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junho 21, 2006

Os Parceiros que Escolho. Padrões de Relacionamento

Muitos temos relacionamentos com pessoas que à partida são problemáticas, desde doentes mentais, pessoas violentas, adictos ao jogo, alcoólicos, toxicodependentes ... ou "simplesmente" pessoas emocionalmente distantes ...

Publicado por marmad5 às junho 21, 2006 05:20 PM

Comentários

OS "BONS RAPAZES"

Quando em conversa com o meu terapeuta ele me fez notar que se encontrasse uma boa pessoa não lhe ligava nenhuma fiquei de boca aberta. Mas é verdade! Nunca via as boas pessoas, mulheres ou homens, potencialmente carinhosas, meigas ... essas eram invisíveis para mim. Num grupo de mil pessoas dirigia a minha atenção invariavelmente para um dos “piores”, o mais egoísta, o que já teve e tem problemas de algum tipo. Os bons tipos nem os via, passavam-me ao lado, não os procurava e nem tinha vontade de falar com eles. Se visse alguém com um ar bem disposto, satisfeito, de bem com a vida nunca iria falar com essa pessoa, muito pelo contrário ... apercebendo-me deste padrão comecei a tomar atenção às pessoas que me atraiam e às que me eram invisíveis. E têm sido incríveis os esforços que tenho feito para reverte-lo. Agora apercebo-me quando um dos “maus” me atrai, mas a verdade é que ainda continua a atrair ... Mas estou mais aberta a outro tipo de pessoas e já conheci homens e mulheres de um novo tipo muito mais positivo e honesto. Espero continuar com atenção a este padrão para que um dia o consiga reverter de vez. Que esta vela ilumine o meu caminho!

DE ACC: Catarina
DATA: 26/6/2005


Publicado por: Anonymous às junho 23, 2006 09:57 AM

Já o conhecia de num sitio que frequentamos os dois. Chamou-me logo a atenção. Hoje encontrei-o na rua. Fiquei excitada. Pus o meu maior ar de atracção a funcionar. Começámos a falar e a conversa corria fluente. Eu sei que estava encantadora. E então percebi: ele é toxicodependente, em recuperação mas toxicodependente. Continuámos a conversar e depois fui-me embora. Tinha e tenho a certeza que é toxicodependete. Como é que sabes? não sei, não faço a mínima ideia, mas é sempre assim. Sempre fiquei amiga dos (ex) toxicodependentes, às vezes mais que amiga ... também eles parece que ficam atraídos por mim. Bolas é obvio que isto é um padrão e parece que continua a funcionar. Mas pela primeira vez apercebi-me do padrão no momento que começava a entrar em acção. Acendo esta vela porque estou feliz, porque percebe-lo vai permitir-me mudar o mundo, vai evitar que lhe pule para o colo precipitadamente e principalmente porque me diz que estou no bom caminho. Agora que eu gostava de perceber de onde vem esta padrão gostava. De onde vem este reconhecimento instantaneo e instintivo que nos conduz sempre ao mesmo tipo pessoas ? Como é que é possível detectarmo-los logo à distancia? Temos sensores?

DE ACC: Renata
DATA: 26/1/2005 20:42:41

Estou excitada, entusiasmada, em pulgas porque O encontrei. Sei que é um “mau” rapaz e sei que é por isso que me electriza. Mas pela primeira vez estou a assistir a isto, apercebendo-me do que se passa. Ainda assim é difícil resistir ao entusiasmo e à dança frenética dos meus pensamentos. Que esta vela me dê sabedoria para actuar de acordo com aquilo que hoje sei. Que esta vela me dê resistência e não deixe cair nos erros do passado. Que esta vela me ajude a transformar esta excitação no desejo de um relacionamento estável, confortável e seguro. Que esta vela nos ajude a todos !

DE ACC: Renata
DATA: 17/2/2005

Estou contente porque pela primeira vez na vida consegui evitar uma relação que iria correr mal. Foi desde logo aquela atracção irresistível que sem dúvida acabaria num precipitado namoro complicado. Pela primeira vez vi como o meu comportamento se alterava quando ele aparecia. E assisti a tudo como se estivesse a ver outra pessoa. Embora a atracção por esse tipo de homens continue a existir, pelo menos já consigo racionaliza-la e aperceber-me de que isso não me interessa. Hoje consigo estar com ele como se nada fosse e até me riu baixinho para mim própria de toda a situação. Só ainda não consegui interessar-me por alguém que “interesse”. Sinto-me um pouco só e espero que isso venha a acontecer num futuro próximo. Mas pelo menos já não estou muito preocupada com isso e esse já não é o meu objectivo.

DE ACC: Renata
DATA: 9/3/2005


Publicado por: Anonymous às junho 23, 2006 09:59 AM

“Quando o príncipe encantado aparecer é provável que eu esteja no charco a beijar sapos.”

Há uma história comum nos grupos de co-dependentes: “ouviram falar da mulher que deu um beijo a um sapo? Ela esperava que o sapo se tornasse num príncipe. Isso não aconteceu. Mas ela transformou-se num sapo.”

Muitos co-dependentes gostam de beijar sapos. Consideram-nos muito bondosos. Alguns desenvolvem uma atracção crónica por sapos depois de os terem beijado. Os alcoólicos e as pessoas com outros distúrbios compulsivos são atraentes. Irradiam poder, energia, encanto. Prometem este mundo e o outro. Não interessa que provoquem dor, sofrimento e angústia. As suas palavras soam tão bem aos ouvidos dos outros!
Se não lidarmos com as nossas características de co-dependentes é provável que continuemos atraídos por sapos e a beijá-los. Mesmo que lidemos com as nossas próprias características podemos continuar a ser atraídos por sapos, mas também podemos aprender a não saltar para o charco com eles.

Publicado por: do livro Vencer a Co-dependência, Melody Beattie às junho 23, 2006 09:46 PM

Ao ler os vossos comentários revejo-me a mim mesma em tudo... sempre me apaixonei por pessoas problemáticas e sempre pensei que podia mudá-las... que grande erro... casei-me aos 15 anos com um rapaz que vim a descobrir ser homossexual, juntei-me com o pai dos meus filhos que era um rufia, apesar de depois ter mudado, mas era o "pior" que na altura podia ter encontrado, bateu-me imenso e sofri toda a minha vida com ele, mas infelizmente faleceu de cancro. No meio de tudo isto tive um grande amor mas era um toxicodependente. E o mais engraçado é que nunca sei o que são quando os encontro nem desconfio... meigos e ternos...Tentei ajuda-lo e nunca consegui, só me roubou e vigarizou! Agora que estou viúva, respondi a um anúncio e apaixonei-me pela voz da pessoa, pelas suas palavras, carente que me encontrava... mas encontrei um homem casado e viciado em sexo e em mulheres! Tento mudar a minha vida, dizer que não mais vou voltar para os braços dele, mas não tenho conseguido. Só me chama para ter sexo com ele e eu corro mal ouço o tlm.... agora com 50 anos de idade, tento lhe dizer que não, tentei encontrar a felicidade, mas encontrei o inferno... das dúvidas, das msgs que têm o puro intuito de magoar, e digo que não! que quero acabar... mas ele volta doce e quente e eu acedo a tudo... costuma dizer-me que é a minha maldição e acreditem que deve ser verdade! Mas hoje tive coragem de lhe dizer para não me procurar mais! Que isto não é viver! Mas o meu amor é tão grande e eu sofro tanto! Lutei toda a vida por algo impossível... Preciso de me libertar... de respirar... para que inventaram os telemóveis? Passo a vida a olhar para ele, á espera de uma chamada, roí as unhas em voltas certas e incertas, em tempos de desespero... e tudo em nome de quê? De umas horas de prazer? em que me sinto tantas vezes usada e abusada... Só espero conseguir seguir em frente... um passinho de cada vez, enquanto os anos passam me olho no espelho e me pergunto... Para quê?

Publicado por: Maria às junho 27, 2006 03:44 PM

Identifico-me com o tópico no sentido em tenho tido ao longo da minha vida padrões de relaccionamentos, tanto nas amizades como no amor. De facto, rodeio-me de pessoas ditas de "difíceis", e nalguns campos com atitudes de alguma forma anti-social. Tenho conseciência, que neste padrão há 1 elemento comum: a minha própria pessoa. Eu própria tb sou 1 pessoa difícil. Acontece porém, que acho que sou 1 pessoa lutadora, e que tenta até à última que as coisas funcionem. E quando isso não acontece, aceito a derrota, e tento ser amiga das pessoas com quem me relaccionei amorosamente. Acontece porém, que isso nunca se verifica. E a pior coisa que me podem fazer é ignorar, ou mostrar falta de consideração que é o que me está a acontecer neste momento. E sofro imenso, pois não sei lidar com isso. Como se lida com alguém, que nos ignora, por mais que "alteremos" o nosso comportamento? Por mais que seja boa samaritana? Se alguém me puder dar 1 dica que seja...
obrigada.
Ana

Publicado por: Ana às agosto 21, 2006 08:55 PM

Parceiros Emocionalmente Distantes

Num dos meus relacionamentos tive um companheiro emocionalmente distante, incapaz de me dizer que me amava e sentia-me frustada. E quando a situação era "apenas" o que ele não dizia, ou outra coisa pequena, tinha logo tendência a culpar-me a mim própria por estar a fazer ondas quando não se passava de especial ...
Ao mesmo tempo, aliava isto ao meu desejo de fantasiar os romances com a crença de que tudo ia correr bem. Fantasia que dava muito jeito para deixar as coisas continuarem a andar sem que fizesse ou mudasse nada, sem ter que tomar nenhuma atitude. Negação de tudo o que se passava ... o que permitia as coisas continuarem como estavam.
Mas a verdade é que associado ao que ele não dizia, ou a outras situações do género, vinham uma série de situações mais subtis e difíceis de identificar que deixavam as marcas que uma pessoa emocionalmente distante nos deixa e a frustração de não me sentir amada.

Hoje sei que tenho o direito de ser feliz! Mereço ser acarinhadas, bem tratada. Mereço que me tratem bem.

E enquanto estiver com uma pessoa emocionalmente distante (como eu também já fui uma) isso não vai acontecer. Simplesmente ele não terá disponibilidade para me dar o amor e o carinho que eu mereço e quero receber. Hoje sei que só posso ficar nessa situação se estiver disposta a abdicar disso e então prefiro esperar mais um pouco e tentar encontrar alguém mais disponível.

Publicado por: Anonymous às setembro 10, 2006 08:19 PM

Também gosto de pessoas normais, de bem com a vida e cada vez aprecio mais isso. Mas continuo a deixar-me consumir com um namorado que não gosta de mim, amigas egoístas... tudo o que já se sabe. É dificil, ou melhor duro, muito duro, ir à raiz do problema. Dói muito...

Publicado por: maria às setembro 19, 2006 04:59 PM

É isso! De repente fez-se luz! Se nós escolhemos sempre o mesmo tipo de pessoas, então porque não paramos de as escolher? Que tal parar de procurar e aceitar quem vier ter comigo, se for bom para mim, em vez de escolher e reescolher, que seja qual for a escolha caio sempre no mesmo padrão?
“O nosso problema é que não sabemos receber”. Então porque não aceitar o que vier, se for bom, e tentar viver da melhor forma aprendendo a receber em vez de procurar alguém que não sabe dar, como sempre fiz?

Publicado por: Anonymous às outubro 14, 2006 12:05 AM

Quando comecei a viver com o Y sabia perfeitamente que ele era alcoólico. Encontrámo-nos ao fim de vários anos e de repente estávamos enrolados. Até ele vir viver comigo foi um instante. Começou a vir um dia, no outro, no outro e quando reparei o que estava a acontecer já estávamos a viver juntos à 3 meses.
Mas o que me perguntei a mim mesma várias vezes é como é que fui capaz de deixar isto acontecer? Eu sabia que ele era alcoólico desde o primeiro momento. Ele não me escondeu nada e bebia à minha frente.
Eu inteligente, profissional, ... como é que pude cair num relacionamento que à partida era mais do que furado e uma caso perdido?
Não sei.
Mas agora já não tenho vergonha. Houve alturas em que tinha até vergonha de pensar ou assumir isso. Se ao menos não soubesse e tivesse sido enganada ...
Mas eu sabia. Claro que não percebia exactamente quais seriam as consequências e o que iria acontecer. Talvez nunca tivesse pensado ou quisesse pensar que as coisas seriam tão más. Criei a ilusão de que ele ia entrar em recuperação e de que tudo seriam rosas.
Nossa! Onde estaria com a cabeça para ter entrado neste enredo? Até me custa a acreditar que tenha feito isto pensando que não haveria consequências.
Amar demais é mesmo uma doença. Cria uma ilusão de tal forma forte que embora tudo esteja à nossa frente parece que não vemos o que é óbvio para todos. Eu não posso explicar porque não tenho explicação alguma para dar. Apenas sei que dentro de uma nublina tudo me parecia normal e não tinha dúvidas de que ele ia entrar em recuperação.
Hoje fico feliz quando me apercebo a ter uma atracção por pessoas “problema”. Posso evitar esses envolvimentos, coisa que antes a irracionalidade tornava completamente impossível.

Publicado por: Anonymous às novembro 9, 2006 10:22 PM

Achamos o homem instável excitante, o inseguro desafiador, o imprevisível romântico, o imaturo charmoso, o mal-humorado misterioso. O homem irritado precisa de nossa compreensão. O infeliz de nosso consolo. O inadequado de nosso encorajamento e o frio de nosso calor. Porque somos incapazes de 'consertar' um homem que está bem do jeito que está.

Do livro MEDITAÇÕES DIÁRIAS PARA MULHERES QUE AMAM DEMAIS, de Robin Norwood.

Publicado por: Anonymous às novembro 16, 2006 04:26 PM

"A mulher que ama demais está 'acostumada' com aspectos e comportamentos negativos, e ela estará mais confortável com eles que com seus opostos, a menos que ou até que se esforce bastante para modificar o fato para si mesma."

do livro mulheres que amam demais - robin norwood

Publicado por: Anonymous às janeiro 8, 2007 09:42 AM

Interesse por homens comprometidos, que vivam longe ou emocionalmente distantes.
Os homens que vivem longe fazem sentir-me segura pq a distância não permite tanta intimidade. Mas na verdade qq um dos casos tem esse efeito. No fundo esta busca por homens indisponíveis é só uma forma de fugir à intimidade, de eu própria me tornar intima deles. Agora vejo isso claramente.
Um homem que é emocionalmente indisponível não me põe em cheque. Se ele não se abre emocionalmente tb não quer nem exige que eu o faça.
No fundo só procuro estes “tipos” porque eu própria é que sou emocinalmente indisponível.
E na verdade nos meus relacionamentos nunca disse o que queria, o que desejava, o que necessitava para me sentir bem. Apenas esperava que o parceiro adivinhasse e sentia-me frustada, deprimida ou mal amada quando isso não acontecia. E claro que não acontecia. Ele não podia adivinhar o que eu queria, não é?!!!
Hoje percebo isto e teno ser mais aberta com as pessoas, com os amigos/as. Mas é difícil. A minha reacção instintiva a qualquer coisa que me faz sentir mal é reagir agressivamente ou fechar-me na minha concha em vez de dizer simples e pacificamente “não concordo” ou qualquer coisa do género. É um trabalho que tento por em prática todos os dias e aos poucos vou conseguindo avançar neste sentido. Já n quero ficar calada qdo algo n me agrada. Quero mostra-lo sem agressividade.
Qto aos homens ainda tenho muito q andar ... no último ano estive interessada por um que tem namorada. O contacto constante com ele não me facilitou a vida pois ter q vê-lo tornava mais difícil não o desejar. Mas lutei por isso. Sinto q ele tb tinha uma atracção por mim e q as coisas até podiam ter dado em algo. Mas já n quero isso na minha vida. Quero livrar-me de relacionamentos que logo à partida tem as “pernas partidas”. Mantive-me firme e hoje já consigo estar com ele sem o querer para mim e sem a frustração de não o ter. e é muito bom podermos conversar como amigos pois nesse aspecto entendemo-nos muito bem. Sei q se vacilar posso recair, mas mantenho-me atenta e n deixo q a atracção e o desejo interfiram mais. Nem me deixo envolver em pensamentos sobre ele q n levam a lado nenhum.
Não estou curada pq a atracção ainda é por estas pessoas indisponíveis. Mas estou a aprender a viver com isso, a observar isso em mim mesma e a n ceder à tentação. E isto para mim está a ser tão importante.
Posso estar sozinha mas sinto-me orgulhosa pelas minhas atitudes e em n andar a cair nos devaneios como antigamente.
Acredito que a seu tempo virá o companheiro a quem me poderei entregar. Mas agora é o momento de deixar de ser impulsiva, de aprender a n seguir as paixões cegamente, de aprender a ser Eu, a respeitar-me a mim própria e a decidir e actuar de acordo com o que é melhor para mim.

Publicado por: Anonymous às janeiro 16, 2007 04:24 PM

Minha Recuperação

Tive uma vida bastante destruída com todas as consequências de escolhas erradas , atrás das migalhas de atenção e amor de namorados e tb amigos(as)desde a minha infância. Havia tentado de tudo, terapias e mais terapias, buscas frenética no lado espiritual em todos os seguimentos, tratamentos,simpatias, experimentei TUDO menos drogas, bebidas,jogos e coisas nocivas para a minha saúde, graças a Deus.
Depois de percorrer vários caminhos oque realmente começou a me ajudar de fato foi quando conheci a Cristo , algo muito além para mim que venho de uma família de tradições Budistas e Xintoísta e eu particularmente era bem cética para a espiritualidade, era ateu até então.
Deus colocou na frente da minha casa uma pequena igreja Cristã na qual fui participar de início curiosa, e comecei a fazer estudos bíblicos . No início era tudo um mero encontro de crentes e não dava a mínima mas comecei a perceber ao ouvir os depoimentos das pessoas do meu grupo que eu não era a única que tinha este problema, havia outras amigas que relatavam o mesmo quadro com suas particularidades e isso me fez buscar a fundo a recuperação.
Acho que Deus usou de tudo para eu conseguir encontrar o caminho certo, seja por meios de profissionais como tb o grupo MADA na qual tb fui.
A recuperação veio aos poucos quando me entreguei de fato nos ensinamentos de Cristo e na confiança de que Deus está acima de qualquer situação,pessoa ou coisa . Isto me fez desfocar a obsessão por homens ou pessoas, me trouxe novas situações e me colocou em meio de amigos SADIOS diferentes dos tipos abusadores nas quais eu sempre estive metida. Claro que isto é um resumo de vários anos de crises mas enfim, hj depois de perseverar na fé , Deus me deu nova família, amigos e tenho um ótimo namorado, muito diferente do que havia experimentado e planejamos casar em breve.

Publicado por: Mitiko às janeiro 29, 2007 09:17 PM

Nenhum relacionamento pode salvá-la da dor de sua história. Até conseguir superar a dor, você simplesmente repetirá a história.

Do livro MEDITAÇÕES DIÁRIAS PARA MULHERES QUE AMAM DEMAIS de Robin Norwood

Publicado por: Anonymous às fevereiro 23, 2007 01:56 PM

Esse tipo de homem solidário, compreensivo, simplesmente não pode nos oferecer o drama, a dor e a tensão que parecem tão hilariantes e tão corretos. Isso acontece porque, para nós, o que deveria parecer errado parece correto, e o que deveria parecer correto parece estranho, suspeito e desconfortável. Nós aprendemos, por associação distante e aproximada, a preferir a dor. O homem mais saudável e mais amável não conseguirá desempenhar o papel em nossa vida até que aprendamos a abandonar a necessidade de continuar revivendo o velho conflito.
...
É também o motivo por que normalmente não estamos interessadas em homens que, quando entram em nossas vidas, querem o nosso bem-estar, a nossa felicidade e realização, e que representam uma possibilidade real de vivermos um relacionamento saudável. E não cometa enganos: esse tipo de homem realmente entra em nossa vida. Todas as minhas pacientes (da autora) que amaram demais foram capazes de lembrar-se de pelo menos um homem, frequentemente muitos, que descreveram saudosamente como “realmente agradáveis... tão gentis... Importavam-se de verdade comigo...” E normalmente seguiam um sorriso irónico e a pergunta: “Por que será que não me prendi a ele?” Frequentemente, ela é capaz de, no instante seguinte, responder à sua própria dúvida: “De certa forma, eu nunca conseguia entusiasmar-me com ele. Acho que ele era agradável demais”.
...
Uma resposta melhor seria que as ações dele (o homem que não desperta nossas adições) e nossas reacções, seus movimentos e os nossos não se combinavam numa perfeita dupla. Embora seja agradável, tranquilizante, interessante e assegurador estar na companhia dele, é difícil para nós considerar este tipo de relacionamento importante e válido desenvolvendo-se num nível mais sério.
Ao invés disso, tal homem é rapidamente renunciado ou ignorado, ou, na melhor das hipóteses, relegado à categoria de “apenas um amigo”, porque ele fracassou em causar em nós o disparo no coração e o embrulho no estômago que chamamos de amor.

Às vezes, esses homens permanecem na categoria “amigos” por muitos anos, encontrando-se connosco de vez em quando para tomar um aperitivo e enxugando nossas lágrimas enquanto contamos a última traição, o último rompimento ou a última humilhação porque passamos no actual relacionamento.
...
Uma mulher - com um passado mais saudável - tem reações e, conseqüentemente, relacionamentos bem diferentes, porque o conflito e o sofrimento não lhe são tão familiares, não fazem tanta parte de sua história e, dessa forma, não são tão confortáveis. Se, ao estar com um homem, sente-se desconfortável, ferida, preocupada, desapontada, zangada, enciumada ou, ainda, de qualquer outra forma emocionalmente triste, ela classificará essa experiência como desagradável ou repulsiva; algo para ser evitado ao invés de perseguido. Por outro lado, ela perseguirá um relacionamento que ofereça cuidados, conforto e companheirismo, pois parece algo correto para ela. Seria seguro dizer que a atração entre duas pessoas que têm a capacidade de construir um relacionamento gratificante baseado na troca de reações saudáveis, nunca é tão chamativa quanto a atração entre uma mulher que amam demais e o homem com quem ela pode “dançar”.

Do livro MULHERES QUE AMAM DEMAIS – Robin Norwood

Publicado por: Anonymous às fevereiro 23, 2007 02:02 PM

vitima de violência
http://encantandotempo.blogspot.com/2007/04/hoje-eu-recebi-flores.html
chocante

Publicado por: vitima de violencia às junho 26, 2007 09:55 PM

sofro por amor

Publicado por: Não quero me identificar às julho 13, 2007 03:29 PM

Quando digo que sou codependente, não quero dizer que seja um pouco codependente. Quero dizer que sou realmente codependente. Não me caso com homens que param para tomar algumas cervejas depois do trabalho. Caso-me com homens que não trabalham.

Ellen, membro do Al-anon

Talvez você tenha se identificado com Jéssica. O relato dela é um exemplo de codependência extrema, similar aos que costumo escutar. No entanto, a experiência de Jéssica não constitui o único tipo de codependência. Existem tantas variações dessa história quanto codependentes para contá-las.Aqui vão algumas.

Gerald, um homem de boa aparência, com cerca de 40 anos, denominava-se "um sucesso nos negócios, mas um fracasso no relacionamento com o sexo oposto". Durante o colégio e a faculdade, saiu com várias mulheres. Era popular, e todas o consideravam o bom partido. No entanto, após a formatura, Gerald surpreendeu a família e os amigos casando-se com Rita. Rita o tratava muito mal, pior do que todas as outras com quem havia saído. Era fria e hostil, não possuía interesses em comum com o marido e não parecia importar-se com ele ou com o que fazia. Treze anos mais tarde, o casamento terminou em divórcio quando Gerald comprovou antigas suspeitas: Rita saía com
outros homens desde o início do relacionamento, usava álcool e outras drogas.
Gerald ficou arrasado. Mas, depois de chorar e lamentar-se por quase dois meses, conheceu outra mulher e apaixonou-se perdidamente por ela. Era uma alcoólatra que começava a beber quando acordava e só parava quando perdia a consciência. Após meses de preocupação e angústia, durante os quais fez tudo o que podia para ajudá-la e descobrir porque ela bebia, depois de tentar controlar o vício e ficar furioso sempre que a via embriagada, Gerald finalmente rompeu o relacionamento. Logo conheceu outra mulher, apaixonou-se e foi morar em seu apartamento. Em pouco tempo, começou a perceber que se envolvera com mais uma dependente química. Alguns meses mais tarde lá estava ele novamente preocupado, vasculhando bolsas à procura de comprimidos ou outras evidências e interrogando-a sobre suas atividades. Algumas vezes, simplesmente negava a existência dos problemas da nova namorada e tentava aproveitar os momentos que passava ao lado dela, embora experimentasse um certo desconforto. De qualquer maneira, Gerald sempre dizia a si mesmo que o problema era seu. Havia algo errado com ele.

Do livro Codependência nunca mais – Melody Beattie

Publicado por: Anonymous às agosto 15, 2007 09:00 PM

Minha vida tem sido um tormento, a muito tempo, sou adicta, sofro dessa doença, e para piorar sou todas essas coisas que li acima, quero procurar ajuda, moro no RJ, mas, me sinto no momento totalmente com medo de encarar a minha realidade que muito se assemelha as histórias, já ingressei em Mada sei ,que funciona, mas, nao consigo voltar, sei que voltar é preciso, sofro muito, com a falta de aceitação, homens inadequados e os piores me atraem, sempre penso que posso mudá-los, sempre me dano, eu preciso de ajuda, sei que Mada da um suporte muito grande a mulheres como eu.
Mas, nao consigo ir ,como em todas as coisas de minha vida nao continuo, estou sofrendo...mas, sei que o Poder Superior quer me ajudar e vou conseguir voltar , pois,sei e apreendi que eles são assim, quem tem que fazer diferente sou eu,me amar ,e saber viver um dia de cada vez, e parar de levar o mundo nas costas, é verdade, sempre levo a culpa de tudo, e ate acreditei nisso, mas, hj, embora não esteje indo ao Mada, vejo que eu , sempre me envolvo com pessoas que nao ,merecem a minha atençao, sao tóxicas a si e a outros. obrigada a vc que me da sua atenção ,sei que um dia voltarei as salas beijos a todas , Glorinha RJ

Publicado por: gloria Maria às agosto 16, 2007 06:31 PM

Ao ler todas estas histórias, vejo que posso ser mais uma das Mulheres que amam demais. Desde a minha juventude só me interessei por relações dificeis. Aos meus 17 anos tive um namoro que durou até aos 19, acabei o namoro pq me interessei por uma pessoa 3 anos mais velha que eu, mas ele tinha namorada, e eu não me importei, fui à luta, durou 2 anos e em nada deu, ele acabou por casar com ela, apesar de ter terminado várias vezes por estar confuso entre nós 2.. escolheu ela! Uns anos mais tarde apaixonei-me pelo pai da minha filha, era lindo, jivem, atlético e muito simpático, mas muito cobiçado por todas as mulheres. Arrisquei fui à luta, vivemos juntos, mas fui trocada por noites, copos, amigos e mulheres. Estive mais 2 anos sozinha até encontrar um novo amor. O que me encantou para além de ser bonito, foi o seu lado desprotegido, senti algo nele que me despertou curiosidade. Durou 5 anos a nossa relação, mas com muita dor, ele bebia, agredia-me verbalmente, humilhava-me e agredia-me fisicamente e brutalmente. Foram anos e anos de dor, ainda hoje dói sempre que me lembro ou falo. Entretanto conheci uma pessoa misteriosa, mas muito calma, ponderada, responsável, que tudo fazia por mim, tratava-me como uma autêntica Princesa. Mas descobri o seu lado misterioso, é uma pessoa perturbada, que mente compulsivamente, que inventa uma vida própria e que está a viver uma obsecão em não me perdr, fazendo-me sofrer porque não me deixa seguir com a minha vida. Sou eu que crio todas estas situações? Sou eu a culpada?

Publicado por: SS às outubro 17, 2007 03:07 PM

so me relaciono com qem nao presta...de todos os namorados q tive todos me fizeram sofre..no comeco eu nao qero,entao eu ingnoro total,eh qando eles ficam doidos e colam mesmo..ai qando eu começo a gosta eu me descontrolo e acabo ficando dependente deles..ai eles nao qerem mas,ou nao dao tanta importancia..pq eu demostro muito q gosto...e claramente!ai fica uma coisa muito facil...muito na mao..
to tao trsite..pois hj estou assim..sofrendo por qem nao merece..qem so qer curti a vida..
enqanto eu doida atras..
nao mereco isso..mereco ser feliz..mas nao sei por onde começa..eu so fico feliz qando ele me liga,so fico feliz qando to cm ele..isso he raro,entao na maioria das vezes eu estou triste..cm um vazio q so me faz xora!

Publicado por: binha às abril 23, 2008 10:36 AM

Sempre soube k havia algo errado com os meus relacionamentos, e com as paixoes que me acontecem com uma frequencia assustadora.
Mas só quando ha uns dias parei nesta pagina, nao sei como tudo ficou tao claro.
Procuro sempre homens com que a probabilidade de vir a ter um relacionamento seja perto de zero.
Seja por terem namorada, estarem longe ou até serem meus professores ou médicos por exemplo.
è horrivel dar conta que aquilo que eu pensava que era amor é uma dor no peito, ansiedade, agonia, ciumes, medo.
Nunca conheci o amor livre, sem compromisso, só pelo amor.Não sei o que é amar alguem se amor significa algo que não traz sofrimento.
Tenho lido mais sobre o assunto e ainda estou numa fase de aceitaçao.
As paixoes continuam a acontecer mas tento perceber que esta dor nao me faz bem.

Publicado por: anonimo às abril 26, 2008 04:16 AM

estou de novo a reviver aquilo q já vivi vezes sem conta com este já lá vão 12 anos, antes deste idem 2 X 6 anos fora os q eram bonzinhos que duraram pouco

Publicado por: edvige às julho 28, 2008 07:57 PM

E assim se passa uma vida...saltando de "indisponível" para indisponível, dando tudo e não recebendo nada, mendigando afecto, recebendo migalhas...numa dança destrutiva, dando sexo para ter amor, estando só e a sofrer, sim porque estar dependente emocionalmente de um gajo que quer sexo e ma anda a enrolar, que só vem quando quer, sim p estes abutres gozam c a carência de quem nunca teve amor e que o mendiga, porque tem baixa auto-estima, mas...me aguardem, agora que estou a descodificar este padrão e a desperdiçar-me c quem não tem nada pa dar e só vem tirar; basta!chega de me magoar, sim p eu sou mais do que uma w.c.Doi mas é verdade, é tempo de dizer NÂO a esta atracção por quem apenas suga, usa e deita fora...CHEGA de me desperdiçar!

Publicado por: mimi às agosto 5, 2008 09:29 PM

Mas porque é que desprezamos os bons rapazes? Porque temos mta necessidade de atenção e as pessoas desequilibradas dao-na mais facilmente é isso?

Publicado por: Anonymous às agosto 28, 2008 07:47 PM

namoro um viciado em drogas e me sinto totalmente co dependente, ja tentei deixa-lo várias vezes mas não consigo ,parece que sem ele meu ar vai acabar e eu vou morrer...ele vive me fazendo promessas de se livar do vício, tento ajudá-lo mas sei q td é em vão,

Publicado por: Anonymous às setembro 3, 2008 05:12 PM

há sete anos me envolvi com mais um homem que amei demais... ele era lindo, um artista, músico, um poeta, encantador... entrei de cabeça!
foram anos de muito "amor" de minha parte, de toda dedicação impossível, de muita paixão, de muito desejo... e o que eu recebi em troca?
ingratidão, indiferença, críticas que me faziam sentir cada vez pior, solidão, carência, rejeição sexual e afetiva, hostilidade, prepotência, arrogância de um ser muito mimado e infantil, inseguro e de baixa estima, que não podia me ver bem, seus comentários eram sempre negativos...

ele não é má pessoa, ao contrário, cheio de boas intenções, mas é um grande problemático...

depois desse carnaval de 2009 algo se quebrou, algo que não volta mais, fiquei sozinha e comigo mesma, não gostei da minha companhia, me sentia imcompleta, abandonada e ele lá, sem saber se queria homens ou mulheres... na verdade queria ninguém, e eu aqui, sofrendo, sofrendo e sofrendo... num mês emagreci 7 quilos!!! ainda bem, isso foi o saca rolhas da quebra do meu ciclo vicioso...

nem mesmo tinha chegado ao fim com ele, reencontrei um antigo amor, nosso melhor amigo, tão o contrário dele: amoroso, companheiro, cuidador, compreensivo, carinhoso... e também lindo, um artista, um artista plástico cheio de encantos, que até hj sempre me fez sorrir... mas um alcóolotra e compulsivo sexual por homens e mulheres e travestis e tudo o mais!!! estive apaixonada, ardentemente!!! e ainda estou... fico arrepiada, tonta, embriagada só em pensar nele...

até ontem os dois me deixavam confusa, perturbarda - e ainda deixam!- mas descobri que não estou sozinha, que tenho um problema e que vou me tratar!

estes não foram os primeiros homens desse tipo em minha vida - todos os meus homens foram assim!!! não quero mais nenhum homem assim, apenas por um motivo: não quero sofrer e nem morrer de "amor" por ninguém...

descobri minha atração doentia por tipos impossíveis, feitos embriões que jamais serão bebês, feitos fantasias que jamais se tornarão realidade...

descobri que sou uma mulher que ama demais, esse é o primeiro passo, se conhecer e reconhecer, se olhar no espelho e enxergar no fundo da alma...

ontem eu queria morrer, me olhava no espelho e me achava a pior das mulheres, mas nada literalmente como um dia atrás do outro! hj me levantei, sacudí a poeira e dei a volta por cima!!!

estou aqui para uma nova fase em minha vida...
a pouco tempo, muito pouco tempo mesmo, compreendi o que há comigo, estou direcionando minha compulsão para o assunto, pois quero entrar de cabeça numa, senão cura, no controle de minha doença, quero ter as rédeas de minha vida em minhas mãos!!!

amanhã será minha primeira vez no mada e quanto a minha compulsão, vou aproveitá-la um pouco para coisas úteis em minha vida, como recuperar todo o tempo perdido, todas as faculdades que deixei de terminar por causa dos meus desamores, todos os empregos que abandonei por não conseguir pensar em outra coisa senão nos meus homens, tudo que perdi em minha existência, ocuparei todo o meu tempo assim, estudando, trabalhando, criando, me divertindo e acima de tudo vivendo!

amanhã, quando eu tiver num estágio mais evoluído, vou querer a sorte e a escolha de um amor tranquilo...

mas hj eu só quero aprender a me amar!

amigas, cuidado com certos homens que são demônios disfarçados de anjos caídos de asas quebradas... mas cuidado contigo mesma, sua pior inimiga pode ser apenas vc!! sua melhor amiga também...

se vc estiver como eu, procure ajude e mude sua vida e seu destino.
viva e seja feliz!!!

Publicado por: paloma às março 31, 2009 07:00 PM

Eu às vezes não aguento mais este padrão!!!!!
Passo por períodos que parece que não vou mais me interessar por homens indisponíveis ou loucos, mas.....novamente me vejo "apaixonada" por um cara que estuda na mesma sala que eu. Desde o início, achei-o problemático e já tinha sacado que a minha atração por ele era por conta dos problemas que ele tem. Só que eu acabei aprofundando a amizade com ele e já nos beijamos algumas vezes até que ele disse que não queria mais por estarmos na mesma classe, e eu fiquei chateada e achei estranha a atitude dele. Ficamos mais umas duas ou três vezes e lel é muito distante fico mendigando carinho,não quero mais isoo para mim. fiquei com ele e estava namorando um cara que parecia ótimo mas que também era pior ainda, ficamos juntos dois meses e nada aconteceu de mais íntimo com a gente, só beijinhos e ele não me ligava quase para saber como eu estava.

Publicado por: help às abril 28, 2009 01:15 AM

Terminei um namoro com um cara que parecia ser tudo de bom. Mas terminei porque percebi que ele não estava disponível. Simultaneamente ao término deste curtissimo namoro de 02 meses, me envolvi com outro cara 7 anos mais novo que eu e que também é indísponível, super indisponível e essa indisponibilidade faz com que eu me apaixone totalmente por ele. As vezes parece que ele gosta de mim e eu fico esperando que ele diga algo ou me convide pra sair, mas nada acontece, só eu que fico falando que gosto e adoro ele e, que é melhor não mais ficar junto e ele só concorda e diz que está tudo bem, parece que pra ele tanto faz. Isso tudo é uma LOUCURA enorme. Parece que nunca vou sair deste padrão. Faço terapia e já frequentei o coda.(codependentes anonimos) Melhorei muito, mas agora me pego caindo na armadilha... A carência começa a crescer e é aí que caio nas armadilhas que faço pra mim mesma. Preciso da ajuda do Poder Superior para enfretar tudo isso. Parece exagero, mas essas coisas não são fáceis de aceitar e de lidar. Olhar para isso ME CANSA MUITO mas como tudo na vida tem um propósito, eu continuo me cuidando e atenta às minhas atitudes.
Um ótimo livro que leio sempre é Você pde curar sua vida (Louise L. Hay), e também é claro Codependencia nunca mais e Para além da codependencia.Livros que ajudam bastante!!!

Publicado por: anonimo às abril 28, 2009 02:04 AM

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