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junho 21, 2006

Assertividade. Responsabilidade. Firmeza vs Concessões

Publicado por marmad5 às junho 21, 2006 01:28 PM

Comentários

Acho que é importante sermos sinceras connosco próprias e pensar até onde o deixaremos ir. Estabelecer um limite quanto aos comportamentos que são aceitáveis e dos que poderemos ou Queremos aceitar ou não. Quando tivermos essa base bem definida para nós própria, é fácil ser sincero e mostrar o que sentimos com à vontade e sem medos de mostrar ou não demais ou de menos. Mas é necessário firmeza e realmente agir caso os limites que impomos sejam ultrapassados. Falo por mim, promessas de que não volto a aceitar algo que volta a acontecer e que volto a aceitar só servem para reproduzir a mesma situação eternamente. É difícil dizer não, dizer “não aceito isso” e arcar com todas as consequências desse Não, que muitas vezes são o fim do relacionamento. É mesmo muito difícil. Por isso muitas vezes continuamos em situações que só nos fazem mal. Mas quando temos a coragem de por em prática o que dizemos, também os outros nos passam a levar a sério... e a agir de acordo com isso :o)

DE ACC: Madalena
DATA: 8/12/2005


Publicado por: Anonymous às junho 21, 2006 01:29 PM

Não aceito mais que resmunguem comigo ou me chamem nomes. Na verdade isso não é uma atitude civilizada e não tenho que a aceitar. Quer dizer, tento!!!

DE ACC: anônimo
DATA: 16/12/2005

Publicado por: Anonymous às junho 21, 2006 01:29 PM

Para mim o importante foi perceber que EU ERA RESPONÁVEL pela MINHA VIDA. Que EU era responsável por tudo o que sinto, por tudo o que penso, por tudo aquilo que passo, por tudo o que aceito e resolvo viver. Só depois de perceber que eu tinha a responsabilidade por aquilo que estava a viver e pela maneira que vivia e encarava cada situação é que percebi como até então me tinha deixado ir na correnteza, controlada pelo que se passava à minha volta, pelo exterior e principalmente por Ele. Foi então que percebi, que completamente ao contrário do que eu pensava, que ele controlava a minha vida, porque os meus sentimentos e o que eu sentia dependiam dele, do que ele fazia, do que acontecia, de, de, de .... Percebi que não controlava nada, que de facto as coisas estavam ingovernáveis e que eu sofria. Resolvi então com muita fé e esperança colocar o meu centro em MIM própria. Ao principio pensava que isso era ser fria, que era egoísmo, mas aos poucos, devagar, as coisas mudaram. O meu bem estar aumentou. O que ele fazia deixou de me afectar profundamente. As coisas tornaram-se mais suaves. A relação até melhorou. Vezes sem conta rezei “Concedei-me Senhor, serenidade para aceitar as coisas que não posso modificar. Coragem para modificar as que posso. E Sabedoria para distinguir umas das outras” e lembrei-me dos lemas “primeiro as primeiras coisas”, “o que é que isso interessa?”, “isso não pode esperar?”, aprendi a adiar decisões até estar calma, aprendi a não ficar preza em pensamentos obsessivos, deixei de fazer as estúpidas ameaças que não punha em prática, pus em prática várias técnicas como a do “pensamento oposto” e sei lá que mais. Pus tudo em prática. Mas valeu a pena! Perceber que eu sou responsável pela minha vida e parar de culpa-lo e aos outros foi a melhor coisa que fiz por mim própria. Acendo esta vela agradecendo esta oportunidade e esta nova vida.

DE ACC: Paula
DATA: 17/3/2005

Publicado por: Anonymous às junho 23, 2006 08:41 AM

Conflitos de Razão

Como é que expresso a minha razão? Como lido com a razão dos outros? Será que lido com a razão dos outros como gostavas que os outros lidassem com a minha razão?

Este é o serne da questão. O estado da terra depende da energia que eu irradio. O ambiente em que eu vivo depende da energia que eu irradio. E a energia que irradio depende do meu grau de consciência, depende de como me comporto. As linhas que os acontecimentos podem seguir dependem da forma como eu ajo, dependem de como eu penso e de como actuo no meu dia a dia.

Quando me esqueço da raiva que sinto e olho para os outros com amor é amor que vejo neles.
Quando me esqueço de como eu gostaria que as coisas fossem e aceito as coisas e os outros como são é amor que vejo neles.
Quando dou mais atenção aos outros e estou atento às suas necessidades, esquecendo-me de mim um pouco, é amor que vejo neles.
O amor que recebo está lá sempre que olho para os outros, os Vejo como são, e me esqueço de mim e do que eu quero e de como queria que as coisas fossem.

Publicado por: Anonymous às setembro 12, 2006 02:02 PM

Aprender a dizer não está a ser muito importante para mim. Quando faço coisas que não me apetece só porque os outros me pedem, fico de má vontade e parece que tudo se torna chato e pesado. Mas quando insistem um pouco lá vem este tipo de sim forçado que leva a maus resultados e a que me sinta irritada porque estou a ser pressionada. É difícil dizer não. Lá vêm as culpas, as incertezas. É o sim que esconde aquele pensamento “se eu fosse boasinha fazia o que me estão a pedir” ou aquele medo bem escondidinho lá no fundo e difícil de detectar de que não gostem de mim se recusar fazer uma vontade. E finalmente sem me aperceber como nem porquê chego à conclusão “até nem custa nada” e lá está o sim à pressão!
Está na hora de dizer não! Não! NÃO!
No outro dia acabei por dizer um sim a uma coisa que não me apetecia mas fico contente porque dias depois falei com a pessoa e disse-lhe que estava a ser pressionada. E transformei o meu sim num não!
Boa!!!

Publicado por: Anonymous às setembro 25, 2006 11:07 PM

A Atitude é tudo.

As coisas que te acontecem são menos importantes do que aquilo que
acontece dentro de ti.

Há duas forças a trabalhar à tua volta, uma exterior e uma interior.
Temos muito pouco controlo sobre as forças exteriores como furacões,
terramotos, desastres, doenças e sofrimentos.
Mas aquilo que realmente importa é a força interior: Como respondemos
a esses desastres?
E sobre esta, podemos ter o controlo total.

Ninguém na terra te pode magoar, a menos que aceites a dor na tua própria mente.
O problema não está nas outras pessoas, mas na tua reacção a elas.

Não podes controlar sempre as circunstâncias.
Mas podes controlar os teus pensamentos.

Publicado por: Anonymous às dezembro 23, 2006 12:20 AM

Tenho observado como fujo dos problemas. Algo me incomoda e finjo que não vejo. Mudo de assunto, disfarço, esqueço, ... mas é tudo uma bela de uma farsa! Porque nesse momento passou, mas o assunto ficou na minha memória. Pode ser horas ou dias mais tarde e vai voltar. Quando estiver sozinha vou lembrar-me dessa situação e vou remoe-la e remoe-la. E nesse momento já não estou com a pessoa que me causou esse incomodo. Já não lhe posso dizer nada. então remoo e remoo e começo a gerar raiva ou rancor.
É tudo um grande disparate que vem de ter fugido ao incomodo. Se nesse exacto momento tivesse parado, aceitado que a situação me era desagradável e agir de acordo com isso em vez de fingir que não a via então este remoer tardio não aconteceria, esta raiva ou ressentimento não tinha motivo para crescer.
Ainda me é muito difícil agir no exacto momento em que as coisas acontecem. Com o psicólogo aprendi a escrever cartas honestas a dizer o que penso, mas o passo que agora tenho que dar é faze-lo cara a cara, sem agressividade e sem medo de dizer o que sinto. E tenho que aprender a não evitar as situações, a encará-las e se uma coisa me desagrada imediatamente pensar: isto é importante?
- Não. Então Ok, deixa ir
- Sim. Então agir ou mostrar o que penso no momento em que acontece.
Este será o meu grande trabalho de 2007.

Um bom 2007 para todos!

Publicado por: Anonymous às dezembro 25, 2006 11:47 PM

Quando tinha grandes discussões com os meus pais várias me passava pela cabeça a vontade de estar dentro de um carro acelerar ao máximo e chocar contra uma parede.
Felizmente as discussões não aconteciam dentro do carro!
Bem, uma vez a minha mãe vinha já a chatear-me à um tempo quando parámos num sinal vermelho. De repente arranquei a toda a velocidade sem ver nada. Vinha lá um carro. A minha mãe apanhou um susto. Não disse mais nada ...
De algum modo eu pensava que isto era agir agressivamente, mas o psicólogo mostrou-me que em vez disso isto era fugir às situações. Em vez de as encarar bater com um carro na parede (“matar-me”), acelerar para me ir embora ...
Até ter as consultas nunca me tinha apercebido de como tinha a tendência de fugir às situações desagradáveis e não as encarar de frente.

Publicado por: Anonymous às dezembro 25, 2006 11:59 PM

Estava cheia de medo do natal pq minha irmã alcoólica tem andado só a embirrar comigo. E pensava que ela podia vir querer brigar. Afinal correu tudo bem. Baixou as bandeiras de guerra. Ela resolveu aparecer em paz.

Graças ao PS a quem pedi muito para saber lidar com a situação e graças a atitudes que tomei nos últimos tempos de não a deixar fazer birras comigo. Por muito que me tenha custado dizer e manter a posição “que se ela achava o que dizia era verdade podia deixar de falar comigo porque eu não tinha mudado” e nem lhe telefonar nos anos enquanto ela fazia birras e me acusava de ser horrível e sei lá mais o quê ... parece que esta posição deu os frutos que estou a colher :o)

Mas como custa ser firme e manter a posição! Mas acredito que seja como "saltar à corda". Na próxima vez vai ser mais fácil :o)

Publicado por: Anonymous às dezembro 26, 2006 11:44 AM

"Bem... talvez". "Pode ser". É o que digo, por não poder dizer "Não"? Ou, pior ainda: "Veremos..." Isso mantém alguém à minha volta, retornando para saber se é "sim", "não", ou outro "veremos".
O medo esta na raiz de minha incapacidade de recusar. Alguém pode ficar zangado ou tão contrariado a ponto de me menosprezar, não
querendo mais se relacionar comigo. Mas não posso ser responsável pela maneira como as pessoas reajam às minhas escolhas. É problema delas e eu já não penso que posso resolver o problema dos outros.
Tudo que posso fazer hoje é tentar realizar a vontade de Deus para comigo, como eu a percebo. Se estou errada, admito meus erros e faço reparações. Acredito que isso também é a vontade de Deus.
***
Para Hoje: Deus, concedei-me coragem para ser honesta - para dizer "Não", se esta for a minha intenção.

Publicado por: Anonymous às maio 10, 2007 11:07 AM

Melhor negar imediatamente que prometer por muito tempo. / Provérbio Dinamarquês

"Bem... talvez". "Pode ser". É o que digo, por não poder dizer "Não"? Ou, pior ainda: "Veremos..." Isso mantém alguém à minha volta, retornando para saber se é "sim", "não", ou outro "veremos". O medo está na raiz de minha incapacidade de recusar. Alguém pode ficar zangado ou tão contrariado a ponto de me menosprezar, não querendo mais se relacionar comigo. Mas não posso ser responsável pela maneira como as pessoas reajam às minhas escolhas. É problema delas e eu já não penso que posso resolver o problema dos outros. Tudo que posso fazer hoje é tentar realizar a vontade de Deus para comigo, como eu a percebo. Se estou errada, admito meus erros e faço reparações. Acredito que isso também é a vontade de Deus.

Para Hoje: Deus, concedei-me coragem para ser honesta - para dizer "Não", se esta for a minha intenção.

Literatura MADA

Publicado por: Anonymous às junho 21, 2007 10:07 PM

COMO TRANSFORMAR UM PRÍNCIPE NUM SAPO: É tão fácil...é só não se gostar!
claro que todo ser humano tem suas fraquezas. Então dá para entender que se o cara que sente que achou uma idiota que diz amém pra tudo então pra que ligar pros sentimentos dela se no finaç ela sempre irá se sentir culpada? Se ela virar a válvula de escape por livre escolha é por que se sente bem assim?. Meninas, termos que aprender a dizer não e se isto nos afastasr de quem é tão dependente de nós com certeza ganhamos auto confiançan para SERMOS ADMIRADAS PELO QUE SOMOS DE VERDADE!

Publicado por: Anonymous às setembro 29, 2007 01:45 AM

ASSERTIVIDADE


Ao longo da minha caminhada pude perceber a minha falta de assertividade em relação aos meus relacionamentos. Por ter nascido numa família disfuncional (pai alcoólatra, mãe neurótica e codependente), cresci na base do medo, da raiva e da vergonha, criando assim, um mecanismo de defesa formado pelos meus defeitos de carácter. Entre eles, hoje destaco, a falta de assertividade, ou seja, a capacidade de responder aos outros de maneira adequada, transmitindo o que quero realmente comunicar, preservando o meu auto-respeito, bem como o respeito à outra pessoa.

A minha maneira de reagir, quase sempre estava fundamentada em deixar de responder o que eu realmente desejava e quase sempre ferindo os outros, com um comportamento agressivo em vez de assertivo. Quase sempre me calava, não expressava o que realmente sentia, não defendia os meus direitos legítimos, causando assim, uma série de frustrações e ressentimentos (inevitavelmente seguidos pela depressão).

Quando agia de maneira agressiva, ou seja, de maneira inapropriada, desonesta e socialmente inaceitável, violava os direitos dos outros causando irritações e mágoas.

Durante a minha codependência activa, permitia que as pessoas me tratassem a mim, aos meus pensamentos e sentimentos da forma que elas queriam, sem as desafiar. Isso significava fazer o que os outros queriam que eu fizesse, indiferente aos meus próprios desejos e sentimentos.

Por outro lado, às vezes, defendia-me sem me importar com os direitos e sentimentos dos outros, fazendo uso muitas vezes, de agressões verbais e até mesmo físicas. O problema nunca era atacado, mas sim evitado e quase sempre quem era atacada era a pessoa envolvida no acontecimento e os direitos legítimos não eram reclamados, mas sim, renunciados. Via os direitos dos outros como superiores aos meus, em vez de reconhecer os direitos dos outros como iguais aos meus (como indivíduo egoísta, quase sempre via os meus direitos como superiores ao direito dos outros). Igualdade era uma palavra desconhecida no meu vocabulário: ou me sentia superior ou inferior. Permitia um padrão de vida, onde tolerava os mais variados tipos de abusos. Queria que os outros adivinhassem como eu me sentia ou o que pensava, sem lhes dizer. Não tinha metas na vinha vida e se as estabelecia, esperava que fossem atingidas, sem, no entanto, tomar atitudes. Deixava que os outros fizessem as escolhas por mim ou então, insistia em impor as minhas próprias atividades e vontades aos outros. Acumulava raiva e ressentimentos. Agia com raiva em vez de lidar com a raiva. Não me sentia confiante e por isso agia de maneira arrogante e hostil.

Na minha condição de Codependente na ativa, não me permitia ser eu mesmo, recusar solicitações sem me sentir egoísta, ser competente e orgulhar-me das minhas realizações, sentir e expressar a minha raiva (tinha que ser sempre o bonzinho), pedir carinho e ajuda, ser tratado como um adulto capaz, faltar à lógica numa tomada de decisão, errar e responsabilizar-me pelos meus erros, mudar de ideia, dizer “não sei”, “não concordo”, “não compreendo”, “não me interessa”, não me importa”, não justificar o meu comportamento, exigir que minhas necessidades fossem tão importantes quanto as necessidades dos outros, expressar as minhas necessidades de maneira clara e objectiva, julgar o meu próprio comportamento, pensamentos e emoções, responsabilizar-me pela iniciação deles e pelas consequências que acarretariam sobre mim, exigir respeito pelas minhas ideias e opiniões, crescer, aprender e mudar, dar valor à minha idade e experiência, e às vezes achar-me no direito de exigir coisas dos outros...

Aprendi que frequentemente eu confundia um comportamento assertivo com um comportamento agressivo. Aprendi que agir com assertividade significa expressar os meus direitos legítimos de indivíduo. Significa equilibrar o poder e não “ganhar a batalha” espezinhando a outra pessoa ou fazendo com que ela se torne impotente. Aprendo que as outras pessoas têm o direito de responder ao meu comportamento assertivo com o que elas querem, necessitam e pensam. Estou aprendendo que através de uma postura assertiva, abro caminho para relações honestas com as outras pessoas e que um comportamento assertivo não leva em conta somente o que eu digo, mas também, como eu o digo. Estou a aprender a usar uma linguagem corporal apropriada, que faz com que a minha mensagem seja muito mais clara e que tenha muito mais impacto: enquanto falo, mantenho contacto directo com os olhos da outra pessoa, mantenho uma postura erecta, a fala clara, distinta e audível, certificando-me de que não estou fazendo uso da “tão conhecida voz queixosa, própria da auto-piedade”

Aprendo que um comportamento assertivo é uma aptidão que pode ser aprendida, desenvolvida e mantida através da prática frequente. Aprendo que ser amado e aprovado por todos aqueles que são importantes para mim é uma meta perfeccionista e inatingível. Aprendi que algumas pessoas cujo amor e aprovação eu sempre procurei desesperadamente, são incapazes de me amar, devido às suas próprias limitações e deficiências impostas pela própria doença emocional e espiritual. Aprendo que a minha preocupação excessiva em ser amado leva, inevitavelmente, à ansiedade e preocupação e que esses sentimentos podem durar para sempre se eu insistir neste comportamento. Aprendo que a busca sem fim de aprovação dos outros significa viver a minha própria vida nos termos dos outros em vez de buscar as minhas próprias metas. Que desta maneira, troco meu próprio auto-respeito por algumas palavras passageiras de aprovação e uma pálida colecção de sorrisos.

Aprendo que o próprio desespero de minha necessidade de amor, faz com que eu pareça fraco, aborrecido, chato, irritante e exigente. Quanto mais exigente eu parecer aos outros, menos eles estarão dispostos a envolverem-se comigo. Aprendo que a necessidade imediata de amor acaba por se transformar numa actividade de destruição do verdadeiro e genuíno amor. É tão desgastante que não sobra nada para compartilhar com os outros de maneira aberta e amiga. Aprendo que quando a busca de amor assume proporções de necessidade de sobrevivência, significa que profundos sentimentos de auto-valorização estão a ser encobertos. Quanto mais desesperada for essa busca, menos é feito para se manter uma auto-suficiência e realista.

Aprendi uma dura realidade: que eu devo aceitar o simples fato de que eu posso e irei sobreviver sem o amor de todas as pessoas que eu imagino serem tão importantes para mim. Aprendi que aqueles que estão desesperadamente em busca de amor, estão apenas manifestando sua própria falta de amor, e aqueles que não têm a capacidade de amar nunca o encontram, apenas os que possuem a capacidade de amar podem encontrar o amor, nunca precisam procurá-la.


Perguntas para os Círculos de Estudo

01. O que entende por assertividade?
02. Diz Sim quando quer dizer Não ou vice-versa? Como se sente?
03. Quando percebe que está a ser inadequado numa determinada situação, como reage?
04. Acha que a falta de assertividade gera problemas na sua área profissional e nos seus relacionamentos afectivos?
05. Quanto mais exigente eu parecer aos outros, menos eles estarão dispostos a se envolverem comigo... Comente.
06. Percebe que a raiva e a autopiedade são frutos da falta de assertividade?
07. Recorda-se de alguma atitude assertiva que seus pais tenham tido com a sua educação? Como reagiu a isso?
08. Como reage se outra pessoa não aceita plenamente a sua idéia?
09. Numa situação problema, qual é a sua reacção? Ataca o problema ou a pessoa problema?
10. “O comportamento assertivo é uma aptidão a ser aprendida”. Como os Passos nos ensinam isto?
11. O que entende por: “Direitos legítimos de um indivíduo” Exemplifique.
12. Desiste da assertividade para fugir à dor emocional do crescimento? Qual a sua experiência?
13. Qual a sua sensação ao ser assertivo?
14. Como a “linguagem corporal” apropriada pode favorecer a uma atitude assertiva? Exemplifique.

Literatura CODA

Publicado por: Anonymous às fevereiro 22, 2008 10:18 PM

MEDITAÇÃO DO DIA DE HOJE – 20 DE ABRIL

"O que devemos fazer para proteger nossa própria recuperação nem sempre é visto pelos outros como algo 'simpático'. Entretanto, para viver com doenças relacionadas à dependência e a
co-dependência é necessário que as regras de etiqueta sejam suspensas e, no lugar, que as diretrizes da recuperação sejam
seguidas".
Do livro MEDITAÇÕES DIÁRIAS PARA MULHERES QUE AMAM DEMAIS, de Robin Norwood.

Publicado por: Anonymous às maio 16, 2008 12:43 AM

"É a falta de respeito com o direito do outro de ser ele mesmo que nos permite tentar ajudá-lo a controlar sua vida, mesmo quando ele parece nos convidar a agir assim.
Quando você é convidada por um homem a ajudá-lo a controlar qualquer aspecto da sua vida, ele estará lhe preparando uma armadilha. O problema dele acaba se tornando seu".

Do livro MEDITAÇÕES DIÁRIAS PARA MULHERES QUE AMAM DEMAIS, de Robin Norwood.

Publicado por: Anonymous às julho 6, 2008 08:41 PM

"Para a maioria de nós que somos dependentes de relacionamento, é muito mais fácil dizer: "Essa pessoa é o meu problema" do que admitir o medo e a incapacidade de criar um relacionamento realmente íntimo e constante com o outro".

Do livro MEDITAÇÕES DIÁRIAS PARA MULHERES QUE AMAM DEMAIS, de Robin Norwood.

Publicado por: Anonymous às julho 6, 2008 08:42 PM

- EU SOU RESPONSÁVEL POR...

Eu sou responsável por mim
Eu sou responsável por viver ou não a minha vida
Eu sou responsável por prover o meu bem estar espiritual, emocional, físico e financeiro.
Eu sou responsável por identificar e satisfazer minhas necessidades
Eu sou responsável por resolver meus problemas ou aprender a conviver com eles, se não, puder resolvê-los.
Eu sou responsável por minhas escolhas.
Eu sou responsável pelo que dou e recebo.
Eu sou responsável por estabelecer e alcançar minhas metas.
Eu sou responsável pelo tanto que desfruto de minha vida
Eu sou responsável pelo tanto de prazer que encontro em minhas
atividades diárias.
Eu sou responsável por quem eu amo, e como escolho expressar este amor.
Eu sou responsável pelo que faço aos outros, e pelo que eu permito que os outros me façam...
Eu sou responsável pelos meus desejos.
Tudo em mim, todo aspecto do meu ser, é importante.
Eu sirvo para algo.
Eu sou importante.
Posso confiar em meus sentimentos.
Meu pensamento é apropriado.
Estimo meus desejos e necessidades.

Não mereço e não tolerarei abusos ou maus tratos constantes.Tenho direitos, e é de minha responsabilidade afirmá-los. As decisões que faço, e o modo que administro, refletem a minha alta auto-estima. Minhas decisões levam em conta minhas responsabilidades para comigo.

(extraído do livro "Co-dependência Nunca Mais" – Melody Beattie)

Publicado por: Anonymous às agosto 4, 2008 05:18 PM

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