dos outros: a roupa, os livros, a língua que falo, o dinheiro que ganho, ... Assim podemos gerar humildade e amor.
O desapego não significa indiferença. Desapegarmo-nos pode ser dar mais amor aos outros. Amar mais os outros significa estar mais desapegado deles.
O apego restringe o amor que poderíamos sentir por um conjunto de seres infinitos a um pequeno conjunto de pessoas, que são as que satisfazem os nossos desejos. Quando temos apego o nosso amor está muito canalizado a um número restrito de pessoas, que são as pessoas que nos dão prazer. E o nosso amor está muito condicionado por aquilo que os outros nos dão ou deixam de nos dar. Se tivermos amor ele estende-se a todos os seres e não está condicionado ao que eles são e fazem.
Publicado por: Anonymous às março 24, 2008 03:33 PM
Devemos ter consciência dos nossos sentimentos e das atitudes em que seja tarde demais. Se ouvir uma música relaxante, espiritual ou de ambiente , sentir um aperto no peito, e pensar em alguem, não de esqueça de o amar e esperar, o amor é gratuito, não o peça em troca, ou se sente ou não
Publicado por: Anonymous às março 31, 2008 08:44 PM
Sinto-me feliz porque pela primeira vez o meu amor foi maior que o meu apego. Parece tudo tão contraditório, mas pela primeira vez pude perceber “ao vivo e a cores” o que estas teorias significam. Quando amamos fazemos coisa pelo o outro, com amor, com um sentimento de paz, com contentamento e alegria. Não fazemos porque temos de fazer, porque nos sentimos obrigados, porque é nosso dever. Fazemos porque nos apetece. Porque nos apetece fazer o outro feliz. Porque isso nos dá prazer. Fazemos porque ver o outro feliz nos deixa felizes.
Quando temos apego fazemos as mesmas coisas mas todos por mil motivos diferentes. E nem um deles nos dá a paz e serenidade que faze-lo por amor nos dá. Fazemos porque queremos ser agradáveis, porque queremos que o outro goste de nós, porque temos medo de ser rejeitadas, porque temos medo que ele nos deixe se não fizermos, porque é a nossa obrigação, porque é o nosso dever, porque, porque, porque... tantos porque e nenhum prazer em nenhum deles. Apenas fazemos Porque há algum motivo, que não é a verdadeira felicidade de fazer isso.
Pela primeira vez na vida, senti que amei mais em vez de ser o apego a ganhar. Senti-me bem a maior parte do tempo. Senti-me feliz com o namoro grande parte do tempo. Senti-me feliz com ele. Senti que gostava dele. Mas talvez estivesse a ver tudo muito mal. Foi o meu namoro mais curto. Ele acabou. Talvez nunca tenha percebido o que sentia. Talvez não fosse suficiente para ele.
Mas na verdade não interessa. Talvez por ter menos apego desta vez, consigo aceitar melhor que ele se tenha ido embora. E se foi porque quis, nada posso fazer, ou melhor, nada quero fazer para que fique contra vontade.
Não fui perfeita em nenhum momento, mas do meu lado sei que tive muito momentos felizes e é esses que vou guardar. Foram os sentimentos de amor, que ninguém percebeu sem ser eu. Mas com esta experiência percebi também que o amor é apenas um sentimento interior e que só nós o podemos sentir. Percebi talvez uma outra teoria de que tanto se fala “por muito que uma pessoa sem auto-estima seja amada não vai sentir-se amada”. O amor está apenas no nosso coração. Não tem cheiro, não tem cor, não tem nada. Apenas quem o tiver no coração também o pode sentir. Talvez o possamos transmitir ao outro, mas apenas se ele tiver com os olhos abertos o pode ver. Se não vai ver apenas as unhas afiadas e para ele essas é que terão valor.
Sei que neste curto namoro ultrapassei várias etapas as quais não teria conseguido antes.
Mesmo tudo acabando assim e tão rapidamente, agradeço a oportunidade que me deu mais confiança em mim própria porque nem por um momento fui outra, ou tentei ser outra que não eu. E isso deu-me mais confiança e amor por mim própria do talvez alguma vez tive!.
Não durou! Paciência! Concedei-me senhor capacidade para ACEITAR AS COISAS QUE NÃO POSSO MODIFICAR.
Mas deixa-me manter o amor próprio que é algo, para mim muito periclitante, e o qual só tenho ganho nos últimos tempos e que me dá coragem para continuar e saber que esta prova, embora triste, valeu a pena.
Publicado por: Anonymous às abril 3, 2008 01:14 AM
Apego
Com apego, observamos um objecto (homem) e consideramo-lo como a causa da nossa felicidade, e por isso queremos possui-lo. O apego empurra-nos para fora (de nós) porque quer observar o tal objecto, ficar a vê-lo, a imaginá-lo. A mente ignorante, ao pensar que o objecto é a causa que lhe dará felicidade, cria a sua própria infelicidade. Ao tentar possui-lo arranja imensos problemas. O prazer que obtemos do objecto é apenas a redução temporária da nossa insatisfação. O apego deve-se à nossa atenção imprópria: focamos a nossa atenção nas qualidades do objecto e exageramo-las. O objecto “que nós vemos” não existe. Mas não conseguimos ver mais nada. Não conseguimos ver os seus defeitos. Assim queremos possuí-lo.
O apego é uma delusão subtil. É mais difícil de identificar que a raiva.
No momento em que há apego não há amor e vice-versa. Estes dois estados mentais não existem ao mesmo tempo. Quando tenho apego quero receber felicidade do objecto. Preciso do outro para ser feliz. Quando sinto amor quero dar felicidade ao objecto. Quero dar felicidade ao outro e com isso sou feliz.
Devemos tentar descobrir quais são os desejos que nos trazem insatisfação (apego) e os que nos trazem satisfação (bons).
1) Ver quando surge o apego
“A partir daquele momento eu preciso comer a pizza para ser feliz”. A mente que busca a felicidade no exterior. Precisamos de criar sabedoria que é capaz de identificar o que está a destruir a nossa paz e a procurar a felicidade lá fora. Sem esta sabedoria vamos atrás do objecto de apego.
2) Temos que verificar as falhas da mente de apego.
Podemos seguir as mentes de apego e observar as suas consequências. No inicio não conseguimos simplesmente deixar de tê-las. Fazer isto e reconhecer o apego já demonstra alguma sabedoria. Ainda não temos força para nos libertar do apego, mas já nos damos conta e isso é muito importante para que um dia consigamos decidir prescindir dele. Se formos capazes de observar o apego e as suas consequências mais tarde quando uma situação idêntica surgir já sabemos quais são as consequências. Com isto estamos a destruir a atenção imprópria, o exagero que fazemos das qualidades do objecto de apego.
Quanto mais amor tivermos, em vez de apego, sentimos mais paz interior e mais prazer. Então começamos a preferir isso. Temos que usar esta sabedoria e decidir “não, desta vez não vou seguir esta miragem. Vou decidir pela paz, prazer e felicidade”.
3) Amar o Outro
Desenvolvendo o nosso amor, diminuímos gradualmente o apego.
Publicado por: Anonymous às maio 7, 2008 11:38 PM
Esses depoimentos são de grande importância para
muitas pessoas que sofrem e não sabem explicar o pq de tanto sofrimento.Talvez seja justamente esse apego que é confundido com amor.Aprender a aceitar já é um gramde começo para a libertação,de seus corações!Talvez se parássemos um pouco e olhássemos pra nós mesmos , não cometeríamos tantos erros.
Publicado por: maria das dores andrade sirqueira às julho 5, 2008 03:26 AM
Estou doente!
Nunca fui uma pessoa ciumenta.Mas depois dos 40 me tornei obsessiva.Principalmente com a ex dele.Não tenho mais vida. Só penso nele, nela, nos filhos dele, aceito tudo o que ele faz e pede, sofro com isso. Não tenho mais vida própria, reconheço o mal mas não consigo sair. Isso já afetou minha saúde, não entendo porque faço isso comigo. Ele acha tudo o que ele faz natural.Muitas amigas a assistência constante para a ex, suas visitas eram constantes a ela até que ela espalhou que se tornara amante dele. Pedi tanto para ele se afastar dela, e mesmo dando no que deu ele diz que não tem nada a ver, só que eu acho falta de respeito comigo.To desesperada e para piorar, moro em Mato Grosso do sul em Campo Grande e aqui não tem MADA.
Publicado por: Angela às outubro 31, 2008 08:06 PM
O fato de que para nós os homens mais atraentes são aqueles que parecem carentes faz sentido se entendemos o desejo de sermos amadas e ajudadas como a origem de nossa atração.
Do livro MEDITAÇÕES DIÁRIAS PARA MULHERES QUE AMAM DEMAIS - Robin Norwood
Publicado por: Anonymous às novembro 8, 2008 08:17 PM
Conversando com minha pssicológa, ela me disse o seguinte: Você vive num mundo de ilusão.
Parei para pensar sobre o que ela me disse: "esse tipo de relacionamento não existe". O fato é que com a terapia descobri que sou extremamente egoista. Quando sonho com o parceiro ideal, penso num homem romântico, que me leve p/ jantar fora que me mande flores, que satisfaça meus desejos. Descobri que acho um porre dividir minha cama com alguém. Aíiiiiii... como isso me incomoda... descobri também que acho muito chato acordar no sábado com o compromisso de levantar preparar café para alguém, ou ter alguem para almoçar em casa. Coisas que para algumas pessoas são prazerosas, para mim é um sacrifício. Gosto de acordar sem compromisso, sem hora para levantar , sem hora para comer. Sou individualista. O fato é que minhas atitudes não correspondem às minhas palavras, digo que quero alguém para compartilhar, etc e tal, mas, no fundo quero apenas receber... bem, com essa descoberta quem sabe consiga ser um pouco mais generosa... crescer um pouco mais...
Publicado por: Anonymous às novembro 9, 2008 05:18 PM
ai!!!! eu nem sei a mais de 2 anos amo pessoa;somos felizes .em ''termos'' ele se separou da mulher ,mas ainda n saiu de casa a vida dele com certeza esta pior que a minha,mas eu exijo mais e mais dele a cada dia que se passa.
porque o amo de mais ,a ex dele estourou todos os cartaões de cretito dele e para o meu desespero n tem como ele vir morrar aqui comigo.segundo ele e outras pessoas da familia dele,logicamente todas as dividas tem que ser pagas primeiro e até porque eu tambem estou desenpregada a 5 meses .entaõ o jeito´é esperar ... espero somente aguentar...ele já comversou com a ex sogra e sogro disse-les que tem outra mulher e q vai sair de casa em breve ! p/ a mãe e pai dele ele disse que n enporta se quiserem me aceitar tudo bem,se n ele vai ficar comigo da mesma maneira ...pois ele ama a mim e n se inporta c/ o opiniaõ de ninguem.sei de tudo isso porque ele me fala .e mais ainda porque as irmãs dele me contãõ,moramos no mesmo bairro e andamos o tempo todo como o casal mais apaixonado do munto e muitos comentão o quanto somos apaixonados todos sabem da nossa istoria ,e muitos torsem por nos .para todos ou maioria eu sou a esposa dele atual e fico felis quando os amigos dele vem procura-lo aqui em casa ,por n acha-lo em casa eu só espero aguentar ...a espera a minha historia é muito grande. sera realmente que ele me ama por tudo que esta acontesendo??????sem ele eu n sou ninguem...
Publicado por: selma às novembro 24, 2008 11:51 PM
Nem sei como começar...Me envolvi com uma pessoa no trabalho ja fazem três anos de confusão,tenho 27 e ele 38 anos,quando comecei a namora-lo sabia q tinha 2 filhos mas ele disse que separado e ñ vivia mas com ex,era tudo mentira ambos procuravam um ao outro,mas ñ tinha amor emuito menos respeito entre os era só baixaria e sempre colocavam os fihos no meio.Pensei vou pular fora enquanto é tempo,depois de três ele me procurou,dizendo q me amava e pediu para dar uma chance pra nos conhecermos melhor,então aceitei,ele era muito carinhoso,atencioso,fazio todos os meus caprichos...depois ele começou com um ciume doentio,eu ñ podia mas sair sozinha com as amigas só com ele,comecei a ficar sufocada,tentei terminar mas ele começava a chorar dizendo q ñ tinha mas sentido viver sem mim,depois ficava agressivo chegou até a me bater,ameaçava,aí ele se arrenpendia e implorava pra voltar e essa situação ja dura 3 anos.Estamos separados a 1 mês ele ñ aceita o fim,uma hora diz q me ama loucamente q vai me fazer a mulher mais feliz desse mundo,outra hora diz q se eu ñ ficar com a minha vida vai virar um inferno...O que eu ñ entendo disso tudo,pq que eu ainda sinto falta dele mesmo sabendo q ele é um doente.A minha cabeça está confusão total.Ele diz que ja começou a fezer terapia,ja pediu o divórcio,me pediu em casamento,diz q quer me reconquistar e que precisa da minha ajuda pra continuar o tratamento.
Publicado por: Claudia às dezembro 2, 2008 07:39 PM
É devido à falta de compaixão que certos casamentos duram pouco tempo. Essas uniões assentam no apego emocional que se baseia em projecções e expectativas. Basta que as projecções mudem para que o apego desapareça. O nosso desejo pode ser tão forte que vemos como perfeita a pessoa por quem sentimos apego, por mais defeitos que ela tenha, e damos uma importância exagerada às suas qualidades. Isto significa que o nosso amor é mais motivado por uma necessidade pessoal do que por um verdadeiro afecto pelo outro.
Publicado por: Anonymous às dezembro 10, 2008 09:47 PM
Amor ou Apego? por Tsering Paldron
O amor é um sentimento essencial, sem qual a vida não é possível. Mas os excessos da paixão levam-nos a cometer actos que não imaginaríamos possíveis. Será possível distinguir entre amor e apego?
http://www.e-dharma.org/new/index.php?option=com_content&view=article&id=66:amor-ou-apego&catid=39:arte-de-viver&Itemid=62
Publicado por: Anonymous às fevereiro 21, 2009 11:08 PM