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junho 21, 2006

Temas Livres

Publicado por marmad5 às junho 21, 2006 05:29 PM

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EM APENAS UM MINUTO

Em apenas um minuto podemos criar tempestades ou desenhar um lindo arco-íris.
Podemos ir ao inferno ou chegar aos céus.
Podemos derramar inúmeras lágrimas ou semear sorrisos.
Podemos enterrar ideais ou descobrir novos caminhos.
Em apenas um minuto podemos ir ao chão ou criar asas.
Podemos fazer a alma ficar abalada ou progredirmos espiritualmente.
Podemos destruir sonhos ou espalhar esperanças.
Podemos nos sentir perdidos ou descobrir um novo horizonte.
Em apenas um minuto podemos ser envolvidos pela dor ou contagiados pela alegria.
Podemos derrubar alguém ou estender a mão.
Podemos temer os desafios ou acreditar em nosso potencial.
Podemos perder um grande amor, ou cultivar a fraternidade.
Em apenas um minuto podemos conhecer o desespero ou confiar na sabedoria do Pai.
Podemos preferir morrer lentamente ou viver intensamente.
Podemos nos achar injustiçados pela vida ou arregaçar as mangas e continuar a caminhada.
Podemos cometer as maiores atrocidades ou realizar grandes gestos de solidariedade.
Em apenas um minuto podemos conhecer a loucura ou a serenidade.
Podemos gritar ou levar a paz.
Podemos ferir ou cicatrizar as feridas.
Podemos criar inimigos ou agirmos como irmãos.
Em apenas um minuto podemos nos arrepender amargamente ou ficarmos intimamente orgulhosos por uma atitude que realizamos.
Podemos empurrar alguém para o abismo ou ajudarmos a encontrar o caminho.
Podemos condenar os atos alheios ou auxiliar sem questionar os atos praticados.
Podemos produzir trevas ou iluminar a escuridão.
Por apenas um minuto as névoas podem contaminar os nossos pensamentos ou podemos acreditar no poder da fé.
Podemos multiplicar as ofensas ou reconhecer o erro.
Podemos perpetuar o ódio ou praticar o perdão.
Podemos permanecer caídos ou decidir recomeçar a caminhada.
Por apenas um minuto podemos ser vencidos pelos nossos fantasmas ou vencer o medo interno.
Podemos nos perder entre vícios e prazeres ou começar a nossa reforma íntima.
Podemos prolongar o sofrimento ou modificar atitudes.
Podemos comprometer uma existência ou recuperar uma vida.
Por apenas um minuto podemos escolher morrer ou viver....

Vamos aproveitar os nossos minutos!

Publicado por: Gina às julho 10, 2006 12:07 AM

Transformação

Quem de nós já não desejou, em algum momento, ser dotado de poderes mágicos que nos permitissem transformar o mundo, eliminando todo o desequilíbrio, a desigualdade, a violência e tantos outros problemas existentes?

Para que esta fantasia se torne possível, é necessário, antes de tudo, que sejamos capazes de transformar nosso mundo individual, nossa própria dualidade, e integrar todos os aspectos de nosso ser.

Visto ser esta uma tarefa bem difícil, torna-se urgente que a iniciemos o mais cedo possível, se quisermos usufruir da felicidade que essa integração poderá nos proporcionar ainda nesta vida.

Integrar todos os aspectos de nosso ser exige um olhar compassivo e amoroso para aquelas partes de nós que preferíamos não ver, aceitando com humildade que elas existem, mas que podem ser mantidas sob controle, se soubermos fazer prevalecer nosso lado luminoso, aquele que nos faz experimentar a plenitude da existência.

Muitas pessoas vivenciam o tempo todo apenas seus bloqueios e dificuldades, e se esquecem de olhar para si mesmos com uma visão amorosa, reconhecendo aquilo que possuem de bom, suas qualidades e talentos latentes.

Transformar nosso mundo interior é, antes de tudo, transmutar a negatividade e o pessimismo em confiança e fé em nosso poder pessoal. Podemos, a qualquer momento, recriar nossa vida em outras bases, tendo como alicerce nosso senso de unidade com o Divino.

Elisabeth Cavalcante

Publicado por: Anonymous às julho 12, 2006 04:00 PM

Como controlar sua forma de viver, para que seja a melhor. autor Airton Rien

Você já pensou em algo que gostaria muito que acontecesse? E aí, aconteceu? Sim? Não? Se aconteceu, parabéns, você é uma pessoa que sabe canalizar todas suas forças para conquistar o que busca.

Se não, então se prepare para conhecer alguns processos de fácil aplicação, que lhe permitirão aperfeiçoar sua atitude de fazer tudo acontecer.

No estudo da “psique”, nossa mente se divide em duas partes: o racional (nossa mente consciente que controlamos) e o irracional (nosso subconsciente que não controlamos). Pensamos com a mente consciente e nossos pensamentos são absorvidos pela mente subconsciente. Não somente isso, mas nosso subconsciente também “absorve” tudo o que percebemos e muito, além disso, ainda, percebe o que não percebemos. Recebe informações de nossa mente consciente e de todos os nossos sentidos. E nessa área acontecem coisas incríveis que poderemos falar em outra oportunidade, tais como ensino cognitivo, mensagens sublineares, etc...

A verdade é que o nosso subconsciente é que gerência todos os nossos pensamentos (comunicação interior – intrapessoal) e faz com que os mesmos se concretizem pela mente racional (aquela que controlamos e nos comunicamos com o exterior – comunicação interpessoal). Entendemos, portanto, que temos um poderoso instrumento que, se bem explorado, pode fazer toda a diferença para uma vida de sucesso. Já teve a experiência de às vezes perceber que acontecem “coisas que você estava pensava muito nelas?” Conhece pessoas que já tiveram experiência parecida? Isso é tão evidentemente percebido, que proporcionou nascer à expressão “o poder da mente”. Na verdade não é poder nenhum. O que acontece é uma atividade normal de nosso subconsciente. Uma vez conhecido esse “mecanismo”, podemos sim, usá-lo para nosso bem. Como pode isso? Veja abaixo.

O que nosso subconsciente capta, é automaticamente transferido à nossa mente consciente e o que nossa mente consciente processa, é captado pelo nosso subconsciente e isso independe de nossa vontade, sem falar no que nosso subconsciente capta através de nossos sentidos, tanto para nossa preservação física, como para a preservação da nossa indentidade intelectual. Por exemplo, se você pensa coisas boas, lhe acontecerão coisas boas; mas por outro lado, se você é daqueles que acordam pensando em coisas ruins, no quanto dormiu mal ou não dormiu, no tanto de trabalho que tem pra fazer, nas contas que tem que pagar e ainda por tem uma vida de ingratidão, tanto para os amigos como para com nosso Criador, seja por um dia, seja por um favor, uma nova chance, então você pode ter certeza que coisas ruins estarão para acontecer.

Então essa regra diz: “Através de nossos pensamentos, transferimos ao nosso subconsciente o que queremos para nós”. Nossa mente é burra, ou seja, não sabe se estamos “apenas brincando” ao pensarmos “eu não posso”, “não consigo”, “sou infeliz” ou se é sério. Ela não julga. Apenas absorve. Para nosso subconsciente, tudo é válido. Não existe “faz de conta”. Mais ainda, se pensarmos “isso não vai dar certo”, nosso subconsciente “trabalhará” para que isso seja uma verdade. Se pensarmos “vai dar tudo certo”, ele também “trabalhará” para que isso seja uma verdade. E com nosso subconsciente não devemos brincar, pois ele trabalha sempre de forma muito eficiente e séria.

Não estou aqui falando que é errado pensar nos problemas e que devemos apenas aproveitar a vida. Não é isso não. Vejamos. É fácil diferenciar uma pessoa otimista daquela pessimista. Baseados nas informações até aqui apresentadas se formos expertos, seremos todos otimistas, o tempo todo. Veja só este exemplo: Duas pessoas residentes na mesma cidade, Carlos e José estão indo para o trabalho, cada um no seu próprio carro. Carlos ao sair de casa, se despede da mulher com sorrisos e carinhos e inicia seu deslocamento assoviando uma melodia bem animada. José também inicia seu deslocamento para o trabalho, mas neste dia, saiu de casa não muito legal. Está mal humorado porque brigou com a mulher e chutou o cachorro. No caminho os dois carros se batem. Pulam dos veículos e atentamente verificam os prejuízos. O carro de Carlos está com o capo e os pára-choques dianteiros todos seriamente danificados e o de José tem alguns leves amassados. José obtuso ameaça e xinga Carlos e dizendo que não é o culpado, e estando visivelmente alterado grita aos berros com Carlos, pedindo de imediato o conserto dos prejuízos que teve. Carlos tenta acalmar seu opositor e tranqüilamente diz a José que seu seguro pagará tudo e que o dia está lindo e maravilhoso.

Qual dos dois se saiu melhor, sabendo que a situação não tinha mais jeito? Adiantava alguma coisa Carlos responder a José no mesmo tom. Claro que não. Cada um de nós também somos protagonistas de histórias como essa. Estamos sempre condicionados a viver centrado no pessimismo e no mau pensamento, não acreditar nem confiar em ninguém, e isso “de carteirinha”. Precisamos aprender a ver sempre o lado bom das coisas. Nada é completamente ruim, podemos sempre tirar bom proveito de tudo que nos acontece, inclusive lições de vida. A diferença está no modo como reagimos às coisas que diariamente nos sobrevém.

Tem pessoas até que procuram ter bons pensamentos, mas anulam os mesmos. Falam uma coisa e fazem outra, totalmente oposta. Isso é um grande problema, pois se você pensa só coisas boas por um determinado tempo e depois se vê negando tudo aquilo que afirmou, você simplesmente está anulando seus pensamentos bons e confirmando ao seu subconsciente que é um pessimista. Se você quer ganhar um carro, pensa que vai tê-lo em sua garagem, mas não economiza para comprá-lo, com isso estará anulando seus bons pensamentos. Ou seja, é preciso uma boa ação correspondente. Sorte não existe e não cai dinheiro do céu.

Quando você pensa positivo, e quanto mais forte pensar melhor, você acaba se preparando para ter o melhor de tudo e isso sem se dar conta. Esse forte pensamento fará você tomar ações que lhe serão favoráveis. Vejamos, você fixou em melhorar seus rendimentos e pensa fortemente nisso. Não se surpreenda de logo em seguida se encontrar fazendo um curso de aperfeiçoamento, ou de preparo técnico. Mágica? Claro que não. Isso se deve por você estar fortemente focado em sua determinação. Então, entendemos que esse preparo levará você onde você quer chegar. Continuando... Uma vez cursado o aperfeiçoamento, quando surge a oportunidade... você a identifica e ZAP, está com uma promoção ou fazendo algo de proveitoso com seus novas habilidades e conhecimentos. Jim Rhom diz: Sorte é quando a oportunidade cruza com a habilidade (preparo).

Um dia Neir, um amigo meu, teve esse forte desejo. Queria aumentar seus rendimentos. A princípio não sabia como. Pensando cada vez mais nisso, ficou muito focado e nesse processo, leu livros sobre autodeterminação. Em um dos livros encontrou várias orientações a respeito de sua nova postura que deveria adotar, bem como da necessidade de se aproximar de pessoas de êxito. O livro o orientou que ele deveria falar isso a outros, principalmente a familiares e amigos. E ele fez exatamente isso e de um dia para o outro “as coisas começaram a acontecer”. Boas opiniões vieram, sugestões de outros que realmente gostavam dele, pareciam se encaixar com seu forte desejo. Em dias já estava se atualizando num curso de informática (ele optou por esse em função de suas atividades). Quando sua empresa iniciou o processo de expansão, foram necessários a aquisição de vários novos computadores. Quem foi convidado a participar? Todos os funcionários que entendiam de computador e meu amigo Neir, estava apto e recebeu o convite. Continuou a se aperfeiçoar e dentro de um ano, havia triplicado seu salário. Viu como é? Mágica? Não. É a ação positivamente correta, movida por forte paixão. Uma vontade férrea na busca daquilo que se deseja.

Então que estamos esperando. Nossa realidade pode tornar-se cada vez melhor se soubermos trabalhar nossas mentes. Acredite, você também tem isso em suas mãos. Entretanto, não esqueça algo de extrema importância: que a lei do retorno existe.Tudo o que você deseja ou impõe aos outros também é dado para você. Lembre-se da Regra Áurea. “Faça aos outros aquilo que tu queres que eles te façam”. Temos a livre escolha entre o certo e o errado, mas como está escrito em Isaias, devemos escolher o certo para que vivamos felizes, não somente nós, mas todos os da nossa casa.

Um abraço a todos.

- Airton Rien

Publicado por: Airton Rien às julho 12, 2006 10:51 PM

Projecções

Um homem telefona ao médico de família:
- Ricardo, sou eu o Manel.
- Ah, olá! Que se passa Manel?
- Estou a ligar-te porque ando preocupado com a Maria.
- Porquê? O que é que ela tem?
- Está a ficar surda.
- Como, está a ficar surda?
- Sim, a sério. Preciso que venhas vê-la.
- Bom, em geral a surdez não é uma coisa repentina nem aguda, por isso trá-la à consulta segunda-feira para a examinar.
- Mas achas que podemos esperar até segunda-feira?
- Como é que te apercebeste que ela ouve mal?
- Porque a chamo e ela não responde.
- Olha pode não ser nada, tipo cera no ouvido. Mas vamos tentar detectar o nível de surdez da Maria. Onde é que tu estás?
- No quarto.
- E ela onde é que está?
- Na cozinha.
- Está bem. Então chama-a.
- Mariaaaaaaaaa.... Não, não responde.
- Espera não te precipites. Vai buscar o telefone sem fios e aproxima-te dela pelo corredor, sempre a chamá-la para ver quando é que ela te ouve.
- Mariaaaaaa...! Mariaaaaa...! Mariaaaaa....! Não responde. Estou à porta da cozinha e já a vejo. Está de costas a lavar pratos, mas não me ouve. Mariaaaa...! Nada!
- Aproxima-te mais.
O homem entra na cozinha, aproxima-se da Maria, põe-lhe a mão no ombro e grita-lhe ao ouvido:
- Mariaaa...!
A mulher furiosa dá meia volta e grita:
- Que foi? Que foi? Que foiiii??? Chamaste umas dez vezes e por dez vezes respondi-te “Que foi?”. A cada dia que passa estás mais surdo. Não sei porque não vais ao médico de uma vez por todas ...

Publicado por: Anonymous às agosto 14, 2006 10:08 PM

COMPREENDE
Para seres compreendido

OUVE
Para seres ouvido

ESTUDA
Para seres estudado

AMA
Para seres amado

OFERECE LIBERDADE
Se queres ser livre

PERDOA
Se queres ser perdoado

NÃO JULGUES
Se não queres ser julgado

E DÁ
O que te foi dado!

Publicado por: Anonymous às setembro 7, 2006 05:54 PM

A FELICIDADE É UM ESTADO DE ESPIRITO E NÃO DEPENDE DAS COISAS EXTERIORES

Todas as pessoas querem ser felizes. A felicidade parece ser o grande objectivo de vida e mesmo assim, a maior parte das pessoas procura a felicidade de formas indirectas.

Temos objectivos materiais tais como querer uma casa melhor, um automóvel melhor ou coisas luxuosas. Também temos objectivos acerca dos relacionamentos. Queremos sentir-nos seguros. Queremos ser capazes de nos expressar livre e criativamente. Alguns de nós podem até desejar poder, outros talvez procurem a fama. Mas se perguntarmos às pessoas, porque desejam estas coisas, a resposta última remete-nos para o mesmo ponto. Acreditam que quando obtiverem todas estas coisas, finalmente serão felizes.

Então porque não é objectivo primeiro criar felicidade?

Na verdade, se para cada um de nós o primeiro objectivo for a felicidade, em vez de ser o segundo, facilmente conquistamos tudo o que desejamos.

Muitas tradições espirituais ancestrais sabem que, se procuramos primeiro o objectivo mais elevado, tudo virá até nós e, causas exteriores para obter felicidade nunca criam a verdadeira alegria.

Alegria é um estado interior de consciência que determina como percebemos e experimentamos o mundo. A fonte interna da alegria, a nossa conexão com o Criador, a nossa Fonte, o nosso Ser Interno, é a causa, enquanto a felicidade é o efeito.

Felicidade é um estado de consciência que já existe em nós, mas está quase sempre encoberto por todo o tipo de distracções. Condicionamentos sociais e consciência restrita mantêm-nos longe do brilho deste reino dos céus encoberto nas profundezas do nosso coração. Mas podemos elevar-nos acima das nuvens do condicionamento e redescobrir a fonte da alegria dentro de nós.

Após a descoberta desta alegria maravilhosa, coisas miraculosas começam a acontecer-nos. A expressão de felicidade traz um senso de conexão com o poder criativo do universo. Conseguindo essa conexão, sentimos que nada nos pode parar e impedir de conseguir qualquer coisa que se deseje.

Quando a nossa vida é a expressão de um estado interior de felicidade, descobrimos um imenso reservatório de poder em nós. Este poder liberta-nos do medo e das limitações e permite-nos realizar a abundância a que sempre aspirámos, permite-nos a “realização espontânea do desejo”.

Ainda mais importante, este poder nutre todos os nossos relacionamentos e torna-os realmente enriquecedores. Tornamo-nos faróis de luz e de amor e basta a nossa presença para nutrir o ambiente à nossa volta.

Quanto mais vivemos num estado de felicidade mais experimentamos a realização espontânea do desejo na forma de sincronicidades e coincidências plenas de significado.

Isto é chamado estado de graça. Mas esta não é a história toda!

Felicidade é um objectivo para chegar a outros objectivos, pois o que realmente aspiramos, para além da felicidade, é entender o mistério da nossa existência.

O Ser Interno de qualquer ser humano, espera pacientemente até este estar pronto. Quando o ser humano está pronto, o seu Ser Interno estende um convite para entrar no luminoso mistério da Existência, no qual todas as coisas são criadas, nutridas e renovadas.

Na presença deste mistério nós não só nos curamos a nós mesmos, como curamos o mundo e o mundo tem estado à espera da nossa transformação porque também deseja a transformação.

Quando nos transformamos o mundo transforma-se porque nós e o mundo somos Um.

Comecemos esta jornada agora.

Deepak Chopra

Publicado por: Anonymous às setembro 19, 2006 08:18 AM

"Porque caímos? Para aprendermos a levantar-nos."
(Batman Begins)

Publicado por: Anonymous às outubro 5, 2006 11:39 AM

O conforto das posses materiais não compensa o empobrecimento emocional e espiritual. Sendo um produto desta sociedade, digo a mim mesma que se tivesse isto ou aquilo me sentiria muito melhor. Assim, compro isto e aquilo e descubro que meu poder de compra realmente parece reduzir a ansiedade, mas não por muito tempo. Não importa o
que eu faça, isso serve apenas como uma distração, e eu retorno sempre a mim mesma.
Quando estou próxima de meu Poder Superior e das pessoas que amo, não estou preocupada com o carro que dirijo ou com a casa onde vivo. Não estou lutando contra a tentação, nem estou querendo e desejando. Não estou com medo, nem confiante demais.
**************************************************Para Hoje: Quando estou ocupada cultivando relações mais cheias de amor, posso facilmente me ver sem um surpreendente número de coisas.

Publicado por: Literatura MADA às outubro 24, 2006 09:44 PM

INADEQUAÇÃO DO ADULTO – CRIANÇA INTERIOR

Quando uma criança nasce, a alegria irrompe no lar. Ela traz consigo uma tendência natural para só transmitir amor. Quando sorri toda a gente sorri e quando chora já ninguém sabe o que fazer. Todos estão prontos a ocorrer para satisfazer a mínima necessidade que ela pareça ter. É como um milagre. Tudo lhe é provido sem que tenha que articular uma só palavra.

Que se passou, entretanto? Porque é que quando crescemos, olhamos ao nosso redor e vemos que esse poder desapareceu?

Aprendemos a olhar para o mundo com antagonismo e individualismo. Aprendemos o significado de maldade, culpa, limitação e morte. O amor é aquilo com que nascemos. O medo é o que aprendemos aqui. Renunciar ao medo é o objectivo principal desta viagem a que chamamos vida. Viver uma vida sem conhecer o amor é condenar-se ao sofrimento e à depressão.

Muitas crianças em todo o mundo cresceram e tornaram-se adultas fisicamente mas não emocionalmente. São o resultado do abandono e de todo o tipo de abusos durante a infância. A negligência no atendimento das suas necessidades de afecto, carinho e apoio impediram o desenvolvimento de uma infância saudável. São o resultado de um ambiente familiar desequilibrado.

Quando uma infância não é saudavelmente desenvolvida, isto é quando não são satisfeitas as suas necessidades psicológicas essenciais existirá um desenvolvimento físico normal mas, inevitavelmente, esse ser agora adulto sentirá no seu interior uma criança que, psicologicamente, continuará ferida e abandonada. Emocionalmente sentir-se-á uma criança num corpo de adulto. Será uma pessoa caracteristicamente agressiva e extremamente insegura embora com um coração peno de amor que nunca foi despejado por não ter com quem o trocar. Está bloqueado. Por isso não sente alegria nem sabe brincar. Leva tudo a sério.

Quando pergunto a um desses adultos como foi a sua relação com os pais, a sua expressão até ali dura, transforma-se numa expressão de surpresa e os seus olhos humedecem-se. Cai a máscara. Sentem-se envergonhados. Muitas pessoas choram. Algumas não o faziam desde crianças. Depois sentem-se melhor.

Aquilo que compõe o conhecimento que temos de cada um de nós, ou seja aquilo que queremos significar quando dizemos "eu sou…" é o nosso conceito interno. Ele forma-se com os nossos primeiros sentimentos, crenças e memórias.

É o filtro através do qual passarão as novas experiências. Por isso imagine-se como é importante uma infância saudável. Isso explica porque existem pessoas que escolhem continuamente o mesmo tipo de relação amorosa destrutiva; é também a razão pela qual para alguns a vida é uma repetição de uma série de traumas; a razão porque é que não conseguem aprender com os próprios erros. Freud chamou a esta insistência "o impulso da repetição". Alice Miller, chamou-a de " lógica do absurdo".

Por isso é fundamental compreender que se sentirmos que a nossa vida está carregada de problemas que parecem repetir-se, isso deve-se ao nosso conceito interno e que se a queremos mudar teremos que analisar o nosso "eu" , a nossa criança-interior que o compõe e trabalhar nela. Ajudá-la a desfazer os medos, e garantir-lhe que já ninguém lhe poderá fazer mal. Já é adulta e poderá defender-se.

Um exemplo do aparecimento da nossa criança-interior feliz é quando nos rimos às gargalhadas e quando somos criativos e expontâneos. A criança-interior ferida aparece quando fazemos más-caras, mentimos ou fazemos birras. O melhor exemplo da criança-interior irritada é-nos dado por John Bradshaw: " quando nos recusamos a atravessar um semáforo vermelho mesmo sabendo que ele está avariado, que não há mais ninguém à nossa volta e que nada pode acontecer de errado".

As crianças que têm uma infância reprimida tornam-se adultos pensando que o mundo lhes é hostil e que têm de defender-se dele. Para eles este é um mundo perigoso e ameaçador. Assim foi o seu ambiente familiar

Quando nascemos, os primeiras rostos que vemos e que aprendemos a reconhecer com alegria, são os dos nossos pais. Como é bom sentir o peito cálido da nossa mãe quando nos dá de mamar ou nos aconchega no seu colo. Sentir a batida familiar do coração que nos acompanhou durante tantos meses. Como é bom ouvir a sua voz doce que nos embala para adormecer. Como é seguro sentir os braços fortes do nosso pai que nos abraça e nos defende, que nos levanta e nos anima quando caímos. Em quem poderíamos confiar mais? Lavam-nos, mudam-nos as fraldas, dão-nos de comer e ensinam-nos a andar e a falar. Tínhamos alternativa?

Que pensará uma criança quando vê aqueles em quem ela mais confiava, espancarem-na, envergonharem-na, humilharem-na, abandonarem-na, e às vezes, em situações mais deploráveis, roubarem-lhes a própria vida.

Muitos pais são vitimas de vitimas. Não podem dar o que não receberam. Era a informação que tinham. São adultos apenas fisicamente. Não cresceram psicologicamente e vivem apavorados nesse papel.

Imaginem por um momento o vosso pai com três anos de idade. Vejam-no com as lágrimas correndo pelo pequeno rosto, percorrendo os cantos da casa à procura de alguém que o ouça porque se magoou ou porque simplesmente procura a mãe que não encontra porque ela o deixou sozinho para ir trabalhar. Intuitivamente não compreende como pode ser tão diferente a realidade que experimentou no interior do ventre da sua mãe e esta realidade que lhe proporcionam agora. Ele não pediu para nascer. Ninguém o ouve. Muitas vezes, quando quer chamar a atenção batem-lhe para que se cale. Vai para a cama sem uma história de embalar. Não bebe o leite morno para aconchegar. Ninguém lhe ajeita as roupas da cama. Ninguém brinca com ele em casa. Não se dirige às pessoas em quem mais confia porque parece que cada vez que o tenta fazer, elas ficam zangadas com ele e até lhe batem para que não as incomode. Aprende a reprimir para sobreviver. Parecem culpá-lo de tudo o que se passa na casa. Da falta de dinheiro, de não poderem ir ao cinema ou à festa que desejavam ir. É um empecilho. Os filhos dos vizinhos são sempre mais inteligentes e bem comportados do que ele. É o que lhe dizem repetidamente. Se este fosse o seu pai como poderia considerá-lo culpado?

Uma criança neste ambiente acaba por considerar-se alguém horrível. Cria por isso um conceito interno que a faz envergonhar-se e preferir o isolamento. Não quer que os outros descubram o quão horrível é. Cria um falso "eu". E é esse "eu" que lhe permitirá sobreviver no tal mundo hostil que a rodeia. Cria uma fachada. Aprende que fazer má cara afasta os indesejáveis. Era assim que o seu pai fazia. Quando algo não corre como ela quer, grita ou bate. São regressões expontâneas. Foi isso que viu fazer na infância. À mínima contrariedade desiste. Não tem confiança nela própria porque não lhe foi possível incorporar essa característica no seu auto-conceito .

Abandona facilmente. Provavelmente porque também alguma vez terá sido abandonado.

Perante contrariedades ou confrontos engole a raiva e toma a única atitude que lhe permitiram ter quando era criança : castigar os adultos com a retirada. Nada mais podia fazer. E amua. Nunca teve a oportunidade de sentir o apoio forte e amigável do pai. Não foi apoiada no inicio da sua caminhada. Por isso todos são seus inimigos. Na idade adulta a esposa substitui a mãe que emocionalmente não teve. Não tem um circulo de amigos porque tem medo de se expor. Tem medo que descubram tudo de mau que ele é. A verdade é que se ele fosse bom os pais não lhe teriam batido, nem lhe teriam dito aquelas coisas horríveis, pensa.

Eles disseram-lhe, vezes sem conta, que não havia nada que ele fizesse bem. Que não estudava o suficiente. Que não era capaz e que por isso nada merecia. Ele pensa então que, se as outras pessoas souberem como ele é realmente, irão também abandoná-lo ou agredi-lo. Foi assim que aconteceu com os seus pais. E querem evitar essa dor de novo. Querem evitar mais uma desilusão. É doloroso. Preferem por isso o seu mundo privado. Assim ninguém os decepcionará. Tornam-se obsessivamente controladores. Controlam tudo porque: "se eu controlar tudo ninguém me poderá apanhar desprevenido e magoar-me".

Penso ser importante frisar esta matéria porque cada vez mais existe uma tendência na sociedade moderna a menosprezar a importância que este fenómeno tem na explicação da depressão e no aparecimento da doença física. Vivemos numa época e adoptamos um modo de vida que é propício a negligenciar a infância dos nossos filhos que, se não tiverem a oportunidade de ter uma infância apoiada, experimentarão um sem número de conflitos em todas as áreas da sua vida adulta. Geram-se assim comportamentos compulsivos que geram alcoólicos, pesados fumadores, obsessão sexual, sucessivos divórcios, etc….

Hitler foi espancado continuamente na sua infância, foi humilhado e envergonhado de forma perniciosa por um pai sádico que era um filho bastardo de um cabo judeu. Veja-se como ele usou a crueldade que usaram consigo contra milhões de inocentes.

Como já foi dito, uma outra característica comum nestas pessoas é uma adição ou compulsão. A criança-interior ferida é a causa principal de todas as adições. Se o pai era alcoólico e o abandonou física e emocionalmente quando criança, ele não sabe como comportar-se como pensa que um homem se deve comportar. Bebe e fuma para demonstrar que é um homem. Mas fá-lo por imitação, sem confiança. Poderá ter outras adições como o sexo, o jogo e os rituais religiosos.

A nossa criança-interior ferida pede que a cuidemos. Quer atenção. Que brinquemos com ela. Que lhe demos segurança porque ela sente-se assustada. E, enquanto não for feito um trabalho de recuperação da nossa criança-interior, levando-a a um crescimento saudável, as nossas vidas serão muito dolorosas e carregadas de solidão e amargura. Uma criança-interior revoltada pode ser bastante caprichosa e tornar-nos a vida num inferno.

Os nossos pais não são culpados. Eles comportaram-se de acordo com a informação que possuíam. Eles também eram vítimas. Não lhes ensinaram mais. Compreender este processo é perdoar. É desvalorizar. A nossa vida muda drasticamente quando abraçamos aqueles que tememos. Então percebemos que dentro dessa mascara que durante tantos anos nos assustou, afinal estava apenas uma criança tão assustada como nós. Tinham esse aspecto apenas para se protegerem. Eles não sabiam fazer melhor pois ninguém lhes ensinou. A sua fúria era proporcional ao medo que sentiam. Então em vez de castigá-los podemos ampará-los e libertá-los da culpa que afinal nunca tiveram.

Uma vez recuperada e cuidada a nossa criança- interior, a energia criativa que lhe é natural começa a surgir nas nossas vidas. Uma vez bem integrada, ela é uma fonte de regeneração e de nova vitalidade. Carl Jung chamou à criança natural "criança maravilhosa", o nosso potencial nato de exploração, admiração e criatividade. Essa criança-interior aparece naturalmente quando nos encontramos com um velho amigo, quando nos rimos às gargalhadas, quando somos criativos e expontâneos, quando nos extasiamos perante uma paisagem maravilhosa.

Trabalhar com a nossa criança-interior é a forma mais rápida de efectuar mudanças nas pessoas. É um processo que permite uma transformação verdadeira e duradoura.

Devemos pois analisar-nos e dedicar-nos todos os dias uma parte do nosso tempo. Muitas vezes pergunto à minha criança-interior onde é que lhe apetece ir e levo-a lá. Muitas vezes apetece-lhe ir ao cinema e levo-a. Apetece-lhe ver as outras crianças a brincar num parque e vou até lá. Outras vezes quer que eu lhe compre um gelado e eu compro-lho. Pergunto-lhe também muitas vezes, porque está triste. E ela responde-me que gostaria de se divertir, então eu levo-a a ver uma boa comédia no cinema.

Muitas das mudanças que gostaríamos de ver nas nossas vidas e na maneira como a percepcionamos estão ao nosso alcance desde que atendamos à criança que todos levamos dentro de nós."....

Publicado por: Literatura MADA às novembro 1, 2006 08:44 PM

Erga-se!
Sabe aquele momento que a gente pensa que chegou no limite das próprias forças e que não vai mais conseguir avançar? Quando não contemos as lágrimas (e nem devemos!) e tudo parece um grande vazio...
Esse momento que, não importa a nossa idade, pensamos que já é o fim... e um desânimo enorme toma conta da gente...
Esse momento, ao contrário do que parece, é justamente o ponto de partida!!!
Se chegamos a um estado em que não avançamos mais, é que devemos provavelmente tomar uma outra direcção.
Quando chegamos a esse ponto de tal insatisfação é sinal de que alguma coisa deve ser feita.
Não espere que os outros construam pra você, planeje e faça! Você é responsável pelos próprios sonhos e pela realização destes. Nas obras da vida não precisamos de arquitectos para planejar por nós. Com um pouco de imaginação e um muito de boa vontade podemos reconstruir sozinhos a casa que vamos morar e o futuro que nos oferecemos.
É humano se sentir fragilizado e mesmo necessário para que tenhamos consciência que não somos infalíveis, não somos super-heróis, mas seria desumano parar por aí. E injusto. Para os outros, mas principalmente para consigo mesmo.
Recomeçar é a palavra! Recomeçar cada vez, a cada queda, a cada fim de uma estrada! Insistir!...
Se alguém te feriu, cure-se!
Se te derrubaram, levante-se!
Se te odeiam, ame!
Erga-se! Erga a cabeça!
Olhando pra baixo só podemos ver os próprios pés. É preciso olhar pra frente.
Plante uma árvore, faça um gesto gentil, tenha um atitude positiva. É sempre possível fazer alguma coisa!
Não culpe os outros pelas próprias desilusões, pelos próprios fracassos. Se somos nossos próprios donos para as nossas vitórias, por que não seríamos para as nossas derrotas?
Onde errou, não erre mais! Onde caiu, não caia mais! Se você já passou por determinado caminho, deve ter aprendido a evitar certas armadilhas.
Então, siga!
Não se esqueça de uma grande promessa feita na Bíblia:
"Esforça-te e eu te ajudarei."
Dê o primeiro passo... depois caminhe!!!
Tenho certeza que a felicidade não mora ao seu lado, nem à sua frente, ela está junto de você!
Descubra-se, faça-se feliz e tenha um lindo dia!

Letícia Thompson

Publicado por: Anonymous às novembro 7, 2006 12:07 AM

"Todas as mulheres que amam demais carregam a provisão emocional de experiências que podem levá-las a usar substâncias que alteram o estado de consciência a fim de escapar de seus sentimentos. (estas podem variar desde calmantes, alcool a drogas ...)E filhos de dependentes químicos tendem igualmente a herdar uma predisposição genética para o uso de tais substâncias. Qualquer
dependência quimíca deve ser tratada primeiramente, antes de se abordar a dependência de relacionamentos, pois o uso de substâncias
que alteram o estado de consciência torna impossível a abstinência de outros comportamentos dependentes, inclusive todas as nossas variedades favoritas de amar demais.

- Do livro MEDITAÇÕES DIÁRIAS PARA MULHERES QUE AMAM DEMAIS, da autora Robin Norwood -

Publicado por: Anonymous às novembro 13, 2006 09:11 PM

O Mestre e o escorpião

Um Mestre Oriental viu um escorpião que se estava afogando, decidiu tirá-lo da água mas quando o fez, o escorpião picou-o.

Como reacção à dor, o Mestre soltou-o e o animal caiu à água e de novo estava a afogar-se. O Mestre tentou tirá-lo outra vez, e novamente o escorpião picou-o. Alguém que tinha observado tudo, aproximou-se do Mestre e disse:

- Perdão, você é teimoso? Não entende que de cada vez que tentar tirá-lo da água ele o picará??!
O Mestre respondeu:
- A natureza do escorpião é picar e isso não muda a minha natureza, que é ajudar.

Então, com a ajuda de um ramo, o Mestre retirou o escorpião da água e salvou-lhe a vida.
Não mudes a tua natureza se alguém te magoar. Apenas toma precauções.

Publicado por: Anonymous às novembro 25, 2006 12:32 AM

LIMPANDO A CASA - FENG SHUI

LIMPANDO A CASA - FENG SHUI

*Você tem o hábito de juntar objetos inúteis, acreditando que um dia, não sabe quando, poderá precisar deles?
*Você tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos que já não usa há um bom tempo?

* Os bens precisam circular
Dê o que você não usa mais. Venda, troque, movimente e não acumule.

A bagunça é inimiga da prosperidade. E nem sempre é visível.
A sala parece em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os armários para ver que estão cheios de inutilidades.
De acordo com o Feng Shui Interior - uma corrente do Feng Shui que mistura aspectos psicológicos dos moradores com conceitos da tradicional técnica chinesa de harmonização de ambientes - bagunça provoca cansaço e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, confunde, deprime, tira o foco de coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha relacionamentos.

Para evitar tudo isso, fique atento às:

OITO REGRAS PARA DOMAR A BAGUNÇA:

01 - jogue fora o jornal de anteontem;

02 - Somente coloque uma coisa nova em casa quando se livrar de uma velha;

03 -Tenha latas de lixo espalhadas nos ambientes, use-as e limpe-as diariamente;

04 - Guarde coisas semelhantes juntas; arrume roupas no armário de acordo com a cor e fique só com as que utiliza mesmo;

05 - Toda sexta-feira é dia de jogar papel fora;

06 - Todo dia 30, por exemplo, faça limpeza geral e use caixas de papelão marcadas: lixo, consertos, reciclagem, em dúvida, presentes, doação. Após enchê-las, jogue tudo fora ou doe

07 - Organize devagar, comece por gavetas e armários e depois escolha um cômodo, faça tudo no seu ritmo e observe as mudanças acontecendo na sua vida;

08 - Divulgue essas dicas para o maior número de pessoas possível e mentalize que, quando todos colocarem essas regras em prática, o mundo será mais limpo e mais organizado.


Vamos tentar melhorar nossa energia pessoal!

Atitudes erradas jogam energia pessoal no lixo.

Posicionar móveis de maneira correta, usar espelhos para proteger a entrada da casa, colocar sinos de vento para levar a energia ou ter fontes d´agua para acalmar o ambiente, são medidas que se tornarão ineficientes se quem vive nesse espaço não cuidar da própria energia;

Portanto os efeitos positivos da aplicação Feng Shui nos ambientes estão diretamente relacionados à contenção da perda de energia das pessoas que moram ou trabalham no local;

O ambiente faz a pessoa e vice-versa

A perda de energia pessoal pode ser manifestada de várias formas, tais como:
Falha de memória (o famoso "branco");
cansaço físico, o sono deixa de ser reparador;
ocorrência de doenças degenerativas e psicossomáticas; quando um sofá confortável diante da TV se torna mais convidativo do que outras atividades, como sexo, por exemplo;
Quando diminui-se a velocidade das atividades;
Os projetos são "aposentados" para economizar energia;
O crescimento pessoal, a prosperidade e a satisfação diminuem;
Os talentos não se manifestam mais por falta de energia,
O magnetismo pessoal desaparece,
Medo constante de que o outro o prejudique, aumentando assim a competição,
o individualismo e a agressividade;
Falta proteção contra as energias negativas
E aumenta o risco de sofrer com o "vampiro energético".

Veja uma lista de atitudes pessoais capazes de esgotar as nossas energias
Conheça cada uma dessas ações para evitar a "crise energética pessoal":

Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo;

Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano;

A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.


Pensamentos obsessivos:

Pensar gasta energia e todos nós sabemos disso;

Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico;

Quem não tem domínio sobre seus pensamentos --mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos;

Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atençao à qualidade deles.
Pensamentos positivos, éticos, elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas;

Sentimentos tóxicos, choques emocionais e raiva intensa também gastam energia, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos.
Não é a toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas;

Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutençao de sentimentos negativos;

Medo e culpa também gastam energia e a ansiedade descompassa a vida;
Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

Fugir do presente:

As energias são colocadas onde a atenção é focada.

O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: "bons tempos aqueles!", costumam dizer.

Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado.

Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente.

E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.


Falta de perdão:

Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas.

Libertar o que aconteceu e olhar para frente.

Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado.

Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade.

Quem não sabe perdoar os outros e a si mesmo, fica "energeticamente obeso", carregando fardos passados.


Mentira pessoal:

Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta.
Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual.
Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.


Viver a vida do outro:

Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade.

Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida.
O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

Bagunça e projetos inacabados:

A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional.

Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo.

À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração.

Pode não resolver o problema, mas dá alívio.

Não terminar as tarefas é outro "escape" de energia.

Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquela blusa de tricô que não concluiu, ela lhe "diz" inconscientemente: "você não me terminou! Você não me terminou!"

Isso gasta uma energia tremenda.

Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho.
O importante é tomar uma atitude.

O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da determinação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.


Afastamento da natureza:

A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas.

O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia.

A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais. Então, mãos à obra e vamos à faxina!

Publicado por: Anonymous às dezembro 13, 2006 12:56 AM

MULHERES QUE AGRADAM HOMENS CONTROLADORES

1 - A NECESSIDADE DE AGRADAR.
Num relacionamento com um homem controlador, ele age enquanto que você adopta uma postura passiva. Ele impõe as regras e você as obedece, acreditando que quanto mais o agradar mais amor receberá dele. Entretanto, agradar este tipo de homem leva, inevitavelmente, à rejeição porque o que ele quer não é o amor mas o controle da situação. Ao perceber que tem o poder de controlá-la, pois mesmo mudando as regras do jogo, ainda assim você continua a agradá-lo, o que faz com que ele não a respeite mais e consequentemente leva à rejeição.

2 - COMO O ATO DE AGRADAR OS DEMAIS FAZ NAUFRAGAR MINHA VIDA.
Este tipo de homem pode provocar um perigoso desajuste emocional. Ele diz o que quer, e quando obtém aquilo que deseja a deixa de lado. Você se culpa, pensando que não o compreendeu bem e que deveria se esforçar mais.
O primeiro passo para se recuperar da "autofobia" é aceitar o fato de que agradar não leva a nada. Não garante amor nem aprovação. Na verdade, provoca uma reação oposta.
Viver para agradar um homem controlador não lhe trará a felicidade e nem tão pouco lhe dará segurança, porque:
1 - Não funciona: significa ser vulnerável a alguém que só quer te controlar.
2 - Você conseguirá sua aprovação real. Quando, finalmente, você tem uma atitude positiva do "homem da sua vida", não é você que ele está admirando e sim sua capacidade de se transformar naquilo que ele quer. São palmas pela sua boa atuação. Tornar-se dependente da aprovação dele significa afastar-se cada vez mais de si própria e de suas necessidades.
3 - Limita sua capacidade de aceitar o amor. Se a única coisa que lhe interessa é agradar, provavelmente você não será capaz de perceber os esforços que poderá estar fazendo para agradá-la e satisfazer suas necessidades. Como você não estimula a esse tipo de conduta, que é positiva, ele finalmente deixará de tentar e se utilizará do recurso de ser ainda mais controlador.
4 - Faz com que você perca o controle. Mesmo que seu objetivo maior seja o de agradá-lo, não pode evitar as emoções negativas, e dentre elas a raiva. Emoções que tem o poder de assustá-la por achá-las perigosas. Por ter uma postura centrada na necessidade de agradar não é capaz de entender que a raiva é um sentimento válido. Você acredita que se algo não funciona a culpa é sua porque é provocado pela falta de controle sobre estes sentimentos negativos. Por exemplo: diante dos abusos dele, você diz: "Tenho uma reação exagerada às coisas, o que acarreta problemas entre meu namorado e eu".

É bom levar em conta que:
a) O fato de agradar não garante o controle sobre suas emoções negativas;
b) não a faz sentir-se de bem com você mesma;
c) não a deixa experimentar o verdadeiro amor;
d) não compra segurança.

Tentar agradar um homem controlador a faz sofrer de uma doença chamada "autofobia", porque:
1- Você concentra sua atenção cada vez mais nele e menos em si mesma.
2- Você vive em constante ansiedade, sem saber qual será a próxima coisa que ele achará que está errada.
3- Experimenta a loucura das contradições e mudanças arbitrárias das regras que ele próprio impôs.
4- Vive uma existência superficial se esforçando, sem esperanças, em preencher um vazio que só pode ser preenchido interiormente.

3 - DE QUE FORMA OS HOMENS OU OUTRAS RELAÇÕES CONTROLAM VOCÊ.
Faça uma revisão das suas relações sejam elas amorosas ou de outro tipo.
1 - Porque os homens ou as outras relações a tratam dessa forma?
2 - Como conseguem manipular suas emoções?
3 - O que dá à eles esse poder sobre você?
4 - Como as suas atitudes ajudam a manter vivo esse círculo vicioso e destrutivo?

A ATRAÇÃO ENTRE A PESSOA CONTROLADORA E AQUELA QUE AGRADA.
Ele (ou ela) parece estável, pelo menos no início da relação. Você admira sua segurança porque nem sempre se sente segura.
Ele (ou ela) emite sinais claros de que deseja que você se adapte, ou o/a agrade, e qual a forma de fazê-lo. Isso a faz sentir-se segura pelo fato de saber que basta agradá-lo/(a) para obter seu amor.
Ele manifesta agressividade e ira caso você se atreva a enfrentá-lo.


O PORQUÊ DA ATITUDE CONTROLADORA.
Sob essa segurança aparente, este homem esconde uma grande insegurança e o temor de ser abandonado. O fato de poder dominar faz com que se sinta mais seguro. Da mesma forma que você teme ser rejeitada, caso tome uma atitude que irá desagradá-lo, ele teme perdê-la, a não ser que a faça sentir-se sem valor algum caso não esteja com ele.
O homem controlador escolhe a mulher que tem a necessidade de agradar os outros (ou num outro tipo qualquer de relação que não seja a amorosa, a pessoa controladora escolhe outra pessoa que tem a necessidade de agradar) para se relacionar, porque percebe que ela está disposta a assumir uma posição inferior, que investir muito e espera pouco.
Ele irá te testar para ver até onde pode ir para conseguir te dominar porque você não tem confiança em si própria. Ele percebe que você tem medo da rejeição e do abandono. Isso o faz sentir-se salvo, pois é ele quem está no controle da relação.

QUESTIONÁRIO: SEU HOMEM É CONTROLADOR?
1 - Quando há algum problema na relação, ele coloca a culpa em você?
2 - Torna-se física ou verbalmente abusivo?
3 - Você sabe ou suspeita que ele está "enrolado" com outra mulher?
4 - Chega tarde ou falta aos encontros que marca com você?
5 - Proíbe ou critica suas atividades fora de casa?
6 - Ele te deixa encabulada na frente de outras pessoas?
7 - Fica zangado quando você não tem a mesma opinião que ele?
8 - Ele te acusa de paquerar outros homens, quando isto não é verdade?
9 - Ele te segue e te vigia?
10 - Critica sua aparência ou a forma como você se veste?
11 - Insiste em dirigir o carro quando saem juntos?
12 - Já bateu em você ou abusou física ou verbalmente?
13 - Faz ou diz coisas que você achou que jamais toleraria?
14 - Deixa de falar com você ou de dar afeto quando quer conseguir alguma coisa?
15 - Diz que precisa da sua liberdade ou do seu espaço?
16 - Tem te pressionado para conseguir que você faça o que ele quer?
17 - Não permite que você tenha suas próprias economias ou quer administrar o seu dinheiro ou mesmo lhe dá dinheiro à "conta-gotas"?
18 - Usa o sexo para abafar os seus questionamentos sobre a relação?
19 - Não se interessa pelas atividades que você realiza ao longo do dia?
20 - Dá presentes por você ter sido "boazinha"?
21 - Diz que é uma chata ou a acusa de outra coisa, toda vez que você quer falar sobre os problemas da relação ou expressar sua opinião sobre algum projeto comum?
22 - Não a chama pelo seu nome verdadeiro, usando sempre um apelido pejorativo?
23 - Não liga avisando que vai se atrasar?
24 - Quer você sempre por perto quando estão juntos?
25 - Foi detido alguma vez?
26 - Fica incomodado quando você, por algum motivo, atrai as atenções das outras pessoas ?
27 - Desvaloriza suas conquistas?
28 - Brinca com seus sentimentos ou ri deles?
29 - Diz, com freqüência, que você é muito crítica?
30 - Paquera outras mulheres com você presente?
31 - Faz com que você sinta pena dele?
32 - Ele te amedronta com ameaças?
33 - Acha defeitos nos seus amigos ou nas pessoas que lhe são próximas?
Perceba que quanto mais controlador ele for maior será a necessidade de agradá-lo. Caso contrário, você acabaria com a relação.

COMO OS HOMENS CONTROLAM ÀS MULHERES.
Um homem controlador pode usar muitas técnicas, algumas sutis e outras óbvias:
1 - O abuso: começa aos poucos e vai aumentando com o tempo.
2 - A sedução: "Ninguém vai te amar como eu ".
"Sem mim você não é nada".
"Sou o único que pode te dar o que você precisa".
Além de saber como seduzi-la, também sabe agradar as outras de forma que você precise estar constantemente alerta. Como todos aprovam seu comportamento e as outras mulheres o acham um ótimo partido, fica difícil para você avaliar se a sua conduta é ou não sadia. Por outro lado, o sedutor está muito ocupado em te manipular e não presta atenção às suas reclamações.
3 - A condescendência: "Confie em mim. Eu sei o que é melhor para você. Eu te conheço melhor do que você mesma". Representa o bom pai, aquele que "te ama" porque cuida de você.
4 - O dinheiro: "Eu trago o dinheiro para casa, portanto, posso ditar as regras."
5 - As promessas vazias: "Se você não fizesse isso ou aquilo, eu poderia ser.... ou fazer..." Você pede desculpas e promete que aquilo não se repetirá. Você o agrada para que ele seja bonzinho e assim é possível passar uma boa imagem para os outros.
6 - A chantagem emocional: "Toma cuidado ou você vai se arrepender", "Está deixando de ser a mulher doce que eu conheci".( Ocorre quando você tenta ser firme e colocar um limite na relação).
7 - O tratamento do silêncio: "Eu sei que você não suporta quando eu faço de conta que você não existe. Sei que fará qualquer coisa para que eu volte a falar com você".
4. MINHA RESPOSTA AO SEU CONTROLE
Por que as táticas de controle fazem com que se sinta presa à ele? Porque, por um lado, ele acena com a possibilidade de uma recompensa, que é tão importante para você. Essa recompensa vem na forma de amor, felicidade, segurança e êxito. Tudo isso será seu se o agradar. Por outro lado, existe a sombra permanente de uma ameaça: "se você não me agradar, vou te abandonar. Você vai ficar sozinha, sem saber o que quer. Você será um fracasso".
De acordo com o que ele diz, tudo sempre depende de você e se as coisas não funcionam, a culpa é toda sua. Como não vai se sentir na defensiva?
É simples perceber a facilidade com que se pode cair na armadilha de viver para agradá-lo. É ele quem dita as regras e é você quem reage à elas. Ele toma a ofensiva e, você, a defensiva. Duas pessoas muito amedrontadas; ele na posição superior e você na inferior, se enterrando aos poucos e sem nenhuma esperança de intimidade emocional. Enquanto ele está ocupado, tentando manipulá-la, você está ocupada, tentando proteger-se dele.

O ANTI-CONTROLE
Pode ser que seja difícil para você admitir que também é uma pessoa controladora numa relação.
O controle que tenta exercer é defensivo e pode ser apresentar-se de diversas maneiras: fugindo, conseguindo o que deseja pelas costas dele, chorando, tentando ganhar a simpatia dele, devolvendo os golpes, agradando-o a contragosto, representando o papel da meninazinha frente à seu "grande homem"...
Nenhuma destas formas reflete sua verdadeira forma de ser. Na verdade, está reagindo perante o outro. Pense na maneira que escolheu para agir. Era assim que sua mãe se comportava com seu pai?

MANOBRAS DE ANTICONTROLE

1- Fuga da realidade: Enquanto que, aparentemente, você se ocupa em agradá-lo, há um aspecto da sua vida que é oculto, que você mantém em segredo.
2- Mantê-lo enganado: Obtém o que quer e ao agradá-lo, mantém-se protegida. Usa o sexo, o humor, o bate - papo vivaz para obter sua boa vontade e para poder manipulá-lo. Parece forte e cheia de confiança em si mesma. Acredita que é a controladora na relação, esquecendo-se de quão assustada costumava ficar com as manobras manipuladoras dele. Na verdade, é ele quem continua a te controlar: você não fica exaurida pelo esforço ( e pelo desafio) de não poder não poder relaxar quando ele está perto?
3- Estar deprimida e ausente: Passa pela fase da euforia, da ansiedade, até finalmente adotar uma postura de derrota, na esperança que ele perceba seu desespero e te ofereça compreensão. Deprimida e com autofobia, você não consegue se concentrar em si mesma, nem satisfazer suas próprias necessidades. Não energia suficiente para tentar mudar a relação. O negativismo permeia seus pensamentos e aumenta seu desespero.
4- Expressar cólera: Pode ser que os amigos acreditem que você é a parte forte na relação, que você é quem tem o controle da mesma. O período de espera entre um ataque e outro, por parte dele, pode provocar em você tamanha ansiedade, que você pode chegar ao ponto de precipitar o próximo ataque de forma que o mau momento passe o quanto antes.
5- Ser do contra: Adota esta atitude como uma reação à ele e não como produto das suas próprias convicções ou desejos.
5- Manter a paz à qualquer preço: Vive somente em função dele e atrás dele. Não guarda nada para si mesma, nem sequer a privacidade dos próprios pensamentos e sentimentos. É provável que não saiba o que sente. "Sei que há algo que não funciona, mas quando tento discuti-la, ele fica hostil. Temo pedir ou sugerir qualquer coisa, porque ele pode se zangar, invalidar meus sentimentos ou dizer que quero controlá-lo."

SEU ANTICONTROLE ESTÁ FUNCIONANDO?

- Não o faz menos controlador.
- Não a deixa sentir- se mais segura na relação.
- Não contribui para uma maior intimidade na relação.
- Faz com que ele perca o respeito por você..

A intimidade num casal existe quando cada um consegue satisfazer as necessidades próprias e as do outro. Renunciar aos velhos truques não significa que nunca iremos nos aproximar, atender, amar, ajudar, tranqüilizar, estimular ou seduzir nosso companheiro. Com a recuperação, começamos a nos relacionar com a outra pessoa ao mostrar nossa essência interior e não porque queremos obter uma determinada resposta, criar um efeito ou produzir uma modificação no comportamento do outro. Em vez disso, o que temos para oferecer é o que na verdade somos quando não nos escondemos ou calculamos, quando estamos sem máscaras e sem maquiagem.
O primeiro passo a ser dado é vencer nosso medo de rejeição, caso tornemos possível que alguém nos veja como somos na realidade. Depois, devemos aprender a não entrar em pânico quando todas as barreiras emocionais não estiverem mais no seu lugar para nos proteger. Na área sexual, este novo aspecto na relação exige que nós estejamos nuas e vulneráveis física, emocional e espiritualmente.
Não é de se estranhar que este grau de conexão entre dois indivíduos seja tão pouco freqüente. O nosso terror está em não conseguir sobreviver sem essas barreiras. O que faz com que o risco mereça ser enfrentado? Somente nos mostrando tal qual somos poderemos ser amadas de verdade. Se num relacionamento, temos como base nossa essência quem nos ama, ama também nossa essência. Porém, é bom lembrar que este tipo de comportamento só é possível num clima de confiança, livre de medo. Não só devemos vencer nossos próprios medos e ser autênticas, como também devemos evitar ter com os outros as atitudes e tipos de conduta que nos atemorizam. Sempre haverá pessoas cuja hostilidade, manifestada ou encoberta, inibirá nossa vontade de sermos honestas. Ser vulnerável com elas é ser masoquista.
Portanto, DEVEMOS ABAIXAR as nossas defesas e acabar por eliminá-las? SIM, mas só os com amigos, os familiares, ou com os amantes com os quais mantemos uma relação que é baseada no respeito e reverência mútua pelas nossas humanidades.
O que costuma, quando mudamos nossa forma de nos relacionar, também mudamos nosso círculo de amizades e nossas relações íntimas. As amigas com as quais nos relacionávamos anteriormente podem perder seu atrativo. A tristeza que era compartilhada e usada como base para a amizade, é substituída por interesses mútuos, mais gratificantes.
O que nos prende ao passado, com seus velhos padrões de relacionamento? Não é a dor já que suportamos muita dor emocional, sem perspectivas de alívio. A não ser que mudemos.

O QUE NOS AMARRA É O MEDO DO DESCONHECIDO.
"A melhor forma que conheço de enfrentar e combater o medo é unir forças com as outras que já estiveram onde você está, que estão se dirigindo ou já chegaram ao destino que você está tentando alcançar. Procure ou crie um grupo de apoio para percorrer o caminho rumo à uma nova forma de viver ". (Norwood, Robin. Mulheres que amam demais, p. 319)

5 - CONDICIONADA PARA AGRADAR
Ver o capítulo 1 sobre "famílias disfuncionais", no livro As mulheres que amam demais. Ver também o capítulo 2 " O meio que cria vencedores", do livro A magia do desejo, de Bárbara Sher.

6 - A VIAGEM DO ÊXTASE À AGONIA.
Você se assusta com o fato de não conseguir resistir a um tipo de homem que o seu coração insiste em continuar a ver, mesmo quando a cabeça adverte que o melhor é manter-se distante dele? Veja a continuação, passo a passo, da evolução do processo que leva você do êxtase à agonia:
1 - A queda: é o estado mental anterior ao momento em que escolhe seu par. Existe vulnerabilidade, provocada pela frustração, pelo cansaço, pelo momento de mudanças, pelo sentimento de solidão, pela insatisfação, pela crise vocacional, por problemas familiares, pela doença, etc. Sob essas circunstâncias, você se depara com uma pessoa que não é a mais adequada para se envolver afetivamente, mas você não consegue rejeitá-la porque não se sente plena, cheia de satisfações pessoais, equilibrada emocional e fisicamente. Isto diminui sua capacidade, ( que já está diminuída pelo fato de ter crescido numa família disfuncional), de ver os indícios de perigo e conseguir se deter à tempo.
2 - Apaixonando-se: atração e compromisso iniciais.
3 - Aparição dos ressentimentos: é a etapa em que um dos dois, ou ambos, percebem que existem desigualdades na relação.
4 - Luta aberta pelo poder: ambos tentam ganhar.
5 - Estratégias e negociação: tenta se trabalhar o relacionamento para evitar que ele se acabe.
6 - Chega-se a algum tipo de acordo ou a relação se acaba.
É provável que você tenha passado por estas etapas, repetidamente, e na mesma relação.

PERGUNTA-SE:

- No momento em que começou a relação quais eram as pressões a que você estava submetida?
- A relação é um meio que você utiliza para fugir dos seus medos?

7 - PORQUE VOCÊ FICA?
1 - Está ganhando tempo. Analisar os prós e os contras durante anos a fio é excessivo. Você está usando este processo para alongar o relacionamento?
2 - Deseja evidências suficientes. Em vez de confiar em seus próprios sentimentos e percepções, você sente que precisa de "uma montanha" de provas para justificar o fato de ir embora. De posse delas, terá a certeza absoluta e não se sentirá tão mal pela atitude que está tomando. Teme ouvir que está errada, que é exagerada, ressentida, louca, irresponsável, que não é amada, que é egoísta, boba. Teme ter que defender sua posição. Se você está esperando por maiores evidências para poder agir, saiba que isto só tem a ver com a sua autofobia.
3 - Deseja evitar "ser a responsável": "Vou fazer tudo o que for possível; mesmo que a relação acabe, ele não poderá jogar a culpa em mim."
É uma ilusão porque se você já está dominada pela culpa, é provável que quando o relacionamento acabe ele volte a jogar toda a culpa sobre você. E se você acreditar nisso, então terá mais uma razão para retomar para a relação, fora o medo que sente de si mesma, do fator econômico, social, etc.
4 - Tem medo de sua própria raiva. Pode ser que você ache que a raiva é um sentimento ruim, que te leva a sentir-se culpada, e que prefere deixá-la de lado ao menor sinal que ele dê para te agradar. Nesses casos, você irá reprimir a raiva que sente, tratando de superar esses sentimentos.
5 - Você tem medo do futuro. Como vai conseguir se virar, ficando sozinha? Você pratica essa possibilidade mentalmente, mas nunca está pronta para fazer tal tentativa.
Com o decorrer do tempo, a relação se deteriora, sua energia e sua auto-estima diminuem e você se deixa arrastar pela corrente da vida.

QUESTIONÁRIO
Você:
- Pesa os prós e os contras até a exaustão?
- Fica exageradamente aprisionada às pequenas coisinhas da vida cotidiana?
- Foge para o mundo exterior, fora da relação?
- Sente que é incapaz de perceber o que não é de sua conveniência?
- Teme fazer a escolha errada?
- Se decidir partir, tem medo de perder tudo e depois passar o resto da vida a lamentar-se?
- O medo a deixa paralisada?

FAÇA UMA LISTA DAS RAZÕES PARA FICAR.
Por exemplo:
- A verdade é que as coisas não estão tão mal assim
- É melhor do que não ter nada.
- Eu estaria jogando fora todos esses anos de sacrifício e de esforço pela relação. ( Em vez de analisar tudo o que você tem perdido por causa dela).
- Faria muito mal à ele se eu o deixasse.
- Eu o amo, ( mas se você sofre com a relação, talvez o mais acertado seria dizer: - "Eu preciso dele, me sinto grata em relação à ele, estou acostumada com ele, sinto pena dele".)
- Eu não sou aquele tipo de mulher que se deixa derrotar. Que se deixam derrotar.

O MEDO SUBJACENTE
Por debaixo de todos os medos está o de ter que enfrentar a si mesma e ter que desenvolver o seu "eu".
8 - O PONTO DE RUPTURA.
A gota que enche o copo, o antagonismo, o medo, a exaustão, os contratempos. Qualquer incidente deste tipo, que não é mais do que uma repetição de incontáveis incidentes anteriores, pode ocasionar a ruptura definitiva; pode provocar sua tomada de decisão.

ETAPAS FINAIS DA RECUPERAÇÃO
1 - Tomar consciência da sua tendência de buscar falsas soluções para seus problemas de relacionamento e conseguir identificar as armadilhas que se apresentam.
2 - Transforme-se numa pessoa íntegra e auto-suficiente, com ou sem homem.

9 - FALSAS SOLUÇÕES PARA A "AUTOFOBIA".
· Mudar de par.
· Achar que todos os homens são ruins.
· Viver no passado, continuar acreditando que se conseguir transformar-se numa pessoa ao gosto dele isso fará com que ele a ame.
· Procurar uma autoridade.
· Comportamentos compulsivos: compras, comida, exercício, trabalho, etc.

ENCONTRANDO A SOLUÇÃO REAL
Conhecer a si mesma é algo que você tem que exercitar como parte da sua vida.

ENFRENTANDO A SI MESMA.
1. Escolha uma nova direção. Retroceda a algum momento da sua vida em que você se encontrava numa encruzilhada e:
a. identifique qual era;
b. descreva o caminho que tomou e porquê o fez;
c. descreva os caminhos que não tomou e porquê não o fez;
d. Pense como teria sido sua vida caso tivesse escolhido algum daqueles caminhos;
e. o que a atrai naquela vida que você não escolheu para viver.
f. o que a amedronta naquela vida?
g. existe algum aspecto daquele caminho não percorrido que você gostaria hoje de incorporar à sua vida?

2. Seja sua própria boa mãe. Faça à si mesma esta pergunta três vezes ao dia: "Como me sinto fazendo isso?" Tente descobrir como se sente e quais são as coisas concretas que a fariam sentir-se melhor. Imagine que tem uma fada madrinha e que pode satisfazer as suas necessidades. Faça o que sua mãe faria se estivesse presente.

LEVE CONSIGO UM CARTÃO DESTE TIPO:
Como está sendo para mim?
· Emocionalmente...
· Nutricionalmente...
· Economicamente...
· Intelectualmente...
· Espiritualmente...
· Profissionalmente...
· Fisicamente...
· Culturalmente...
· Sexualmente...
3. Dê nome aos seus sentimentos. Se você sentiu dificuldades ao fazer o exercício no. 2 pode ser que tenha perdido contato com seus próprios sentimentos e emoções.
· Escreva todos os sentimentos que possam te ocorrem.
·
· Escreva todas as emoções.
·
· Recorte fotografias de pessoas em revistas que possam representar esses sentimentos ou então desenhe esses sentimentos.
·
· Pratique a sensibilidade de identificar os sentimentos e o tom emocional de outras pessoas. Registre-os em seu caderno.
4. Ache uma causa, um ideal, uma meta. Escolha uma área do seu interesse e na qual você acredita. Ofereça seus serviços como voluntária e trabalhe por essa causa.
5. Recolha suas "antenas". Com a atenção voltada para o que os outros precisam e esperam de você, é fácil perder a identificação dos próprios sentimentos e opiniões sobre as pessoas e situações. Quando sentir-se confusa sobre o que pensar, imagine que tem alguém perto de si, tentando intimida-la, para que mude sua forma de pensar.
· Identifique essa pessoa.
·
· Da próxima vez em que ela estiver com falando, gire seu corpo para evitar enfrentá-la com o plexo e cubra seu estômago com os braços. (A necessidade de agradar é sentida nas entranhas; é uma reação básica frente ao medo).
·
· Pense, agora, em como se sente em relação ao que ela está dizendo. Lembre-se de que cada um tem o direito ter a própria opinião.
6) Transforme-se numa "novelista". Pense numa mulher parecida com você mas que possui uma vida que você inveja. Coloque-se no lugar dela. Escreva as diferenças e semelhanças entre a sua vida e a dela. Analise um aspecto da vida dela que você inveja e escreva o que poderia fazer para incorporá-lo à sua vida.
7) Crie um sonho. Imagine ter transformado em realidade um sonho que acreditava ser impossível e que sempre quis realizar.
8) Mantenha sua opinião.
9) Faça algo novo. Observe o que as pessoas fazem e que você nunca fez. Tente fazê-lo.
10) Faça alguma coisa sozinha. Faça uma lista das coisas que quer fazer. Escreva sobre a experiência e sobre as emoções que sentiu. Faça um registro dos êxitos.
11) Escreva 10 palavras que a descrevam. Leia-as e reflita sobre as idéias pré-concebidas que você tem sobre si própria. Procure a origem de cada qualidade. Quais as características que gostaria de mudar?
12) Imagine seu trunfo.
Escreva cada problema que a preocupa na parte superior de uma folha de papel. Sugira soluções para cada um dos problemas e anote-as. Agora, observe o que poderia ser feito, sob o ponto de vista realista. Observe o quanto pode se esconder atrás dos seus problemas, usando-os como desculpa para não andar na vida.
13) Controle o tempo de preocupação com os outros. Escreva durante 15, 20 minutos sobre suas preocupações com os outros. Faça a si mesma a promessa de não voltar, em outro momento do dia, a se preocupar.
Objetivo: verá quanto tempo você gasta preocupando-se com os outros e compreenderá como isto interfere na sua recuperação da autofobia.
14) Fortaleça seu físico. Estabeleça objetivos
15) Conheça seu o " eu" rejeitado. Faça uma lista dos aspectos da sua personalidade que formam o seu "eu". Quais são as partes que possuem maiores possibilidades de se expressar? Quais as que possuem menores chances de se expressar ?
Escreva o nome da parte rejeitada numa folha e deixe que fale por si própria sobre como se sente e o que precisa. Tomar consciência delas as torna mais amigáveis e fará com que a prejudiquem menos. Estes aspectos também sinalizam o que você mais rejeita no seu par. Você terá uma dica das partes em você que são mais rejeitadas.
16 ) Pondere cuidadosamente antes de assumir qualquer compromisso. Pense primeiro, aja depois.

10. APRENDENDO A AMAR.
Se posso satisfazer minhas próprias necessidades vou me fazer feliz. A única relação verdadeiramente maravilhosa é aquela da qual posso prescindir. A verdadeira segurança está dentro de mim mesma.
Dê um símbolo ao novo compromisso assumido consigo mesma: use um anel especial. Escreva votos e diretrizes para uma relação igualitária. Por exemplo:
- A responsabilidade pela relação é mútua.
- Existe confiança.
- Eu valorizo meu tempo.
- Digo "não" quando quero.
- Estimulo o crescimento do outro.
- Me concentro em meu crescimento pessoal.
- Sou responsável pela minha própria felicidade e pelo meu próprio êxito.
- Decido por mim mesma.
- Ajo por mim mesma.
- Mereço amar e ser amada.
- Me libero ( o contrário é medo, necessidade de exercer poder e controle)
ESTABELEÇA SEUS LIMITES
Definir o que é o Ideal, o Aceitável e Inaceitável
Este guia de limites será seu guia cotidiano para garantir que não volte a cair no comportamento de mulher que agrada os outros, temerosa de ser você quem é, de ser rejeitada, de se expressar e com uma necessidade compulsiva de controlar os demais sendo "boazinha", útil, necessária, etc.
- "Sou livre e capaz, assim como ele também o é".
- "Sou livre e estou preparada para uma relação de seres maduros e conscientes".
- "Quero e mereço uma relação de igualdade com meu parceiro e com minhas amizades".

A RELAÇÃO SAUDÁVEL DO CASAL:
- Garante satisfação emocional.
- Tem interesses compartilhados.
- Dá apoio material e prático.
- Proporciona sentimentos de amor, respeito, confiança, aconchego.
- Dá satisfação sexual.
- Proporciona sentimentos de auto-estima.
- Desejo duradouro de estarem juntos.

Publicado por: Anonymous às dezembro 23, 2006 09:27 PM

"Fomos ensinadas que 'bom' relacionamento sexual significa amor 'de verdade', e que, contrariamente, o sexo não poderia ser realmente
satisfatório e realizador se o relacionamento não fosse, como um todo, correto para nós. Nada é mais verdadeiro para as mulheres que amam demais. Devido à dinâmica operando em cada nível de interação com os homens, incluindo o nível sexual, um relacionamento ruim contribui realmente para o sexo ser excitante, apaixonante e estimulante."

do livro mulheres que amam demais - robin norwood

Publicado por: Anonymous às janeiro 8, 2007 09:45 AM

"Um dos aspectos básicos do amor excessivo é uma tremenda dependência, frequentemente disfarçada por uma força aparente."

do livro MEDITAÇÕES DIÁRIAS PARA MULHERES QUE AMAM DEMAIS - Robin Norwood.

Publicado por: Anonymous às janeiro 25, 2007 09:52 AM

Todo dia é menos um dia
(Carlos Drumond de Andrade)

Todo dia é menos um dia;
menos um dia para ser feliz;
é menos um dia para dar e receber;
é menos um dia para amar e ser amado;
é menos um dia para ouvir e, principalmente,calar!

Sim, porque calando nem sempre quer dizer
que concordamos com o que ouvimos ou lemos,
mas estamos dando a outrem a chance de pensar,
refletir, saber o que falou ou escreveu.

Saber ouvir é um raro dom, reconheçamos.
Mas saber calar, mais raro ainda.
E como humanos estamos sujeitos a errar.
E nosso erro mais primário, é não saber:
Ouvir e calar !

Todo dia é menos um dia para dar um sorriso.
Muitas vezes alguém precisa, apenas de um sorriso
para sentir um pouco de felicidade!

Todo dia é menos um dia para dizer:
- Desculpe, eu errei!
Para dizer:
- Perdoe-me por favor, fui injusto!

Todo dia é menos um dia;
Para voltarmos sobre os nossos passos.
De repente descobrimos que estamos muito longe
E já não há mais como encontrar
onde pisamos quando íamos.
Já não conseguiremos distinguir nossos passos
de tantos outros que vieram depois dos nossos.

E se esse dia chega, por mais que voltemos;
estaremos seguindo um caminho, que jamais
nos trará ao ponto de partida.

Por isso use cada dia com sabedoria.
Ouça e cale se não se sentir bem;
Leia e deixe de lado, outra hora você vai conseguir
interpretar melhor e saber o que quis ser dito.

Publicado por: Anonymous às janeiro 30, 2007 10:02 PM

Existe alguma aflição profunda, secreta, que eu esteja escondendo, até mesmo de meu Poder Superior? Uma mulher contou uma vez ao seu
grupo que, embora ela se voltasse para Deus pedindo ajuda para resolver assuntos sérios, ela pensava que seu problema de co-dependência era demasiado insignificante para, por causa dele,
incomodar Deus. Ela então admitiu que, embora já consiga entregar o seu problema de compulsão/obsessão para Deus, ela ainda não superou a idéia de que algumas coisas não merecem atenção de Deus.
***
Para Hoje: Somente Deus sabe quão esesperadamente eu preciso de ajuda em todos os aspectos de minha vida. Eu peço Sua ajuda sem hesitar.

Literatura MADA

Publicado por: Anonymous às fevereiro 7, 2007 01:59 PM

"Quando ninguém pode discutir o que afeta individualmente cada membro da família, como também a família como um todo - na verdade, quando a discussão é proibida implicitamente (muda-se de assunto) ou explicitamente ("Não falamos sobre estas coisas!") -, aprendemos a não
acreditar em nossas percepções e sentimentos."

do livro MULHERES QUE AMAM DEMAIS - Robin Norwood

Publicado por: Anonymous às março 26, 2007 08:51 PM

Escolher a vida que vivemos:
http://e-dharma.org/index.php?option=com_content&task=view&id=13&Itemid=43
fantástico!

Publicado por: Anonymous às abril 19, 2007 09:48 PM

Mensagem para ti!


Agora, meus queridos amigos falarei num assunto que me toca directamente e que me me levou, também, a apoiar pessoas que foram ou têm sido vítimas de violação física ou não.

Começarei por explicar que continua a ser um tema que fere meus sentimentos e faz chorar meu coração.

Ao longo dos anos em que leccionei acompanhei casos marcantes de crianças, adolescentes e jovens que conheceram de perto este horror, além de, eu própria ter passado em criança por uma situação traumática em que fui vítima de abuso sexual.

Mesmo depois de ter ajudado tantas pessoas e de escrever sobre o assunto, continuo a sertir dor em relação a ele.

Não sou psicóloga, mas costumo dizer que o meu curso mais importante é o da vida, e esta tem-me ensinado mais do que todos os diplomas do mundo.

Uma vítima de abusos sexuais, nunca esquece! Recorda cada momento com sofrimento. O que acontece é que o ser humano é mais forte do que pensa e está intrinsecamente munido com um instinto de sobrevivência muito forte.

Quando somos confrontados com algo assim tão traumático, dentro de nós logo o nosso mecanismo de sobrevivência começa a lutar para descobrir uma solução para restabelecer o equilíbrio e nos levar a prosseguir na caminhada.

Esse mecanismo, derivado à nossa inexperiência e desconhecimento directo nessas situações traumáticas, por vezes fica baralhado e provoca um bloqueio (apatia e/ou esquecimento) temporário ou não, para que a nossa “máquina” consiga continuar a trabalhar. É como se de um computador se tratasse. Quando o vírus entra, o anti-vírus bloqueia para que não haja estragos maiores.

No caso humano, o bloqueio e a apatia instalam-se e a pessoa sem se aperceber carrega uma bomba consigo para toda a vida que pode explodir a qualquer altura e das mais diversas maneiras. Raiva, revolta, descrédito de tudo e todos, inadaptação, rebeldia, auto-mutilação, autodestruição, etc., são aquilo que, muitas vezes, passa a fazer parte da vida diária de quem foi vítima de abusos sexuais ou outros.

Na altura em que se dá o abuso, profissionais médicos e principalmente a família directa têm um papel crucial no amparo das vítimas, amparo esse que deve ser dado pelo amor, diálogo e em caso de necessidade, acompanhamento medicamentoso.

Uma vítima de abusos deve ser ensinada que depois de ultrapassar os momentos de luto (primeiros momentos de choque depois do acontecimento), apesar do sofrimento ficará na posse de um bem para a Humanidade, principalmente se conseguir viver com isso tornando-se capaz de se ser alguém útil à sociedade. Esse bem é poder entender alguém que passe pelo mesmo. É poder dizer nos olhos de quem passou pelo mesmo: «Eu estou aqui, ainda durmo mal, sinto medo e tenho que o vencer a cada minuto do dia, mas estou aqui de pé, tenho uma profissão que gosto, formei família e posso chorar contigo porque a dor ainda não passou, só atenuou. Não desistas mas antes canaliza a tua dor para algo construtivo e que te faça sentir válido e especial.»

Pessoalmente, em criança, encontrei primeiro esse acalento, lendo centenas de livros. Estudei de tudo um pouco. Logo desde os 11/12 anos comecei a ensinar as crianças que precisavam de ajuda em pequenas coisas como aprender a andar de bicicleta, ou aprender a ler porque tinham dificuldades na escola por serem hiperactivas. Com o passar dos anos fui-me dedicando a aulas mais específicas.

Para ajudar, mais concretamente vítimas de abusos sexuais, escrevi um livro que se intitula “Resolver Traumas (com o passado)” de 600 páginas. Foi o meu primeiro livro. O meu grito de vitória, como lhe chamo. Levou 6 meses a ser escrito pois refere-se a situações muito dramáticas de abusos e não só. Na última parte estão tratados 69 temas que foram fruto de um grande trabalho de pesquisa e, em certos temas, de conselhos médicos.

E agora dirigo-me a ti que foste vítima de abusos e estás a sofrer:
“Não desistas de prosseguir. Se desistires estás a deixar que aqueles que te quiseram destruír tenham vitória. Levanta a cabeça, encontra uma ocupação onde te sintas realizada. Canaliza a tua dor, raiva, revolta para trabalho voluntário ajudando outros que precisam do teu carinho e apoio. Ajudar outros contribuí para que as nossas feridas interiores criem crosta e ensinam-nos a viver com os nossos medos.”

Um passo muito importante para te sentires melhor é conseguir falar no assunto e com o tempo transformar a dor em algo construtivo.

Bem hajam

Alexandra Caracol

Publicado por: Alexandra Caracol às junho 23, 2007 12:11 PM

Olá Alexandra,
Obrigada pelo texto que irá com certeza ajudar muita gente.
Só gostava de fazer um reparo.
Quando se lê “Não desistas de prosseguir. Se desistires estás a deixar que aqueles que te quiseram destruír tenham vitória.”
Penso que ninguém tem propriamente o objectivo de destruir os outros. Vejo-os como pessoas doentes, que acabam por fazer muito mal e prejudicar os outros. Claro que devem ser responsabilizados pelos que fazem. Mas não acredito que estejam mentalmente sãos nem que esses actos lhes dêem o mínimo de felicidade. Assim só criam terror à sua volta e para si próprios só criam a sua infelicidade.
Perceber isto e perdoar-lhes (internamente) pode ser uma grande ajuda para superar a dor do que ocorreu.

Publicado por: Anonymous às junho 23, 2007 12:40 PM

Promessas de Recuperação do Programa MADA

Estas são as promessas que o programa tem para oferecer. Colocando o programa em prática é isto que obtemos!!!


1. Aceitamo-nos totalmente, mesmo que queiramos mudar algumas das nossas características. Sentimos amor e respeito próprio, que alimentamos cuidadosamente e que nos propomos aumentar.

2. Aceitamos os outros como são, sem querermos modificá-los para satisfazer as nossas necessidades e desejos.

3. Estamos cientes dos nossos sentimentos e atitudes em relação a todos os aspectos das nossas vidas, incluindo a nossa sexualidade.

4. Valorizamos cada parte de nós mesmas: a nossa personalidade, aparência, valores e crenças, corpo, interesses e realizações. Fazemos uma auto-avaliação, em vez de medirmos o nosso valor pelas nossas relações.

5. Possuímos auto-estima suficiente para desfrutar da companhia dos outros, especialmente dos homens, que aceitamos do jeito que são. Não precisamos que eles sintam necessidade de nós para que nos possamos sentir dignas.

6. Somos abertas e confiantes com as pessoas adequadas. Não temos medo de que nos conheçam intimamente, mas também não nos expomos àqueles que não se interessam pelo nosso bem estar.

7. Perguntamos a nós mesmas: Esta relação é boa para mim? Permite-me crescer para ser tudo aquilo que sou capaz de ser?

8. Quando uma relação é destrutiva, somos capazes de renunciar a ela sem que isso nos jogue numa depressão paralisadora. Temos um círculo de amigos que nos apoiam e interesses sadios que nos ajudam a superar as crises.

9. Valorizamos a nossa serenidade acima de tudo. Todos os conflitos, dramas e o caos do passado perderam a atracção. Protegemo-nos a nós próprias, à nossa saúde e ao nosso bem estar.

10. Sabemos que para uma relação funcionar tem que se dar entre duas pessoas que compartilham objectivos, interesses e valores semelhantes e que tenham capacidade para partilhar a intimidade emocional.

Também sabemos que somos dignas do melhor que a vida tem para oferecer !

Publicado por: Anonymous às junho 29, 2007 02:01 PM

Oi Alexandra,

Muito obrigada pelo texto, com certeza vc é uma vencedora, te admiro. Seu texto é de muita ajuda para pessoas como eu que ainda estão na luta para superar o trauma.
Li também a resposta anônima sobre a questão de as pessoas que abusam ser pessoas doentes que não querem necessariamente destruir e a necessidade de perdoar. Sinceramente, se eu precisar perdoar para me recuperar, acho que nunca vou me recuperar. Para mim doentes precisam ser tratados, mas estes monstros capazes de abusar de uma criança que não tem condições de se defender precisam é de cadeia. Eles são assassinos, pois destoem uma vida inteira. Eles sabem muito bem o que estão fazendo. São a escória do mundo. Se existisse justiça no mundo, estes lixos humanos seriam presos e torturados todos os dias, porque nós somos torturadas todos os dias com as lembranças, a vergonha, a dor no peito que não passa, a dificuldade de ter uma vida afetiva normal, enfim só quem passa por isso sabe do que estou falando...(perdão pelo desabafo)

Publicado por: Galega às julho 3, 2007 11:32 AM

CONTARDO CALLIGARIS

Depressão e terapia

Quem está no desespero, antes de qualquer consolação, pede que sua dor seja reconhecida

UM DIA, ao acordar, um conhecido meu encontrou sua mulher morta, ao seu lado, na cama. À dor de perder sua amada juntou-se o choque de descobri-la já fria e a culpa atormentada por ter dormido na hora em que ela morria. No velório, muitos amigos e parentes tinham as mesmas palavras de consolação: "Ao menos, ela não sofreu", "É o melhor jeito de morrer...".

Outro conhecido, anos atrás, na Flórida, perdeu sua casa e tudo o que ela continha, num tornado. Alguns dias depois, seus pais foram visitá-lo e confortá-lo; enquanto ele contemplava, com eles, os escombros de sua existência, a mãe disse: "Pelo menos você está são e salvo". E o pai: "Ainda bem que você tem seguro". São exemplos de "reavaliações" -é assim que a psicologia chama as tentativas, diante de uma catástrofe, de encontrar razões para suavizar o sofrimento do sujeito.

Suspeito que, freqüentemente, as reavaliações facilitem sobretudo a vida de quem as sugere, ou seja, dos amigos e parentes que não estão muito a fim de se debruçar sobre o desespero de quem perdeu seu amor ou suas coisas. Eles se saem da embaraçosa situação de oferecer pêsames graças a um achado otimista: "Pense bem, no horror, você teve sorte".

De fato, essas intervenções são quase intoleráveis para os sujeitos que elas deveriam beneficiar. Para quem sofre, só fica uma impressão de escárnio: os outros sequer reconhecem o tamanho de sua perda, de seu dano e de seu luto.

Há especialistas em perdas, danos e luto; são os psicólogos treinados para oferecer assistência imediata às vítimas e aos próximos das vítimas de calamidades (acidentes aéreos, desmoronamentos de túneis do metrô, inundações etc). No Brasil, conheço um instituto que treina e disponibiliza uma rede de psicólogos capazes de prestar assistência urgente em todo o território nacional, ou quase.

Nos EUA, a própria Cruz Vermelha oferece um treinamento específico que qualifica os psicólogos e psicoterapeutas que ela mobiliza em caso de catástrofe. Pois bem, os especialistas em luto são, em princípio, unânimes: quem está no desespero, antes de qualquer consolação, pede que sua perda e sua dor sejam RECONHECIDAS e só depois, eventualmente, suavizadas.

Essa unanimidade encontrou recentemente uma espécie de confirmação experimental indireta. O "Journal of Neuroscience" publicou, em 15 de agosto 2007, uma interessante pesquisa de Tom Johnstone e outros.
....
Seja como for, a experiência confirma o que já sabíamos: quando alguém sofre, a primeira tarefa dos próximos (e dos profissionais) não é a de consolá-lo sugerindo reavaliações, mas a de ajudá-lo a encarar seu sofrimento assim como ele é.

Mais uma nota: essa constatação é também relevante na hora de administrar a necessária medicação antidepressiva. Talvez os raros efeitos paradoxais dos antidepressivos (o paciente que "estava muito bem" e, de repente, tenta o suicídio) tenham a ver não com o fracasso, mas com o sucesso da medicação, que produziu uma melhora substancial antes que o sujeito tivesse o tempo de dizer sua dor.

Publicado por: Anonymous às outubro 15, 2007 11:50 PM

Nathalie Durel é uma terapeuta que trabalha com casos de mulheres que amam demais, nas zonas de Cascais. Podem ver o site dela em http://www.terapiadamulher.sagept.com/MULHERESQUEAMAMDEMAIS.htm

Publicado por: Anonymous às novembro 9, 2007 01:09 PM

EMOÇÕES: Aprenda a Identificar o que está a Sentir

Lembra-se daquele momento em que estava a sentir algo mas não sabia o quê? Queria dizer o que estava a sentir mas não encontrava palavras para descrever a emoção? Identificar as nossas próprias emoções pode ser um processo bastante confuso.
Assim como as cores, também há emoções primárias e emoções secundárias, que são obtidas através da combinação de emoções primárias. Por exemplo a Culpa, é uma combinação de medo e raiva em diferentes proporções: pode sentir principalmente medo e estar um pouco zangado ou estar muito irritado e pouco assustado. A Vergonha é uma combinação de tristeza e medo. A inveja é uma combinação de tristeza e raiva.

Existe uma ligação entre as nossas emoções e o nosso corpo. Cada emoção cria sensações corporais. Assim, um modo de estarmos conscientes das emoções que sentimos e conseguirmos identificá-las é através das sensações que temos no nosso corpo. “Sintonizar” as emoções no nosso corpo ajuda-nos a perceber aquilo que estamos a sentir a um nível mais profundo e a tornamo-nos observadores delas em vez de sermos dominados por elas.

Muitos perguntam “O que fazer com as minhas emoções?” A melhor coisa que pode fazer é identificar a emoção ou emoções primária que está a ter e senti-la. Relaxe, respire fundo as vezes necessárias para descontrair um pouco e concentre-se no seu corpo. Mantenha-se centrado no seu corpo e aprenda com as sensações corporais que sentir.

A Tabela seguinte ajuda a clarificar a emoção que está a sentir. Normalmente sente-se apenas uma das sensações corporais associada à emoção. Mas pode ter outras sensações que não estejam na lista. Nesse caso vá completando a sua tabela pessoal . “Sintonize-se” consigo próprio e gaste algum tempo a identificar cada emoção primária e se está ou não a sentir alguma delas. Identificar a emoção principal ajuda a simplificar o processo e a irmos mais fundo na compreensão e aceitação das nossas emoções.


Emoção/Localização no Corpo/Sensações Possíveis

Tristeza

Garganta - Nó, aperto
Peito - Pressão, dor continua e chata
Barriga - Vazio

Raiva

Cabeça - Têmporas latejantes, maxilares cerrados
Parte de trás do pescoço - tensão muscular, nós musculares
Ombros - Encolhidos e tensos, bloqueados
Braços e mãos - Puxados para trás, curvados. Punho cerrado

Medo

Barriga - "nó no estômago",agitação, tremor, contracção, sensação de peso, enfardo
Cabeça e face - Tonturas
Face - Tensão à volta dos olhos e boca, boca seca
Peito e garganta - Falta de ar
Peito - Dor aguda e continua

Emoção Sexual

Genitais - Afluxo, cheio
Baixo ventre - “dor” agradável
Parte da frente do corpo - Calor

Alegria

Área do Peito - Espaço, expansividade, “piquinhos” agradáveis
Olhos - Brilho, claridade, luz
Parte da frente do corpo - Borbolhante, riso interior, contaginate

Amor Puro
Peito- Calor aconchegante

Apego
Ouvidos – Dor de ouvidos

Egocentrismo
Nuca - Dor

Publicado por: Anonymous às dezembro 28, 2007 11:52 AM

O psicólogo Hugo Jorge criou um artigo sobre dependência afectiva no seu blog com a indicação dos nosso site e vários outros artigos interessantes.
Podem ver em http://hugo-jorge.blogs.sapo.pt/16292.html

Publicado por: Anonymous às janeiro 6, 2008 11:28 PM

Descasquei o camarão
Tirei-lhe a cabeça toda
Quando o amor não tem razão
É que o amor incomoda

Amar o que se promete.
Amar o que aos poucos morre.
É bonito na lembrança.
Pois a vida vem assim.
Sem nenhuma semelhança.

Porquê continuar a sofrer
Sem ter tempo para viver
Se tiver tempo para amar
Ninguém irá acreditar

Nunca te esqueças do que te disse
O amor é mais forte
Nem o inferno nem o paraíso
Nos separam com a morte

Sou o Inverno mais frio
Neste mundo sem calor
Porque o azar decidiu
Privar-me do teu amor

NOTA: estes poemas fui eu que escrevi a pensar nos meus sentimentos

Publicado por: marcelo às janeiro 6, 2008 11:52 PM

Sugestão de LEITURA

A Princesa que acreditava em Contos de fadas, Marcia Grad - Esta obra é uma alegoria que narra a história de um princesa nascida no seio de uma família regida por princípios inflexíveis, da qual Vitória sonha um dia ser resgatada por um príncipe encantado. porém após esse resgate as coisas não decorrem como havia sonhado... Seguindo o caminho da verdade, Vitória empreende uma surpreendente viagem em que descobre que os contos de fadas se podem tornar verdade mas não da forma como normalmente imaginamos.

Publicado por: Anonymous às abril 4, 2008 08:39 PM

As pessoas que apresentam comportamentos adictos(adicção de substancias psicoactivas( por exemplo drogas ) podem ter um depressão grave não tratada. As mulheres que amam de mais possuem traços de personlalidade que as podem conduzir á depressão, mau estar e um sentimento constante de infelicidade. Pessoas emocionalmente dependentes tem de apreender a não ter medo, a amarem-se a elas mesmas, a cuidarem-se, a valorizarem-se, o que ira aumentar a sua auto-estima. Pessoas que amam demais tendem a responsabilizar só o meio envolvente da sua condição, esqueçem.se muitas vezes da sua responsabilidade, e que passa muitas vezes pela introspecção e caminhar, esqueçendo as lamúrias e os males de que foram vitimas, pois na grande maioria das situações a vitima existe e é enquanto se deixa ser abusada, e permitir é dar autorização. Conheça -se e saiba o que não quer na sua vida, bem, já que ás vezes é dificil saber o que se quer. Obrigado

Publicado por: Anabela às abril 7, 2008 12:00 AM

Acredito um pouco na empatia á primeira vista, na intuição e até na atracção. Contudo creio que a atracção é mais carnal e a intuição,,,bem talvez mais emocional mas com algo de racional. Quanto á atracção aprendi que esta não é conhecimento, e quanto á intuição aprendi a manter me calma sem fazer juizos de valor antes de factos e atitudes. Só perante situações é que sabemos quem é a outra pessoa. Não me guio só pela intuição, mas dou-lhe algum crédito, mas quanto baste, é que o que pareçe ser muitas vezez não é, e o que é muitas vezes não pareçe.

Publicado por: Anonymous às abril 15, 2008 03:38 PM

muito bom saber de td isso sou uma pessoa muito carente e acho q eu amo meu namorado de mais e isso é ruim.

Publicado por: flavia às maio 13, 2008 09:42 PM

Resolvi colocar acessível no meu blog, o primeiro livro que escrevi (dos 11 que já editei): "Resolver Traumas (com o passado)", tornando-o disponível a todos sem que para isso tenham que obrigatoriamente comprá-lo.

Tenho recebido testemunhos diversos dizendo que muitas pessoas foram ajudadas ao lerem o livro e conseguiram, muitas vezes, resolver assuntos pendentes nas suas vidas.

Podem ler o livro entrando no seguinte link indicado em baixo

Um abraço com carinho
Alexandra Caracol

Publicado por: Link do Livro às setembro 3, 2008 05:27 PM

ADOREI

Publicado por: MARCIA às abril 22, 2009 02:14 AM

Sera q su dependente um relacinameto? Tenho 24 anos nmoro a mas de 5 anos e sofro muito om esse namoro.
udo começou com o meu 1º namorad eu tnha16 anos, ele efez sofre muito 9eu sofria calda le não saba), um puc antes do ano novo eu pergunte pa ele se ele j avia metraido e ele respondeu q im epra im taiçao nã te prdão, teminei e sofri muito com iso pq vre e mexeeu ficav com ele e isso me fez muito mal.
Comecei a namora sse meu namoradoatual e taia ee com esse ex resumndo conte td parao atual e o namoro acabou (2004), depo de 8 mess resolv quera far com ele e resolvi prcura-lo,penseiq ele por sar de mi nunca ia me trair ou me abandonar, comece a namorar com ele, loqei ainha cabeçaq ãoia mais sofrer, dei o braço a tocer po vaas veze coisa q eu ão fzia e iso so foi piorando, ele terminou o osso namoro u sofri muito depois de um tempo oltamos ele trminou denovo dssa vez q ele terino eu estava gravida (disse q estava) pra ele voltar comigo, ficamos alguma vezes e eu tratei de engravidar, deu td cero + ele não voltou comigoe fez da minha gavidez uinfeno....o tempopaso equando meu filho ja tinha 3 meses nos voltmos estamos juntos ate hoje o maior inferno u me arrependo muito doq fiz pra fia com ele pq sinto fi piorter qividir ele com um filop eu nem tnho atenção e ainda morro de ciues pq ele causa muito aiiiii seaq estou doentede amor???

Publicado por: Bia às outubro 7, 2009 07:07 PM

Sera q su dependente um relacinameto? Tenho 24 anos nmoro a mas de 5 anos e sofro muito om esse namoro.
udo começou com o meu 1º namorad eu tnha16 anos, ele efez sofre muito 9eu sofria calda le não saba), um puc antes do ano novo eu pergunte pa ele se ele j avia metraido e ele respondeu q im epra im taiçao nã te prdão, teminei e sofri muito com iso pq vre e mexeeu ficav com ele e isso me fez muito mal.
Comecei a namora sse meu namoradoatual e taia ee com esse ex resumndo conte td parao atual e o namoro acabou (2004), depo de 8 mess resolv quera far com ele e resolvi prcura-lo,penseiq ele por sar de mi nunca ia me trair ou me abandonar, comece a namorar com ele, loqei ainha cabeçaq ãoia mais sofrer, dei o braço a tocer po vaas veze coisa q eu ão fzia e iso so foi piorando, ele terminou o osso namoro u sofri muito depois de um tempo oltamos ele trminou denovo dssa vez q ele terino eu estava gravida (disse q estava) pra ele voltar comigo, ficamos alguma vezes e eu tratei de engravidar, deu td cero + ele não voltou comigoe fez da minha gavidez uinfeno....o tempopaso equando meu filho ja tinha 3 meses nos voltmos estamos juntos ate hoje o maior inferno u me arrependo muito doq fiz pra fia com ele pq sinto fi piorter qividir ele com um filop eu nem tnho atenção e ainda morro de ciues pq ele causa muito aiiiii seaq estou doentede amor???

Publicado por: Bia às outubro 7, 2009 07:10 PM

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