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junho 21, 2006

Raiva, Ressentimento, (In)Tolerância

Publicado por marmad5 às junho 21, 2006 05:23 PM

Comentários

"Agradar a todos" tem um irmão gêmeo chamado "ressentimento". Fazer concessões em demasia - sorrir sempre e dizer "sim" quando quero dizer "não" - com certeza me custará muito alto em termos de auto-estima e, conseqüentemente, em meus relacionamentos. O medo de explodir no final, de estourar, não me impede de deixar que as pessoas saibam como realmente me sinto. Estou desenvolvendo o equilíbrio emocional de que necessito para expressar divergência sem hostilidade.

DE ACC: Maria M
DATA: 18/7/2005

Publicado por: Anonymous às junho 21, 2006 05:24 PM

Se eu me aceitasse completamente e estivesse em paz comigo mesma, não ficaria perturbada por palavras ou ações de outras pessoas. Quando examino minha antipatia por certas pessoas, fico surpresa ao descobrir que as características com as quais sou menos tolerante são aquelas que detesto em mim mesma. É particularmente desconcertante descobrir que posso sentir isso até em relação às pessoas que me estão muito próximas - cônjuge, filho, amiga querida. Com a crescente aceitação de mim mesma crio maior tolerância para com os outros. Sei, entretanto, que perfeita aceitação durante todo o tempo é impossível. O que é possível é aumentar a compreensão e a capacidade para reconhecer meus sentimentos.

DE: Maria M
HORA: 8/6/2005

Publicado por: Anonymous às junho 21, 2006 05:25 PM

Quantas vezes permiti que invedissem meus limites pelo medo de não ser aceita? E quantas vezes rompi relações por não suportar mais tanta invasão? Por limites e me impor sem irromper em crises de ódio. Equilíbrio é auto estima é a palavra chave

Publicado por: Samira às agosto 6, 2006 12:00 AM

Tenho dificuldade em ser assertiva. De agressiva passo a passiva. E de passiva que reprime as coisas passo novamente a agressiva. Ainda por cima é bem estúpido. Estou aborrecida por um motivo, mas como não o digo ou mostro acabo por descarregar a minha raiva sobre o que for sem motivo nenhum. Nas alturas em que consigo dizer não e impor limites bem definidos isto não acontece. Já não reprimo sentimentos que não mostro e por isso não tenho motivos para me tornar explosiva por motivo nenhum.
Tenho alturas em que trabalhei bem este aspecto da assertividade: “impor limites e dizer não de forma harmoniosa, sem agressividade”. Mas tenho alturas em que me vou esquecendo disso. É como se me fosse distraindo e aos poucos e poucos esquecendo o assunto, até que os hábitos antigos vão voltando devagarinho. Então começam os disparos de mau humor. Mas agora já percebo porque acontecem e posso pôr-me de novo a caminho. Quando isto acontece é quando estou a começar a deixar que ultrapassem os meus limites ... E está na hora de hastear a bandeira da assertividade!

Publicado por: Anonymous às agosto 12, 2006 12:01 PM

Às vezes apetecia-me ter alguém com quem poder gritar, berrar, espernear, fazer imenso barulho só para deitar a fúria que sinto cá para fora.
Só para desabafar. Talvez bater em almofadas!

Publicado por: Anonymous às agosto 22, 2006 01:19 PM

Quando as discussões não levam a lado nenhum o que é que se faz?
Quando se tenta explicar a uma pessoa o que sentimos e não nos entendem ou a culpa se vira sempre contra nós o que é que se faz?
Quando tentamos falar com os outros e eles não nos 'ouvem' o que é que se faz?
estou cansada disto!

Publicado por: Anonymous às setembro 30, 2006 12:26 AM

Se te puder animar um pouco, pensa q não és a única a sentir este turbilhão de emoções, sentimentos, sensações, pensamentos, certezas mas mais incertezas, enfim td esta grde confusão.
Mas penso q não devemos nunca desistir da vida e de ser quem somos, apesar de minoria e às vezes inconveniente.
Há, até ver, uma coisa mt simples e q é certa na Natureza e q nos pode ajudar nos momentos mais complicados qd nada parece ser possível de resolver:depois da chuva vem sempre o sol, e nessas alturas de sol a luz é mt mais radiosa do q qdo ele brilha por dias e dias seguidos.

O grde problema de quem se questiona demais é q vê coisas q os q não o fazem não veêm, nem querem ver. Sofremos mt e mt mas acho q das poucas vezes q estamos felizes, experimentamos tal intensidade de alegria e emanamos tais ondas de energia positiva a quem nos rodeia q só isso já nos dá alento para continuar e seguir em frente numa nova etapa.

Um abraço,
Maria.

Publicado por: Maria às outubro 13, 2006 03:52 PM

Sou muito ...? Muito quê? Não sei a palavra. Mas não sou empática. Passo por determinados problemas e resolvo-os. E depois quando vejo outras pessoas nas mesmas situações fico irritada porque n as conseguem resolver. Parecem-me fracas e imbecis! Sou intolerante. Tenho que perceber que os outros não são iguais a mim. Que o que é fácil para mim pode n ser para os outros e o que é fácil para os outros pode ser difícil para mim. Tenho que desenvolver simpatia e compreensão e quebrar o meu orgulho. Acho q é ele k me faz pensar k sei agir melhor k os outros.

Publicado por: Anonymous às dezembro 25, 2006 11:51 PM

Nossos relacionamentos, conosco mesmo e com os outros é nossa grande escola, se nos dispusermos a aprendemos.
uma das lições que aprendi, é que antes de tudo tenho de estar bem comigo mesmo... tenho que saber viver comigo. Quando consigo fazer isso bem, compreendo que as pessoas não tem coisas contra mim, tem coisa contra elas mesma e é mais fácil perdoar, porque é apenas ver que não é comigo, e não posso me zangar ou me chatear com alguém porque ele não esta bem com ele mesmo... e ainda posso, as vezes, ajuda-lo a dar um passo além.

Publicado por: Anonymous às fevereiro 4, 2007 11:41 AM

Quando tenho raiva sinto-me tão mal, tão mal. Nasci numa casa onde a raiva explodia por todos os lados. No meu pai como agressividade, na minha mãe como gritos e nós aprendemos a resolver a menor contrariedade com raiva. Respondendo mal, dando respostas agressivas, berrando, mandando coisas pelo ar ... sei lá. Foi isto que aprendi!

Durante tanto tempo vivi assim com a minha irmã num clima de amor ódio, em que nos dávamos tão bem mas ao mínimo passávamos a descarregar uma na outra.

E com as outras pessoas, no emprego, ... sempre tentei impor as minhas ideias. E quando via que as coisas não corriam como eu dizia isso irritava-me, dava-me raiva, era motivo para pensar que os outros eram imbecis porque não faziam as coisas como eu achava que deviam ser feitas.

Aprender a controlar a raiva! Ummm.... porquê? Se até tenho razão para estar furiosa com a atitude da pessoa X?
Porque quando estou com raiva sou eu que me sinto mal, sou eu que estou a sofrer!
Independentemente do que o outro tenha feito, quando estou com raiva sinto-me mal. O que sinto é mesmo desagradável! E eu não quero sentir isto!
Além disso com raiva eu torno-me cega, torno-me ainda mais impulsiva, digo o que não quero, faço o que não quero e depois mesmo que me arrependa já não há nada a fazer.
Com raiva fiz tantos disparates que depois me envergonhei, perdi o sentido de respeito por mim própria. Fiz coisas de que envergonhei depois e me fizeram sentir miserável.

Sei que a raiva só surge quando os outros não fazem o que eu quero, quando quebram as minhas expectativas ou me obrigam a fazer coisas que eu não quero. Isso causa-me um incómodo e surge a raiva. Mas esta é uma atitude muito infantil de reagir às coisas. Quero deixar de ser como uma criança mimada e resolver as coisas como um adulto saudável, com assertividade em vez de raiva.

Agora que ando a deixar de fumar e isso me deixa super ansiosa posso ver a raiva à flor da pele. Por qualquer coisa idiota posso passar-me e entrar em loop “ele fez isto, ele fez isto, ele fez isto, ...” e devido à ansiedade torna-se difícil sair do loop. Mas são coisas que noutra altura não me afectavam nada. Mas ao menos hoje em dia tenho a capacidade de reconhecer isso. O que é imenso, porque antes nem disso me apercebia.
E como ando meia descontrolada e vejo que sozinha não consigo reagir e evitar peço ao meu PS que me liberte desta raiva e destes loops. E com a ajuda dele consigo. As coisas passam. Só tenho que lhe dar algum tempo e entretanto não fazer nada, controlar-me para estar quieta e não dar asas à imaginação. E esse é o grande esforço que tenho que fazer para controlar a raiva: em vez de reagir estar quieta, ficar calada e não fazer nada!
E no entretanto tentar de todos as maneiras não pensar nisso.

Publicado por: Anonymous às fevereiro 5, 2007 10:40 AM

Estou com raiva de meu amor, que me deixou e partiu sem dar explicações. Quando penso no nome dele me vem um monte de palavrões, coisa que eu nunca falei palavrões, não porque meu pai me proibisse, eu simplesmente não pensava em palavrões. Agora é só pensar no nome dele...e palavras feias aparecem em minha mente, emuitas vezes sozinha em meu carro enquanto dirijo tenho de gritar essas palvras horríveis. Eu sei que na verdade não estou sozinha, Deus está vendo e ouvindo e fico envergonhada, embora saiba que Ele melhor de que ninguém sabe o que sinto. E o que sinto não é bonito, desejo tudo de ruim para ele, que ele não seja feliz como eu não sou, que a futura esposa dele o faça sofrer tanto quanto ele me fez sofrer. Meui Deus como eu gostaria de vê-lo, apenas mais uma vez, para poder colocar tudo que está engasgado para fora. Mas ele foi covarde, canalha, mal carater, moleque, não me deu nem a chance de dizer nada. Por que então eu não consigo esquecê-lo e seguir em frente com minha vida, achar alguém que mereça todo este amor que sou capaz de sentir? Por que este sentimento ainda me sufoca e me faz fria para aquele que me ama de verdade? Por que parece que estou só com meus problemas, ninguém me ouve, ninguém me diz uma palavra, estou morrendo em vida e ninguém me repara? SERÁ QUE ALGUÉM QUE ESTÁ A LER ISTO PODE ME DIZER ALGO PELO AMOR DE DEUS!? ESTOU A PONTO DE FAZER UMA LOUCURA!!!!

Publicado por: Galega às março 1, 2007 10:39 AM

Quando dormia com o..., passava as noites em claro, não pregava olho. A adrenalina circulava nas minhas veias como uma maldita cocaina...

Publicado por: Ana às maio 4, 2007 11:09 AM

...
Às vezes tb me sinto assim.
Fico irritada com a inércia e lamuria das pessoas e a vê-las não fazer nada. Ainda por cima eu sempre fui muito rápida, quer dizer impulsiva, mas também pro-activa. Então ver gente q n faz nada para resolver seus problemas me incomoda.
Acho que a solução está em termos compaixão pelas pessoas e em deixar de querer que elas ajam como nós queremos. Afinal o que me irrita é apenas que elas não têm a atitude que eu acho que deviam ter. nestes momentos estou focada em mim. Quando em vez de olhar para mim olho para elas apercebo-me que tem dificuldades que eu também já tive. Penso que posso utilizar isso com em dois sentidos positivos:
- ficar contente e sentir-me feliz por já ter ultrapassado esses comportamentos
- e sentir afecto pela pessoa, perceber que ela própria se prejudica ou sofre por ter esse comportamento e tentar ajudar se for caso disso.

Claro que é muito fácil falar! Mas nos dias em que consigo por isto em prática funciona e é muito positivo! Em vez de irritação, dá-me bem estar e é isso que procuro na minha vida.

Publicado por: Anonymous às junho 7, 2007 03:29 PM

Adorei nossa...cada comentário lido parecia que eu era a autora..

simplesmente o máximo....fiquei até mais calma!!!

abraços

Publicado por: karmem às julho 6, 2007 05:29 PM

Com certeza este último foi o melhor. Ainda bem que temos senso de humor em meio a tanta loucura. Esse é o ponto de equílibrio???

Publicado por: Silvia às setembro 23, 2007 10:11 PM

Estou me sentindo muito mal;às vezes penso que melhor seria nunca gostar de ninguém.
Hj passei o dia todo trabalhando, louca que chegasse logo a noite pra poder tc com o homem ,que até hj pensei ser o da minha vida.
E ele simplesmente me disse para ir descansar,que amanhã eu teria que acordar mto cedo.
Isso meproduziu um ódio tão grande...,acho que tbm de mim, de criar tantas expectativas em cima de uma pessoa,e essa raiva insuportável me deixa paralizada ,com vontade de me sentar no chão,de chorar até que tudo isso passe.Eu sei que essa pessoa não merece tanto descabelamento,eu sei de tudo isso..e mesmo assim não adianta,o ódio me consome cada vez mais.

Publicado por: renata às dezembro 2, 2007 03:44 AM

Sinto sempre uma raiva incontrolável. Raiva do parceiro, raiva da minha família que sempre me diminuiu, raiva das mulheres que eu julgo representar uma ameaça. Mas eu tenho raiva principalmente de mim mesma, não consigo me aceitar, não consigo sem compassiva comigo mesma.Quando isso vai mudar?

Publicado por: Samira às março 7, 2008 02:15 AM

A raiva é um sentimento, podemos sentir raiva por vários motivos, mas é um sentimento, tal como a alegria, o ciume ou o amor. mas raiva carrega em si aspectos negativos. Tive raiva uma vez de um homem, e nem se quer e do ex marido ou da pessoas com quem vivi. Não sou emocionalmente dependente, mas na altura senti raiva e queria negála, quando de aceita e mais facil lidar com a situação. Hoje quero mais que esse rapaz seja feliz, que não sofra, que ame alguem e que sinta amado. ~E uma situação diferente de todas as outras que ja vivi. Não deu certo, as vezes questiono os motivos: mas sigo a minha vida e estou com rapazes bonitos, e gosto tbem dos amigos e etc etc, mas algo em mim permaneçe desta historia, e quando um ouço uma musica de aperto no peito e nele que eu penso, ou quando estou de olhos fechados a tentar meditar(bela meditação). mas tbem não me sinto mal com esta situação, mas não entendo mto bem este sentir, nem esta forma de amar,

Publicado por: Anabela às abril 3, 2008 12:47 AM

Na raiva o melhor é a técnica do grito, vá para um monte, grite bem alto...normalquente quem aceita os sentimentos que vive (negativos) está pronto para eliminálos,pense que não é Unico, e saiba se proteger. Não evite a raiva, mas saiba sair dela.

Publicado por: Anabela às abril 5, 2008 02:52 AM

Geralmente tb sinto muita raiva dos outros, da maneira como me olham, como me deixam de parte, e como sem se aperceberem me fazem sentir inferior!
Às vezes só apetece e sair da beira do mundo e chorar ate criar outro oceano atlantico!
é por isso k ja sofri mesmo mt e hj tento sp manter a calma e o equilibrio

Publicado por: Artemisa às abril 24, 2008 09:33 PM

Para superar o ressentimento, abençoe a outra pessoa e reze para o bem dela.

Do livro MEDITAÇÕES DIÁRIAS PARA MULHERES QUE AMAM DEMAIS - Robin Norwood

Publicado por: Anonymous às julho 10, 2008 05:39 PM

Estava precisando ler a partilha de vcs! Estou perguntando-me o pq da raiva do meu namorado? E ao ler, identifiquei as situações...
Fico com raiva dele por ser rejeitada, por alimentar expectativas que ele não vai suprir...
Mas pq amo esperando algo? Preciso amar por amar, e não amar pq ele fará isso ou aquilo.

Publicado por: Michelle às agosto 29, 2008 02:53 PM

Uma vez estava a Lutar com a máquina de lavar loiça, a empurrar à força o tabuleiro com a loiça que não entrava. E ele não entrava. Então um amigo disse-me “porque é que estás a fazer isso?”. E pegou no tabuleiro, e com um jeitinho colocou-o dentro da máquina. Bastava dar um pequeno toque … Esse momento foi uma grande lição para mim.

“Se podemos resolver a situação, porque ter raiva?
E se não pudermos resolver a situação, porque ter raiva?”

Publicado por: Anonymous às outubro 4, 2008 08:29 PM

Eu to com muita raiva da minha paixão acho que pelo fato dele ser mais novo so que eu não consigo aceitar certas coisas, como por exemplo sair todos os finais de semana, eu no começo do namoro suportava até pelo mesmo fato de não querer arrumar brigas mais ai já virou rotina ele não me respeita mais e me deixa em casa todos os finais de semana sem me dar um carinhu ou algo do tipo quer dizer nem parece mais que eu tenho namorado, quando vou dar um abraço ou um bj e seco e parece que sem sentimento isso ta acabando comigo mais eu naum consigo deixar de amar esse pessoinha que tanto amooooo, meu Deus só tu sabes do meu sofrimento da minha angústia.... e o pior naum tem ninguém que eu possa desabafar a não ser nessa pagina da net, pois até virei as costas para os meus familares o q jamais deveria ter feito.... ai Senhor me ajuda .... snif.

Publicado por: Luana às outubro 14, 2008 10:51 PM

tenho ciumes demais,equero morre detanto odio,nao tenho seguraça na minha relaçao.as exs dele ta sempre presente na minha vida,tenho ataque de ira eviolecia,os meus filhos sofre com minha violecia, o meu maridoso fala em mideixa ,tenho odio de mi mesma.td mundo pessa que so feliz ,mais vivo de apareça,quero viver live ,mais dependo dele pra td ,nao saiu pra nada,meu mundo e esruro meu Deus sosorro...

Publicado por: raquel às outubro 22, 2008 07:45 PM

Nao sei qual dos dois e o mais doente, ele diz que para me livrar so se ele morrer, sera que eu vou ter que esperar esta situação, tenho medo que para que eu começe a viver bem tenho que morrer ou virse e versa. Luto todos os dias contra as furias que ele me provocou, e a minha defeza maior e a criação dos meus filhos, isso nao e ser uma familia

Publicado por: Kenia Carolina de Brito Rocha às dezembro 15, 2008 11:08 AM

acreditei num cidadão que se fez de coitadinho, mesmo vendo quem ele era na verdade, usou o seu proprio poder de persuasão para me envolver, só para ter algo para ele se auto afirmar, me conquistou, acolheu, soube meus segredos mais intimos, e hoje, depois de confiante, me disse pra eu nao encher a paciencia dele.

Me sinto a menor e a mais idiota de todas as pessoas. e eu o odeio por isso.

Publicado por: Juliana às dezembro 15, 2008 04:39 PM

Namoro à 4 anos, entre ídas e voltas. Eu perdoei de tudo:traição, agressão, ameaças, tudo.
E por mais que eu tente, não consigo ter raiva, ódio dele por muito tempo. Fico na hora e depois passa. E isso fez com que ele não se preocupasse mais com o que diz, com o que faz, pois eu sempre acabo perdoando.
Agora pouco, fui na casa dele e ele simplesmente saiu jogar bola, nem olhou pra minha cara, só avisou a mãe dele e saiu.
Eu estou cansada disso, de família e amigos me chamando de idiota, de "mulher de malandro" por aturar tudo o que ele me faz.
Mas espero que alguém aqui me entenda. Eu não consigo colocar um ponto final nesse namoro.
Ele foi o meu primeiro beijo, primeiro namorado, primeiro homem..

=/

Espero que um dia eu consiga mostrar a ele o qual é o meu valor, que alguém pode me dar muito mais do que ele me deu.

Publicado por: Angelina às fevereiro 28, 2009 01:00 AM

Eu estou com dificuldades de me relacionar com as pessoas (meus pais e meu namorado)....As vezes eu tenho ataque de raiva do nada,por nada eu choro.Eu acabou agindo sempre por impulso, e me arrependo depois....
Sou uma adolescente de 16 anos, não posso sair nem para ir na casas das minhas amigas...
As vezes quando não concordo com algo, não e falo nada....vou deixando o tempo passar...finjo que esta tudo bem, mas na verdade não esta...
Depois não aguendo mais e estouro por besteira...

Publicado por: Camila às abril 14, 2009 08:00 PM

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