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junho 21, 2006

Controlo. Manipulação. Comportamento Compulsivo. Desprendimento vs Obsessão.

Publicado por marmad5 às junho 21, 2006 01:25 PM

Comentários

A vida é real, séria e grave. Não é? Depende de como olho para ela. Algumas vezes tenho tendência a ficar excessivamente séria, especialmente em relação a como sou ocupada, a como é importante resolver cada item da minha agenda nas próximas poucas horas. Uma mulher contou que ela acordou num sábado e, como de hábito, começou a fazer mentalmente uma lista de coisas que pretendia fazer naquela manhã. De repente, decidiu escrever cada item da lista. Quando terminou, os dois lados de uma folha de papel ofício estavam cobertos com uma lista de tarefas que ela levaria muitos dias de trabalho ininterrupto para cumprir. Eu também percebi que ser séria demais pode me fazer perder a noção da realidade.

Publicado por: Anonymous às junho 21, 2006 01:26 PM

Observar - Pensar demais sobre os outros rouba a serenidade da mente: o que eles fizeram, o que eles deveriam ter feito, o que eles falaram, o que eu gostaria que eles falassem. Pequenas coisas se tornam enormes. E como não conseguimos nos livrar delas, criamos sentimentos negativos. Neste caso é melhor observar do que absorver, envolver-se ou reagir demais. Observar nos dá a paciência e a claridade para pensar e agir adequadamente. Observar cria um foco interior que nos permite ver a realidade.

Publicado por: Anonymous às junho 21, 2006 01:27 PM

PENSAMENTO OPOSTO. A mente só consegue ter um pensamento de cada vez. Para criar um padrão positivo, sempre que um mau pensamento se instala na minha mente, substituo-o imediantamente por um pensamento positivo. Primeiro tenho de ter noção de que estou a ter pensamentos pouco inspiradores. Depois tomo consciência de que assim como o deixei entrar na minha mente também o consigo substituir por outro mais alegre. Portanto substituo-o por outro pensamento. Concentro-me em ser alegre e enérgica. Sinto que estou feliz. Esboço um sorriso. Dentro de minutos noto uma diferença enorme na maneira como me sinto. Se insistir na prática do pensamento oposto sempre que os maus pensamentos me visitam, eles perdem efeito. A qualidade dos meus pensamentos determina a qualidade da minha vida.

DE: Paula
HORA: 12/3/2005

Publicado por: Anonymous às junho 22, 2006 06:16 PM

O desprendimento não significa afastamento da pessoa de quem gostamos, mas da angústia do envolvimento.
...
A obsessão com outra pessoa ou com um problema é algo terrível quando somos apanhados por isso. Já viu alguém obcecado com outro ou com alguma coisa? Essa pessoa não sabe falar de mais nada. Mesmo que pareça estar a ouvir quando se fala, não está a ouvir-nos. A sua mente está a agitar-se, a rodar, às voltas numa corrida interminável de pensamento compulsivo. Relaciona tudo o que lhe disser, mesmo que não tenha relação nenhuma, com o objecto da sua obsessão. Repete a mesma coisa vezes sem conta, mudando ligeiramente as palavras ou usando as mesmas. Dizer-lhe que pare não o ajuda. Provavelmente fá-lo-ia se pudesse. O problema é que de momento não pode. Está a rebentar com a caótica energia de que é feita a obsessão.
...
Quando se está obcecado não se consegue evitar deixar de pensar naquela pessoa ou naquele problema. Não se sabe o que está a sentir. Não se sabe o que se está a pensar. Nem sequer se tem a certeza do que se devia fazer, mas tem de se fazer algo, e depressa!
...
Quanto mais precisa de se desprender é quando lhe parece a coisa menos provável ou possível de fazer.

Publicado por: do Livro Vencer a Co-Dependêcia, Melody Beattie às junho 29, 2006 12:03 PM

É tão difícil largar os velhos hábitos!. E de todos, acho que para mim o controlo é o mais difícil de largar. Graças a Deus agora reconheço-o logo (quer dizer, quase logo) quando ele aparece feito pantera pronta a saltar sobre qualquer tema que queira subjugar. Criámos este novo altar. Na mesma noite dei comigo na cama a ruminar “Quem virá ao altar? E se escreverem coisas do género que não queremos? E se as tivermos que apagar?” Meu Deus !!! Outra vez o mesmo ! E parece que qualquer coisa serve para por a “engrenagem” de novo a funcionar. E lá estava eu a preocupar-me e a controlar coisas que não aconteceram, provavelmente não acontecerão e de qualquer maneira não têm importância nenhuma. Apercebi-me do que estava a fazer e de volta à paz e serenidade adormeci na alegria de termos reaberto o ACC.

Publicado por: Codinha às julho 15, 2006 12:51 AM

Não, eu não sei sempre qual o caminho a seguir, aonde ir, o que fazer. Mas MADA diz: "Não se desgaste ficando ansiosa. Peça uma resposta a seu Poder Superior e então relaxe. A inspiração virá,
algumas vezes diretamente, outras indiretamente."
Houve um tempo em que eu achava que tinha de ter respostas para tudo. E elas tinham de ser rápidas, seguras, positivas, certas. Hoje, eu não sei. Desisti de ter que saber, quando MADA me mostrou uma forma melhor de viver.
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Para Hoje: A indecisão me deixa em pânico. Não importa se preciso agir rapidamente ou se tenho algum tempo para pensar, a resposta virá livremente se eu a pedir.

Publicado por: Literatura MADA às julho 20, 2006 11:49 AM

O excesso mata exatamente as qualidades que busco em cada coisa, sejam elas posses, atividades ou relacionamentos afetivos. Amar compulsiva e obsessivamente me dá uma ilusão de conforto, mas o que começa como uma tentativa de satisfazer necessidades inadequadas, logo adquire vida própria, exigindo mais e dando menos em troca.
O verdadeiro conforto é encontrado no equilibrio e na sanidade da abstinência. Tão profundo e puro é este conforto, que vale a pena sofrer qualquer problema ou dor que eu possa ter que sofrer para atingi-lo.
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Para Hoje: Abstinência em relação ao amar demais é um estado de espirito, não uma terapia. Concedei-me abstinência hoje e, se for preciso, a boa vontade de ir às últimas consequências para
consegui-la.

Publicado por: Lietratura MADA às setembro 17, 2006 01:47 PM

O SOFRIMENTO TRAZ MUITOS BENEFÍCIOS

Zanguei-me tanto com a minha irmã e com a minha mãe. Foi uma gritaria como não havia há muito, muito tempo. Fiquei péssima. Num estado de nervos ... tive que tomar um calmante senão já estava no caminho do choro e da depressão, do querer morrer porque esta vida é uma merda e porque nunca ... nunca??? Pois é isso, nunca iam gostar de mim! E é verdade. Em todas as brigas há uma tremenda chantagem emocional e desde sempre acabei por ser a culpada fosse qual fosse o motivo. A minha mãe uma adicta a comprimidos e à comida, a minha irmã uma alcoólica em consumo sempre se deram bem, num uníssono em que negam tudo o que acontece de mal. E assim quem ficava para culpar? Eu, claro! Sempre foi assim. E sempre tive a esperança que deixasse de ser assim. Sempre tive a esperança de que um dia a minha mãe olhasse para mim e simplesmente me visse, me considerasse.

Depois de falar com uma amiga comecei a pensar no que ela me disse:
“Como é que queres ter uma conversa normal com elas se elas são doentes?”
E de repente fez-se luz! Passei todo o ano a tentar modificar a relação que tínhamos. Pensava, agora tenho muito mais paciência, ... então vamos dar-nos bem! Que estupidez!!! Continuava a tentar controlar a situação, controla-las a elas. De repente percebi que continuava a tentar manipular a situação. E que em vez de aceitar o que viesse, os seus comportamentos completamente desequilibrados continuava a querer ter uma relação “normal” com elas. Foi como se fizesse luz! Tive uma consciência tão grande disto, que não estava a aceitar as coisas como são, que estava completamente frustrada porque as coisas não mudavam como eu queria, e então pela primeira vez consegui entregar a minha mãe e a minha irmã. E foi completamente libertador! Perceber que andava a tentar controla-las e que com isso só podia ganhar raiva e frustração. Que a única hipótese era aceitar o que viesse, fosse o que fosse e esquecer, esquecer esse lindo sonho da infância de que um dia poderíamos ser uma família feliz!
Pela primeira vez larguei-as. E fiquei tão leve. Saiu-me um enorme peso de cima.

Ainda tenho que passar por este processo com o meu pai. Espero agora poder ampliar esta “descoberta” e não ter que ir também bater bem fundo para o entender. É que foi mesmo uma descoberta. Embora soubesse toda a teoria um milhão de vezes, foi a descoberta de a por prática pois só naquele momento em que se fez um “clik”.
Para mim foi bem mais fácil (ou pelo menos rápido) aplicar estes conhecimentos aos homens do que à minha família. E agora espero sempre relembrar-me deste momento e não perder este sensato conhecimento. Calculo que basta estar distraído para recomeçar a esquecer lentamente ...

Publicado por: Anonymous às outubro 4, 2006 11:44 PM

Como nunca soube aceitar o sofrimento sempre me rebelei contra ele. Ora com agressividade ora fugindo.

Agora percebo como qualquer contrariedade me perturba, me irrita ou deixa deprimida. Aceitar as coisas como elas são e sem as querer mudar este é o caminho que tenho que continuar a aprender a percorrer.

Aceitar qualquer situação insatisfatória ou dolorosa é o mesmo que perceber que as coisas não são nem tem de ser como eu desejo. E eu sempre quis controlar tudo para que tudo fosse como eu desejo.

Percebo que há arrogância nesta atitude, como se Eu fosse tão importante que as coisas têm que ser à minha maneira e como eu quero.

Percebo como era mimada e sempre queria tudo à minha maneira. Fazia birra se não era assim. E pensava que a culpa estava nos outros que não faziam o que eu queria porque não gostavam de mim ou ... ou ....

Este programa traz uma luz bem diferente. E é terrível ter de descobrir que afinal todas essas birras e sentimentos se devem unicamente a mim própria e à forma como lido com as situações.

Perceber que as coisas não acontecem como quero e aceitá-las tal como são, sem querer mudar nada e manter-me atenta para não deixar as minhas expectativas não satisfeitas interferir na minha paz de espirito é o caminho que quero seguir.

Publicado por: Anonymous às dezembro 13, 2006 12:53 AM

Muitos de nós chegaram ao programa convencidos de que os nossos sentimentos, as nossas vontades, e as nossas necessidades, eram da maior importância para toda a gente. Havíamos praticado toda uma vida de comportamentos egocêntricos, olhando unicamente para nós mesmos, e acreditávamos que essa era a única forma de viver.
O egocentrismo não termina unicamente porque deixámos de usar drogas. Talvez estejamos a ir ao nosso primeiro evento social de NA e tenhamos a certeza de que toda a gente na sala está a olhar para nós, a tirar-nos o inventário, a julgar-nos. Podemos exigir que o nosso padrinho ou madrinha esteja disponível para nos ouvir sempre que queiramos - e eles, por seu lado, podem sugerir-nos carinhosamente que o mundo não gira à nossa volta. Quanto mais insistirmos em ser o centro do universo, menos satisfeitos nos sentiremos com os nossos amigos, com o nosso padrinho ou madrinha, e com tudo o resto.
A libertação da auto-obsessão pode ser encontrada se nos concentrarmos mais nas necessidades dos outros e menos nas nossas próprias. Quando os outros têm problemas, podemos oferecer-lhes a nossa ajuda. Quando os recém-chegados precisam de boleia para as reuniões, podemos ir buscá-los. Quando os nossos amigos se sentem sós, podemos passar tempo com eles. Quando nos sentimos sem amor ou ignorados, podemos dar a outra pessoa o amor e a atenção de que precisamos. Ao darmos, recebemos muito mais em troca - e essa é uma promessa em que podemos confiar.

Só por hoje: Vou partilhar o mundo com outros, sabendo que eles são tão importantes quanto eu. Vou alimentar o meu espírito ao dar de mim próprio.

Publicado por: Literatura na às dezembro 21, 2006 03:06 PM

A CORDA

Esta história conta-nos sobre um alpinista que queria subir a uma das mais altas montanhas. Começou a sua aventura após muitos anos de
preparação, mas como queria toda a glória só para ele, decidiu escalar a montanha sozinho.

A noite caiu serrada no pico da montanha, e o alpinista não conseguia ver nada. Estava tudo escuro. Visibilidade zero, com as nuvens a cobrir a lua e as estrelas.

Enquanto subia, já a poucos metros do cume da montanha, escorregou para trás, caindo a uma grande velocidade. Enquanto caía não conseguia
ver nada não ser manchas escuras, e sentiu-se como se a ser sugado pela gravidade. Continuou a cair... e nesses rápidos momentos, com um medo aterrorizador, passaram-lhe na mente todos os bons e maus episódios da sua vida.

Estava a pensar o quão perto estaria da morte, quando de repente sentiu algo a puxar violentamente a corda que tinha amarrado à cintura.
O seu corpo ficou pendurado no ar... apenas seguro pela corda. Nesse momento de pausa, não se viu com outra escolha senão gritar: DEUS, AJUDA-ME!!

Subitamente, uma voz profunda vinda do céu responde:
- O que queres que eu faça?
- Deus, salva-me!!
- Acreditas mesmo que eu te posso salvar?
- Claro que acredito!
- Então corta a corda que amarraste à tua cintura...

Houve um momento de silêncio após o qual o alpinista decidiu segurar-se à corda com toda a sua força.

A equipa de salvamento conta que, no dia seguinte o homem foi encontrado morto e congelado... com o seu corpo pendurado por uma corda, as suas mãos agarravam-se a ela com muita força... APENAS A 3
METROS DO CHÃO...

E tu? Quão apegado estás à tua corda?
Quando te vais soltar?

Publicado por: Anonymous às dezembro 23, 2006 12:22 AM

Influência

Se existe alguém criando uma sombra sobre você, não pense negativo, pense apenas que esta pessoa é diferente de você. Eu não posso mudá-la, mas posso mudar minhas respostas. Se continuo a ter uma visão de amor e respeito por ela terei
uma boa possibilidade de influenciá-la. Reajir seria colocar uma barreira na comunicação. Se mudo minha atitute - não por diplomacia ou cortesia artificial mas vendo o valor dela - haverá uma boa comunicação. No momento certo mudança poderá acontecer.

de B.K. Jayanti

Publicado por: Anonymous às dezembro 29, 2006 09:06 AM

"Quando acontece algo muito doloroso emocionalmente, e dizemos a nós mesmos que falhamos, estamos na verdade dizendo que temos controle sobre isso: se nos modificarmos, o sofrimento cessará. Esse pensamento vale para todos nós. A dinâmica está por trás de muitas das auto-acusações em mulheres que amam demais. Culpando-nos, prendemo-nos à esperança de que seremos capazes de descobrir onde está o erro e
corrigi-lo, controlando, dessa forma, a situação e fazendo o sofrimento cessar."

do livro MULHERES QUE AMAM DEMAIS - Robin Norwood

Publicado por: Anonymous às janeiro 10, 2007 12:38 AM

Mulheres que amam demais provêm de famílias em que foram muito solitárias e isoladas, rejeitadas ou sobrecarregadas de responsabilidades desproporcionais, e que, dessa forma, tornaram-se superatenciosas e auto-sacrificantes; ou foram submetidas a um caos perigoso, de forma que desenvolveram uma compulsão de controlar as pessoas ao redor e as situações em que se encontravam.

Do livro MULHERES QUE AMAM DEMAIS - Robin Norwood

Publicado por: Anonymous às março 28, 2007 10:02 AM

É tão estúpido este vicio de controlar as coisas, de saber o que se passa ao meu redor. Noto que quando estou numa festa ou num grupo em que não estou completamente à vontade uma parte de mim está sempre atenta ao que se passa, sabe exactamente onde cada um anda e o que anda a fazer. Isto é inconsciente, mas agora já me ando a dar conta de que faço isso. E ao ver-me fazer isso percebei que isso está associado a uma sensação muito subtil (tão subtil que quase não se nota) de mal estar, de desconfiança e de medo de que a qualquer momento as coisas possam correr mal. Ou seja, de que a qualquer momento apareça um perigo vindo de algum lado quando menos se espera.
Compreendo que este comportamento foi adquirido em criança por viver numa casa onde discussões poderiam aparecer vindas do nada em qualquer momento e vindas de qualquer direcção. Controlar o ambiente e o que cada um estava a fazer era um meio de me proteger de qualquer agressão que viesse aí.
Mas hoje já não preciso disso. UFA!!! Escrevi isto e senti que preciso, preciso e preciso. Senti-me nua sem essa atitude e com imensa vontade de mante-la.
Talvez precise em algumas circunstâncias. Mas noutras não.
Talvez tenha que descobrir em quais as devo manter (como na casa dos pais por exemplo) e quando em vez disso posso simplesmente relaxar e descontrair.
Parece que em 90% das vezes a posso descartar.

Publicado por: Anonymous às março 28, 2007 10:16 AM

Uma pessoa que tem obsessao por vezes pode-a levar a uma loucura, como por exempolo matar-se?

Publicado por: Patricia às julho 15, 2007 12:53 PM

sim
Amar Demais pode levar ao suicidio
por isso é tão importante entrar em recuperação

Publicado por: Anonymous às julho 15, 2007 01:05 PM

obsessão por outra pessoa...ta sendo muito dificel de lidar com isso,ainda mais qdo vc é um kra de 20 anos q não consegue parar de pensar no seu amigo,as vesez fikva me perguntando se eu era gay...mais não sinto nada em relação a le em termos de sexo,pelo contrario sou totalmente resolvido com minha sexualidade,gosto de mulher, mais tenho o tempo todo vontade de saber o q ele ta fazendo,o q ta pensando de mim,com quem ele ta falando,fico esperando ele me ligar,estou o tempotodo tentando ajudar ele de alguma forma,tinha horas q isso me deixava doido,num aguentava mais fikr pensando nele,e qdo eu achava q ele tava me evitando era como se eu sentisse uma dor forte no peito,como se nada mais existiçe alem dele.

Graças a Deus me afastei um pouco dele,consegui me controlar mais,agora so falo com ele de vez em qdo,estou melhor.
Enfrentei isso sozinho,a unik coisa q me ajudou a superar isso e entender o q eu tinha,foi esse site....orbrigado
espero q me mandem recados por e-mail..
valew!!

Publicado por: Brother às julho 26, 2007 02:51 PM

"Para a mulher que ama demais, a doença principal é a dependência da dor e a familiaridade com um relacionamento insatisfatório.Na verdade,
isso é gerado a partir de modelos de toda uma vida que se estenda à infância, mas ela deve antes de tudo lidar com os modelos atuais para
se recuperar.Não importa até que ponto seu parceiro seja doente, cruel ou desamparado, ela deve entender que toda tentativa de mudá-lo, ajudá-lo, controlá-lo ou culpá-lo é uma manisfestação de sua própria doença, e que precisa parar com esse tipo de comportamento para que outras áreas de sua vida se aperfeicoem.O único esforço legítimo é para consigo própria."-

do livro MEDITAÇÕES PARA MULHERES QUE AMA DEMAIS-
Robin Norwood.

Publicado por: Anonymous às outubro 24, 2007 01:44 AM

Sofro por ter uma pessoa obsessiva por mim, é uma criança, menor de idade, completamente obsecada pela minha vida. o pior é que os pais não acreditam no problema. Peço ajuda sobre o que devo fazer.

Obrigada,

Publicado por: Anonymous às novembro 14, 2007 06:43 PM

eu estou precisando de ajuda!! eu reconheço que sou uma dependente emocional...eu não consigo ficar sem amar alguém e quando eu amo tudo vira alegria em minha vida..mas quando a pessoa me deixa , o meu mundo acaba!! eu sofro demais ,porque me apego muito fácil aos homens e eles logo percebem que sou fraca pra amar e pisam me mim...não ligam pra mim , não querem o meu amor..isso me faz sofrer demais!!preciso de tratamento urgente,pois não tou vivendo minha vida...estou vivendo a vida do outro....quando alguém que amo me abandona: não consigo estudar , trabalhar , me divertir...eu me resumo em chorar e chorar...preciso mudar!!!

Publicado por: silvia às dezembro 6, 2007 03:19 PM

Amo uma pessoa comprometida, ela no início dizia que não gostava da esposa, mas depois com o tempo eu percebi que ele foi se importando com que ela fazia demais,me incomoda até hoje, amo realmente, e sei que quem amam também liberta, quero libertá-lo, pois digo a ele se ele me deixar ele vai se arrepender, achoq ue não fosse isso ele já tinha me deixado.

Publicado por: anônima às abril 13, 2008 02:31 AM

"Relacionamentos compulsivos podem seu mistério quando vistos como necessidade propulsora, embora inconsciente, de controlar no presente o que foi incontrolável no passado. Quanto mais opressiva foi a experiência, ou experiências, na infância, maior será a necessidade - e compulsão - inconsciente de recriar os mesmos climas ou situações emocionalmente carregadas na fase adulta e tentar controlá-los. Uma abordagem muito mais saudável e sensata é estar disposta a enfrentar qualquer coisa do passado que precise ser tratada e curada. Quando estamos dispostas a isso, as lembranças começam a se desdobrar tão rapidamente quanto nossa capacidade de lidar com elas.
Confie nisso.
Quando nossa história enterrada passa a fazer parte de nosso conhecimento consciente, nossas ações relacionadas a ela tornam-se também mais conscientes. Onde havia compulsão, agora há uma escolha. Pode não ser uma escolha fácil, pois abandonar antigos padrões de comportamento é embaraçoso. Mas, quando a escolha é possível, repetir deliberadamente um comportamento doentio torna-se ainda mais embaraçoso do que abandoná-lo".

Do livro MEDITAÇÕES DIÁRIAS PARA MULHERES QUE AMAM DEMAIS, de Robin Norwood.

Publicado por: Anonymous às julho 6, 2008 08:49 PM

O que fazer de uma história que era pra ser futil, como tantas que ja tive e nao me afetaram mas que foi tomando proporçoes dentro de mim.??/ Tenho obsessao por um cafajeste, sem o menor repeito pelas mulheres! Resolvi me afastar depois de tanto que fui atrás, pra ver o que acontece (mas muita coisa me lembra ele: músicas, pessoas parecidas com ele, enfim). Sei que é um perseguição mental. Mas tem um detalhe: como já tivemos sum relacionamento íntimo algumas vezes, pus na cabeça de tê-lo novamente e so mais uma vez! Só que ele,percebendo meu envolvimento emocional, resolveu se afastar. Sei que basta ligar pra ele e propor sairmos. Mas tenho medo dele! Penso que tiraria da cabeça se o conseguisse ao menos uma vez! (detalhe: só saimos por um mês e já faz mais de un ano!). Já tive alguns depois dele mas criou-se um desejo desenfreado. Minhas amigas ja pensam que estou louca, pois volta e meia só falo nele. Ele nem se lembra mais! Encontrei-o em uma festa, puxei conversa, esperando o convite...Fui fácil demais, para um cafajeste. Ficou feio pra mim, pq estavam presentes pessoas da minha familia! Sei que ele sente atração por mim mas nao me procura, de propósito. Sei que é pq me acha fácil. Quanto mais dificil esse homem, mas o desejo de tê-lo ao menos um vez!! O pior é que fica com todo tipo de mulher,faz o gênero frio!Isso me irrita! Sei que nao vai dar em nada, só sofri demais. Acho que é pq se faz de dificil, isso é que me deixa mais louca!! O que fazer??

Publicado por: meire às julho 28, 2008 05:29 AM

CONTROLO E AJUDA

Tentava ajudar? Pensava que sim. Mas na verdade só queria fazer as minhas vontades. Impor as minhas ideias e o que achava certo aos outros. Queria que eles fizessem as coisas à minha maneira, que eu tinha a certeza que era a certa e a melhor. No fundo o que tentava era controlar e não ajudar.
Hoje só “ajudo” quem me pede ajuda. Em vez de tentar forçar a pessoa a fazer o que eu quero e dar imensas opiniões que não me foram pedias, oiço o que a pessoa quer. E depois decido se faço ou não. Mas se fizer é do jeito que a pessoa me pediu e não o que eu quero nem como eu quero ou como penso que deve ser feito. Em vez de invadir, oiço e respondo de acordo com o que me é pedido.

Publicado por: Anonymous às agosto 5, 2008 09:41 PM

MANIPULADORES NO RELACIONAMENTO

Conhecem seus pontos fracos e segredos, e sabem o quanto você valoriza o vínculo que mantém com elas. Fazem parte de sua família, trabalho ou estão em seu círculo de amizades. Podem ser seu companheiro, filho, chefe ou amante. Parecem se preocupar com você, mas se aproveitam deste conhecimento íntimo para obter o que desejam: sua submissão.
As pessoas manipuladoras expressam suas ameaças de diferentes formas, mas todas significam a mesma coisa: "você sofrerá caso não se comporte como eu quero".
Usam o medo, a obrigação e o sentimento de culpa para conseguir com que faça o que eles querem em vez daquilo que você deseja. Se vão "atacar a vítima", chegam com uma reconfortante intimidade. Quando não conseguem, apelam às táticas.
Para escapar da extorsão emotiva e não cair novamente nas armadilhas dos manipuladores, primeiro é preciso identificar o comportamento e ficar alerta.
Descubra se tentam controlar você.É possível ter praticamente certeza que alguém que você considera importante está tentando manipulá-lo emocionalmente se:

- A pessoa ameaça complicar sua vida se não fizer o que ela quer;
- Afirma que terminará a relação caso você não ceda aos desejos dela;
- Diz ou dá a entender que vai abandoná-lo, que causará mal a você ou ficará deprimida se não fizer o que ela deseja;
- Sempre quer mais, independente de quanto você dê a ela;
- Normalmente dá por certo de que você acabará cedendo;
- Faz pouco caso de seus sentimentos e aspirações;
- Realiza generosas promessas condicionadas a seu comportamento, mas raramente as cumpre;
- Afirma que você é egoísta, mau, interesseiro, insensível ou descuidado quando não cede às pretensões dela.
- Enche você de elogios quando você cede, mas os retira caso se mantenha firme em suas posturas.
- Usa o dinheiro como arma para conseguir o que quer.

Se você respondeu afirmativamente a qualquer uma destas opções, há muita chance de alguém estar lhe manipulando ou, pelo menos, tentando. Assim, é importante tomar algumas medidas para se proteger.
Você é capaz de suportar a pressão.Para manter sua posição quando o manipulador emocional aumentar a pressão, com o objetivo de convencê-lo, diga para si mesmo: "posso agüentar".
Acreditar que você não consegue suportar os golpes manipuladores é a armadilha fundamental que prejudica os alvos da chantagem.
Você deve repetir "posso agüentar" pelo menos dez vezes ao dia, em voz alta, imaginando-se diante do manipulador que o chantageia. Esse reforço incluirá uma nova mensagem em sua consciência e em seu inconsciente, mudará a idéia que faz com que ceda à pressão e servirá como um escudo contra a manipulação.
Mantenha a calma, ganhe tempo. Quando sentir que está afundando diante da pressão, nunca tome uma decisão nem dê uma resposta. Precisará de tempo para pensar, para se fortalecer e se preparar. Para ganhar tempo e acalmar os ânimos, você deve aprender algumas respostas "básicas", como:

- "Não posso responder agora. Preciso de tempo para pensar";
- "É muito importante para decidir tão rápido. Vou pensar";
- "Não estou disposto a tomar uma decisão agora";
- "Não tenho certeza quanto ao que você pede, falaremos mais tarde".

Quanto mais profunda a questão, mais tempo você precisará. Faça com que o manipulador emocional saiba que você precisa de pelo menos 24 horas para decidir sobre questões não decisivas, e todo o tempo que for necessário quando foram assuntos muito importantes. Utilize o tempo para refletir e prepare-se para defender sua decisão.

Por María Jesús Ribas.

Publicado por: Anonymous às agosto 28, 2008 08:39 PM

Você pode descobrir que sobrou muito pouco sobre o que conversar, uma vez que todos os agrados, as discussões, as ameaças, as brigas e as reconciliações chegaram ao fim. Isso por que todo esse tempo você teve um relacionamento com o homem que você pensou que poderia ser, deveria ser e seria - com sua ajuda - e não com o homem que ele realmente é.

Do livro MEDITAÇÕES DIÁRIAS PARA MULHERES QUE AMAM DEMAIS - Robin Norwood

Publicado por: Anonymous às outubro 21, 2008 11:41 AM

Comecei um relacionamento com uma pessoa há pouco tempo mais não sabia que ele tinha um amor obcessivo por uma ex, que traiu ele a tempos atrás e até hoje ele não consegue esquecer e nem se envolver completamente com ninguém...Ele disse que queria me deixar por conta disso... mais depois se arrependeu e pediu minha ajuda dizendo que ele quer esquecer, não sei oq fazer...Gosto dele queria ajudá-lo mais não sei como

Publicado por: Marcia às dezembro 9, 2008 03:17 PM

Estou obcecada por um homem comprometido, tivemos um certo envolvimento, mas nunca transamos e fico desesperada q isso aconteça, ele diz q quer, mas não tem coragem de trair e eu insisto direto só q ele não cede. Ele foge de mim direto e eu não consigo pensar em outra coisa, choro muito, não consigo me concentrar no trabalho, fico no computador direto mandando e-mail pra ele, faço chantagem emocional até ele responder. Quero me livrar disso, não estou fazendo bem a ele, muito menos a mim.

Publicado por: Anonymous às fevereiro 25, 2009 12:50 AM

Não consigo parar de pensar no que ele está fazendo,com quem ele está,por que ele não me liga,fico fazendo suposições e sofrendo antes de saber a verdade.A minha vida ponho em segundo plano,largo tudo que tenho que fazer pra ficar com ele.Preciso de ajuda !!!!

Publicado por: ADRIANA às março 20, 2009 12:08 AM

O ano passado apaixonei-me por um homem comprometido. Fiquei com o coração partido logo à partida pela impossibilidade que o casamento dele me apresentava. Continuei apaixonada durante muito tempo, e à medida que ficavamos mais proximos comecei a ficar obcecada por todos os movimentos dele. Voltava mais do que uma vez ao local de trabalho só para o ver, com quem estava, quem falava, para quem se ria. Acabei por saber toda a rotina do dia dele, a que horas chegava, a que horas saia, o que gostava de comer... Agora percebo que ele sempre encorajou a minha paixao e sempre manifestou o desejo de estar comigo apesar de nunca o ter feito. Agora que tudo acabou, nao consigo desprender-me dele. Continuo a sentir uma enorme ansiedade em saber como ele esta, vou muitas vezes as redondezas do trabalho dele so para o ver. Sinto literalmente uma dor fisica em ve-lo com outras mulheres. Sempre soube que ele era mulherengo mas mesmo assim nao consegui evitar esta situação e nao me consigo largar dele. Estou completamente destroçada e tenho muito medo do que possa vir a fazer, pois esta obsessao tornou-se no meu dia a dia. Acordo a pensar nele, trabalho sempre com ele na cabeça, adormeço a pensar nele e acordo a meio da noite com a saudade no peito e uma vontade enorme de lhe ligar. Sinto que preciso de ajuda porque o ressentimento por ele esta a aumentar, tanto quanto o nivel da minha obsessao...

Publicado por: MarSia às abril 2, 2009 06:44 PM

Namoro há cinco anos. E depois do terceiro ano começamos a ter problemas...costumo comparar a forma que ele fala comigo e com outras pessoas, exijo sempre a atenção dele, companhia e isso não está me fazendo bem...cada vez que me proponho a mudar, depois de uma semana estou a fazer as mesmas coisas...choro, ofendo, falo coisas desnecessárias e quando paro pra pensar depois, ele geralmente sempre tem razão. Ele já não está aguentando ouvir eu falar várias vezes a mesma coisa, e o pior é que eu ainda consigo reconhecer que sou infantil, imatura e que infelizmente a todo momento questiono o porque q ele não me ligou, porque está frio comigo, porque não quer ficar na minha casa, porque não andamos de mãos dadas...é completamente chato, nem eu me aguento rsrs. E enfim, eu preciso mudar esse meu comportamento tá fazendo com que eu jogue fora uma relação muito legal e a culpa é minha. Por favor me dêem dicas pra me controlar, as vezes discutimos besteira e quando vou me dar conta lá se foi o final de semana.

Publicado por: luciana às maio 15, 2009 09:19 PM

tive um relacionamento por 13 anos.no começo era flores pois quando nos conhecemos me falou que eu não iria sofrer mais.foi passando os anos e 3 anos depois tudo começou a mudar,ele tormou-se um homen ruim ,eu achava e sempre vi mele um homen maravilhoso,mais os amigos sabiam que ele me machucava.mais eu não viacega apaixonada e hoje vejo tb obsediada por ele,deixei de viver para viver para ele,dexei de me amar para amar so ele e toda minha vida ate hoje so pesso nele estou com depreção profundo e eu não aceito ofim me judem por favor vou emloquecer que faço estou sem vida quero viver denovo enão estou conseguindo pois pesso nele24 hs

Publicado por: fatima às setembro 1, 2009 02:48 AM

sofri a perda de minha mãe com 2 anos e meu pai foi embora, pois se casou com outra mulher e me deixou com uma tia viúva com mais 6 filhos para que me criasse.Dentro das suas limitações com certeza ela fez o melhor que podia como minha mãe,mas sempre desde pequeno sentia um vazio e tristeza enormes pela falta de meu Pai principalmente pois sabia que estava vivo.
Hoje vivo meu segundo casamento e tenho problemas com insegurança, controle e ciúmes excessivos.
Gostaria muito de me librar destes sentimentos, pois vou acabar perdendo minha esposa se continuar assim...Preciso de ajuda, e vou procurar novamente voltar à terapia....

Publicado por: ariovaldo às setembro 8, 2009 08:05 PM

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